Cartilha - Do clima ao corpo: Mudanças climáticas e as doenças diarreicas agudas
O material destaca a relação entre clima, ambiente e saúde, orientando a população sobre cuidados essenciais para reduzir riscos e evitar complicações.
O material destaca a relação entre clima, ambiente e saúde, orientando a população sobre cuidados essenciais para reduzir riscos e evitar complicações.
O documento integra o Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima), ao lado da Estratégia Nacional de Mitigação e seus Planos Setoriais e das Estratégias Transversais, que abordam: a transição justa e a justiça climática; mulheres e clima; os meios de implementação; educação, capacitação, pesquisa, desenvolvimento e inovação; e o monitoramento, a gestão, a avaliação e a transparência.
Material voltado à qualificação das equipes de saúde frente aos impactos das mudanças climáticas, com foco na equidade em saúde. A publicação oferece orientações para reconhecer e manejar agravos relacionados a eventos climáticos extremos, articulando prática clínica, vigilância, gestão e comunicação em saúde com as comunidades, por meio de conteúdos concisos e atualizados.
Este plano de contingência tem por objetivo apresentar as ações do Ministério da Saúde em situação de ESP por chuvas intensas e eventos associados, visando à resposta coordenada, eficaz e oportuna, por meio do planejamento prévio das ações de acordo com as necessidades locorregionais, as estratégias a serem adotadas, bem como a definição dos responsáveis à sua execução.
Este material tem o objetivo de orientar a atuação dos ACE e ACS nos estados, Distrito Federal e municípios, fortalecendo a integração das equipes que atuam na VS e APS, potencializando o papel desses profissionais na promoção da saúde dos indivíduos e das comunidades.
Este Plano de Contingência tem como objetivo definir a estratégia de atuação do Ministério da Saúde na resposta federal às emergências em saúde decorrentes desses eventos, independentemente da tipologia de uso da estrutura. O plano será ativado sempre que essas emergências excederem a capacidade de resposta das secretarias de saúde dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
Este documento tem como objetivo facilitar a interpretação de seus dispositivos e, por conseguinte, auxiliar em sua implementação pelos responsáveis pelo abastecimento de água e pelo setor saúde.
Esta publicação é uma adaptação do livro Mudança do Clima para profissionais da Saúde: Guia de bolso elaborado originalmente pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) queutiliza uma linguagem da prática clínica para dialogar com profissionais, especialmente aqueles responsáveis pelo diagnóstico de doenças e agravos e pela prescrição dos respectivos cuidados
Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente | SVSA
Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente | SVSA
Diretrizes com o objetivo de fornecer subsídios técnicos aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios para a atuação da Vigilância em Saúde do Trabalhador (Visat) brigadista florestal.
Este documento tem como finalidade apresentar recomendações para a população em situação de exposição humana às queimadas e aos incêndios florestais.
Este documento apresenta as diretrizes nacionais para nortear a atuação da vigilância em saúde ambiental na gestão das ações e dos serviços de saúde
A cartilha apresenta o Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua) e orienta sobre os cuidados que devemos ter com a água antes de ser consumida e com os reservatórios de água mais utilizados pela população, como caixas-d’água e cisternas, bem como recipientes e utensílios que entram em contato com a água.
A proposta da criação do Plano partiu de intensa demanda dos movimentos sociais para a organização de estratégias de vigilância e assistência em saúde relacionadas à exposição ao amianto e para impulsionar as ações e os programas do Ministério da Saúde
Este documento apresenta uma síntese dos alcances e avanços para o fortalecimento da Vigilância em Saúde Ambiental e da Vigilância em Saúde do Trabalhador, bem como os desafios e as oportunidades para a universalidade, equidade e integralidade nos serviços e ações de saúde, em alinhamento com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).
O mercúrio é um metal de ocorrência natural. Ao ser emitido para a atmosfera ou liberado nas águas e nos solos, pode causar diversos impactos à saúde e ao meio ambiente. (Brasília, 2021)
A relação causa-efeito da poluição do ar e problemas de saúde, que não incluem somente os agravos respiratórios, pode não ser intuitiva para profissionais de saúde. Além disso, a desinformação parece ocorrer desigualmente no País, tendo em vista sua vasta dimensão territorial e as especificidades regionais.
As estratégias de ação constantes no Plano Setorial foram construídas e serão implementadas em conjunto por todos os seus membros, com intuito de ampliar e fortalecer as capacidades institucionais e técnicas para identifcação, diagnóstico, tratamento e monitoramento de populações vulneráveis; reduzir e eliminar os riscos à saúde humana advindos da exposição ao mercúrio e seus produtos.
O Guia Prático de Inspeção Sanitária em Formas de Abastecimento de Água para Consumo Humano descreve, de modo sistemático, as etapas fundamentais para a realização da inspeção sanitária nas formas de abastecimento de água para consumo humano, buscando orientar os profissionais da Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano na identificação dos eventos perigosos e perigos e na definição de ações corretivas e medidas de controle para as etapas do abastecimento de água: captação, adução, tratamento, reservação e distribuição de água. (Brasília, 2021)
Apresenta diretrizes nacionais para nortear a atuação da vigilância em saúde ambiental na gestão das ações e dos serviços de saúde, de forma solidária e participativa entre os três entes da Federação – a União, os estados e os municípios –, bem como contribuir para a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de doenças e agravos, a redução da morbimortalidade, de vulnerabilidades e de riscos à saúde decorrentes das queimadas e dos incêndios florestais, de forma a contemplar toda a população brasileira, priorizando os territórios, as pessoas e os grupos em situação de maior risco e vulnerabilidade. (Brasília, 2022)