Saúde Indígena
O Brasil fortalece a saúde indígena, amplia equipes, cria novos serviços e reduz drasticamente mortes por desnutrição e malária no território Yanomami. Entre os resultados desse esforço estão a redução de 70,6% nos casos de desnutrição e de 70% nas mortes por malária no território. Também foram implantados o primeiro hospital universitário de Roraima e o primeiro SAMU 192 Indígena, com atendimento 24 horas e profissionais bilíngues. São avanços importantes que contribuíram para melhorar os indicadores de saúde nas áreas indígenas.
Neste mês de março, o Ministério da Saúde iniciou um tratamento inovador contra a malária para crianças no SUS. Com a medida, o Brasil torna-se o primeiro país do mundo a disponibilizar a tafenoquina na formulação pediátrica de 50 mg. Até então, desde 2024, o medicamento era ofertado apenas a jovens e adultos a partir de 16 anos.
Oferta da tafenoquina pediátrica
- Indicada para crianças com peso entre 10 kg e 35 kg.
- Inicialmente, serão distribuídos 126.120 comprimidos, com investimento de R$ 970 mil.
- A distribuição teve início em áreas de maior incidência: DSEIs Yanomami, Alto Rio Negro, Rio Tapajós, Manaus, Vale do Javari e Médio Rio Solimões e Afluentes.
- Nesta primeira etapa, 250 profissionais dos DSEIs prioritários serão treinados e habilitados.
- A medida contribui para ampliar a testagem, aumentar o número de diagnósticos e reduzir os óbitos pela doença.
Interrompido genocídio do povo Yanomami
- Entre o primeiro semestre de 2023 e 2025.
- Mortes por desnutrição caíram 70,6% e por malária caíram 70%.
AGSUS assumiu a contratação de pessoal em todos os territórios indígenas
- 10% profissionais de saúde em áreas indígenas.
- 169% profissionais de saúde em território Yanomami.
Abertura do Centro de Referência em Saúde Indígena de Surucucu
- 71,1% dos casos resolvidos localmente.
Implantação do primeiro hospital universitário de Roraima
Primeiro SAMU 192 Indígena, com atendimento 24h e profissionais bilíngues
