Novo Guia de Análise de Impacto Regulatório

Com a nova estrutura do Governo Federal, o rol de competências da Secretaria de Advocacia da Concorrência e Competitividade – SEAE, previsto no Art. 119 do Decreto nº 9.745, de 8 de abril de 2019, e no § 7º do art. 9º da Lei nº 13.848 de 25 de junho de 2019, passou a contemplar, entre outras atribuições, a manifestação sobre o impacto regulatório dos modelos de regulação e gestão, inclusive quanto ao empreendedorismo e à inovação, de atos regulatórios. Corroborando com essa atribuição, a publicação do Decreto n° 10.411, de 30 de junho de 2020, que regulamenta a Análise de Impacto Regulatório, em seu Art. 20, delega para a SEAE a competência de acompanhar sua implantação.
Diante deste cenário, coube à Secretaria, conforme nossas competências legais, elaborar o Guia para Elaboração de Análise de Impacto Regulatório - AIR do Ministério da Economia. O guia é voltado aos órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, que trabalham com proposição de atos normativos de interesse geral de agentes econômicos ou de usuários dos serviços prestados, no âmbito de suas competências.
O novo Guia sucede o documento Diretrizes Gerais e Guia Orientativo para Elaboração de Análise de Impacto Regulatório – AIR, publicado em 2018 pela Casa Civil da Presidência da República, em parceria com o Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e Agências Reguladoras Federais, bem como o Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia. O novo Guia também agrega informações relativas a processos em curso de inovação da advocacia da concorrência.
Bibliografia do Novo Guia
ABNT. (2018). NBR ISO 31000 - Gestão de riscos: Diretrizes. Associação Brasileira de Normas Técnicas. ALBURY, D. (2005). Fostering Innovation in Public Services. Public Money & Management, 25 (1), p. 51-56. ARMSTRONG, M.; COWAN, S; VICKERS, J. (1997). Regulatory Reform. Economic Analysis and British Experience, Cambridge Massachusetts, MIT Press.
AUSTRALIAN GOVERNMENT (2010). Empowering Change: Fostering Innovation in the Australian Public Service, Management Advisory Committee, Commonwealth of Australia, Barton. Disponível em http://innovation. govspace.gov.au/barriers/.
BASON, C. (2010). Leading Public Sector Innovation: Co-creating for a Better Society. Bristol: The Policy Press.
BEVILACQUA, S. (2004) O emprego da Multidimensional Scaling: estudo de caso envolvendo seis instituições de ensino superior do nordeste paulista, uma contribuição para a Qualidade em Serviçõs. Revista Pesquisa e Desenvolvimento Engenharia da Produção. N.3, p.43-53.
BORINS, S. (2014). The Persistence of Innovation in Government. Washington, DC: Brookings Institution Press.
BRASIL (1988). Constituição Federal de 1988, de 5/10/88. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em 26/10/2020.
BRASIL (2011). Lei 12.527 de 18/11/2011. Regula o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5o, no inciso II do § 3o do art. 37 e no § 2o do art. 216 da Constituição Federal; altera a Lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990; revoga a Lei no11.111, de 5 de maio de 2005, e dispositivos da Lei no 8.159, de 8 de janeiro de 1991; e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12527.htm. Acesso em 27/10/2020.
BRASIL (2018). Diretrizes Gerais e Guia Orientativo Para Elaboração de Análise de Impacto Regulatório – AIR. Subchefia de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais [et al.]. Brasília: Presidência da República.
BRASIL (2019a). Decreto nº 9.745, de 8 de abril de 2019. Presidência da República. Aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança do Ministério da Economia, remaneja cargos em comissão e funções de confiança, transforma cargos em comissão e funções de confiança e substitui cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS por Funções Comissionadas do Poder Executivo - FCPE. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D9745.htm. Acesso em 27/10/2020.
BRASIL (2019b). Lei nº 13.848 de 25 de junho de 2019. Presidência da República. Dispõe sobre a gestão, a organização, o processo decisório e o controle social das agências reguladoras, altera a Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, a Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, a Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, a Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999, a Lei nº 9.961, de 28 de janeiro de 2000, a Lei nº 9.984, de 17 de julho de 2000, a Lei nº 9.986, de 18 de julho de 2000, a Lei nº 10.233, de 5 de junho de 2001, a Medida Provisória nº 2.228-1, de 6 de setembro de 2001, a Lei nº 11.182, de 27 de setembro de 2005, e a Lei nº 10.180, de 6 de fevereiro de 2001. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/lei/L13848.htm. Acesso em 27/10/2020.
BRASIL (2019c). Lei nº 13.874, de 20 de setembro de 2019. Institui a Declaração de Direitos de Liberdade Econômica; estabelece garantias de livre mercado; altera as Leis nos 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), 6.404, de 15 de dezembro de 1976, 11.598, de 3 de dezembro de 2007, 12.682, de 9 de julho de 2012,6.015, de 31 de dezembro de 1973, 10.522, de 19 de julho de 2002, 8.934,de 18 de novembro 1994, o Decreto-Lei nº 9.760, de 5 de setembro de 1946 e a Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943; revoga a Lei Delegada nº 4, de 26 de setembro de 1962, a Lei nº 11.887, de 24 de dezembro de 2008, e dispositivos do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966; e dá outras providências. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/lei/L13874.htm. Acesso em 27/10/2020.
BOOTH, S.R.; TROCKI, L.R.; BOWLING, L. (1997). A standard methodology for costeffectiveness analysis of new environmental technologies. Los Alamos: Los Alamos National Report LA-UR-91-3251. Disponível em: https://p2infohouse.org/ref/23/22494.pdf Acesso em 08/03/2021.
BRASIL (2020a). Decreto no 10.229, de 05/02/2020. Regulamenta o direito de desenvolver, executar, operar ou comercializar produto ou serviço em desacordo com a norma técnica desatualizada de que trata o inciso VI do caput do art. 3º da Lei nº 13.874, de 20 de setembro de 2019. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/decreto/D10229.htm. Acesso em 21/02/2020.
BRASIL (2020b). Decreto n° 10.411, de 30 de junho de 2020. Presidência da República. Regulamenta a análise de impacto regulatório, de que tratam o art. 5º da Lei nº 13.874, de 20 de setembro de 2019, e o art. 6º da Lei nº 13.848, de 25 de junho de 2019. Disponível em https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-10.411-de-30-de-junho-de-2020-264424798. Acesso em 27/10/2020.
CARDOSO JUNIOR, M. M.; SCARPEL, R. (2010). Proposta de Indicadores de Estabilidade para o Escalonamento Multidimensional (MDS). Disponível em: http://www.din.uem.br/sbpo/sbpo2010/pdf/69210.pdf. Acesso em 08/03/2021.
CASTELO BRANCO, Marina. (2008). A análise custo-efetividade: sua aplicação como auxílio para a definição de políticas de regulamentação do uso de agrotóxicos. 2008. 91 f. Dissertação (Mestrado em Gestão Econômica do Meio Ambiente)-Universidade de Brasília, Brasília.
CELS, S.; DE JONG, J.; NAUTA, F. (2012). Agents of Change: Strategies and Tactics for Social Innovation. Washington, DC: Brookings Institution Press.
CEPS (2013). Assessing the costs and benefits of regulation: Study for the European Comission, Secretariat General, Final Report. Bruxelas, 10/12/2013. Centre for European Policy Studies. Disponível em https://ec.europa.eu/smart-regulation/impact/commission_guidelines/docs/131210_cba_study_sg_final.pdf. Acesso em 27/10/2020.
COMISSÃO EUROPEIA (2015). Better Regulation "Toolbox", Capítulo 3. Disponível em: http://ec.europa.eu/smartregulation/guidelines/docs/br_toolbox_en.pdf. Acesso em: 08/03/2021.
COSTA, ABIMAEL DE JESUS BARROS (2016) Inovação em Governança Regulatória: proposta de modelo regulatory oversight aplicado à infraestrutura de transportes terrestres brasileira xvii, 345p.
COWAN, S. Price-Cap Regulation (2002). Swedish Economic Policy Review. 9 (2), p. 167-188.
DE JONG, J.; ZUURMOND, A. (2010). De Professionele Professional. De Andere Kant van het Debat Over Ruimte voor Professionals. Ministerie van Binnenlandse Zaken em Koninkrijksrelaties, Den Haag.
DE VRIES, H. A.; BEKKERS, V. J. J. M; e TUMMERS, L.G. (2015). Innovations in the Public Sector: A Systematic Review and Future Research Agenda. Public Administration, Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/315455642_Innovation_in_the_Public_Sector_A_Systematic_Review_and_Future_Research_Agenda. Acesso em 08/03/2021.
DRUCKER, P. A. (2001). Decisão Eficaz. Rio de Janeiro, Revista do Setor Público - RSP, p. 169-180. Tradução de Olga Ferrini de Faria. Harvard Business Review, Jan/1967.
EGGERS, W. D.; SINGH, S. K. (2009), The Public Innovator’s Playbook: Nurturing Bold Ideas in Government, Deloitte Research.
ELLIG, J. (2013). Ten Principles for Better Regulation. Arlington (VA): Mercatus Center. George Mason University.
ELSTER, J. (1999). A possibilidade da política racional. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 14(39), 13-40.
ENAP (2021) Guia Brasileiro de Análise de Dados: Armadilhas & Soluções / Editores Claudio D. Shikida, Leonardo Monasterio, Pedro Fernando Nery. -- Brasília: Enap, 251p.
ENSSLIN L.; MONTIBELLER NETO, G; NORONHA, S. (2001). Apoio à Decisão: Metodologias para Estruturação de Problemas e Avaliação Multicritério de Alternativas. Florianópolis: Editora Insular.
GCI. (2019). The Global Competitiveness Report 2019. World Economic Forum. Disponível em http://www3.weforum.org/docs/WEF_TheGlobalCompetitivenessReport2019.pdf.
HAIR, J. F., BLACK, W. C., BABIN, B. J., ANDERSON, R. E., TATHAM, R. L. (2009). Análise multivariada de dados. Bookman.
HANSSON, S. O. (2016). Five caveats for risk-risk analysis. Journal of Risk Research, doi: 10.1080/13669877.2016.1147493.
HAYEK, F. A. (1973). Law, Legislation, and Liberty, Vol. 1. Chicago: University of Chicago Press.
KEENEY, R. L. (1992). Value Focused Thinking: A Path to Creative Decision Making. Cambridge, Massachusetts: Harvard University Press.
KELMAN, S. (2005), Unleashing Change. A Study of Organizational Renewal in Government, Brookings Institution Press, Washington, DC.
KOLIEB, J. (2015). When to Punish, When to Persuade, When to Reward: Strengthening Responsive Regulation with the Regulatory Diamond. Monash University Law Review 41 (1), p. 136-162.
KRUITER, A. J.; DE JONG, J (2008). Providing services to the marginalized: Anatomy of an access paradox. In: J. de Jong and G. Rizvi (eds.) The State of Access: Success and Failure of Democracies to Create Equal Opportunities. Washington, DC: Brookings Institution Press.
KRUITER, A. J.; DE JONG, J.; van NIEL, J.; HIJZEN, C. (2008), De Rotonde van Hamed: Maatwerk voor Mensen met Meerdere Problemen. Den Haag: Nicis Institute.
KRUSKAL, J. B. (1964). Multidimensional scaling by optimizing goodness of fit to a nonmetric hypothesis. Psychometrika, 29(1), 1-27.
LEWIN, H.M.; McEWAN, P.J. (2001) Cost-effectiveness analysis. California: Sage Publications, Inc. 308 p.
LONGARAY, A. (2007). A Teoria da decisão revisitada: análise e perspectivas. Revista ANGRAD, 8 (2), p. 137-151. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/263658393_A_teoria_da_decisao_revisitada_analise_e_perspectivas. Acesso em 24/10/2020.
LONGARAY, A. (2013). Introdução à Pesquisa Operacional. São Paulo: Saraiva.
LONGARAY, A. A.; CAPRARIO, G. N.; ENSSLIN, L. (2012). Análise de decisão Multicritério: um caso empregando o Macbeth<\b>. SINERGIA - Revista do Instituto de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis, Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil, 14 (2), p. 51 - 62, maio 2012. ISSN 2236-7608. Disponível em: https://periodicos.furg.br/sinergia/article/view/2510. Acesso em: 26 out. 2020.
LONGARAY, A.; ENSSLIN, L.; ENSSLIN, S.; ALVES, G.; DUTRA, A; MUNHOZ, P. (2018), Using MCDA to Evaluate the Performance of the Logistics Process in Public Hospitals: The Case of a Brazilian Teaching Hospital. Intl. Trans. in Op. Res., 25, p. 133-156. doi:10.1111/itor.12387.
LONGARAY, A.; ENSSLIN, L.; MACKNESS, J. (2013). Uma Proposta de Integração da Soft Systems Methodology à MCDA-C. Pesquisa Operacional para o Desenvolvimento, 5 (3), 331-372. Recuperado de https://www.podesenvolvimento.org.br/podesenvolvimento/article/view/212
LONGARAY, A.; SA, A.; MACHADO, C.; MUNHOZ, P.; TONDOLO, V. (2019). Uso da Técnica DEA-Sharpe na Análise do Comportamento de Carteiras de Investimento. Exacta, 17(3), 158-172. doi: https://doi.org/10.5585/exactaep.v17n3.8537
LONGARAY, A.A.; ENSSLIN, L.; DUTRA, A.; ENSSLIN, S.; BRASIL, R.; MUNHOZ P. (2019). Using MCDA-C to Assess the Organizational Performance of Industries Operating at Brazilian Maritime Port Terminals. Oper. Res. Perspect, 6, 100109.
LUNN, P. (2014), Regulatory Policy and Behavioural Economics, OECD Publishing, Paris. Disponível em http://dx.doi.org/10.1787/9789264207851-en.
MACKIE, P.; WORSLEY, T.; ELIASSON, J. (2014). Transport appraisal revisited. Research in Transportation Economics, Elsevier, vol. 47(C), p. 3-18. DOI: 10.1016/j.retrec.2014.09.013
MAS-COLELL, A.; WHINSTON, M. D.; GREEN, J. R. (1995). Microeconomic theory. Oxford University Press.
MELLO DA SILVA, J. M. A. M. (2017) A Regulação Responsiva das Telecomunicações: Novos horizontes para o controle de obrigações pela Anatel. Journal of Law and Regulation, v. 3, n. 1, p. 255-280.
MINISTÉRIO DA ECONOMIA (2018). Guia da Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia – SGD/ME. Olhar na referência do Guia elaborado em 2018.
MINISTÉRIO DA ECONOMIA (2019). Brasil sobre no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial. Publicado em 09/10/2019. Disponível em https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/noticias/2019/10/brasil-sobe-no-ranking-de-competitividade-do-forum-economico-mundial. Acesso em 08/03/2021.
OCDE (2008). Regulation inside government. GOV/PGC/REG(2008)15, Working Party on Regulatory Management and Reform, 21-22 October, Paris.
OCDE (2012). Recomendação do Conselho sobre Política Regulatória e Governança. Disponível em https://www.oecd.org/gov/regulatory-policy/Recommendation%20PR%20with%20cover.pdf. Acesso em 27/10/2020.
OCDE (2013), Alternativas regulatorias y no regulatorias menos restrictivas, Divisão de Política Regulatória da OCDE. Apresentado na Oficina de Elaboração e Manifestação de Análise de Impacto Regulatório com Análise de Concorrência, Cidade do México, Setembro de 2013. Disponível em: https://www.oecd.org/gov/regulatory-policy/Sesi%C3%B3n-3.2-Presentations.pdf. Acesso em 08/03/2021.
OCDE (2015a), Behavioural Insights and New Approaches to Policy Design: The Views from the Field, Summary of an International Seminar, 23 January, Paris, https://www.oecd.org/gov/behavioural-insights-summaryreport-2015.pdf.
OCDE (2015b), The Innovation Imperative in the Public Sector: Setting An Agenda for Action, OECD Publishing, Paris, http://dx.doi.org/10.1787/9789264236561-en. Acesso em: 08/03/2021.
OCDE (2015c), Regulatory Policy Outlook 2015, OECD Publishing, Paris.. doi.org/10.1787/9789264238770-en
OCDE (2017). Fostering Innovation in the Public Sector. OECD Publishing, Paris. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1787/9789264270879-en. Acesso em 20/10/2020.
OCDE (2019). Competition Assessment Toolkit. Vol. 1, 2 e 3. Disponível em http://www.oecd.org/competition/ assessment-toolkit.htm. Acesso em 22/10/2020.
OCDE (2020). Recommendation of the Council on Improving the Quality of Government Regulation. OECD/LEGAL/0278.
PARANAIBA, Adriano de Carvalho (2017). Metodologia para priorização de projetos de infraestrutura em mobilidade urbana com base na configuração urbana e no escalonamento multidimensional. 135p. Disponível em https://repositorio.unb.br/handle/10482/24709. Acesso em: 08/03/2021.
PARANAIBA, A. C.; Bulhões, Eliezé (2018). Metodologia para priorização de projetos de infraestrutura em Mobilidade Urbana. In: PLURIS 2018 - 8º Congresso Luso-Brasileiro para Planejamento Urbano, Regional, Integrado e Sustentável, 2018, Coimbra. Atas do 8º Congresso Luso-Brasileiro para o Planeamento Urbano, Regional, Integrado e Sustentável: PLURIS 2018. Coimbra, Portugal, 24 a 26 de outubro de 2018. Coimbra: Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Coimbra, v. 1.
PARANAIBA, Adriano; Bulhões, Eliezé (2019). Uma Proposta De Metodologia Para Priorização De Projetos De Infraestrutura Em Mobilidade Urbana. In: Impactos das Tecnologias na Engenharia Civil 3. 1ed.: Atena Editora, v.1, p. 257-270.
PATTERSON, F.; M. KERRIN (2009), Innovation for the Recovery: Enhancing Innovative Working Practices, Chartered Management Institute, London.
PETERS, B. Guy. (2003). Dismantling and Rebuilding the Weberian State. 10.1093/0199250154.003.0007. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/289936138_Dismantling_and_Rebuilding_the_Weberian_State. Acesso em 08/03/2021.
PIRES, J. C.; PICCININI, M. S (1999). A regulação dos setores de infraestrutura no Brasil. A economia brasileira nos anos, 90, 217-60.
RISK TECNOLOGIA (2018). Gestão de Riscos. Direrizes para a implementação da ISSO 31000:2018. Coleção Risk Tecnologia. São Paulo.
SCHOENHERR, M. H. (2021). The economical intervention as the genesis of the imbalance of Brazilian markets: and the new paradigm proposed by the recent legislative changes. MISES: Interdisciplinary Journal of Philosophy, Law and Economics, 9. https://doi.org/10.30800/mises.2021.v9.1313
SEAE/KPMG (2020). Guia de Desregulamentação “Cutting the Red Tape”. Disponível em: https://www.gov.br/mdic/pt-br/acesso-a-informacao/reg/guias-e-manuais/guia-de-desregulamentacao/guia-dedesregulamentacao. Acesso em 08/03/2021
SEPEC (2019). Governo lança programa para diminuir o custo Brasil. Ministério da Economia. Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade. Disponível em http://www.mdic.gov.br/index.php/ultimasnoticias/3995-governo-lanca-programa-para-diminuir-o-custo-brasil. Acesso em 09/11/2020.
SEPEC (2020). Secretaria Especial de Produtividade Emprego e Competitividade. Relatório Anual de Acompanhamento dos Programas Estratégicos 2020. 236 slides. Disponível em: https://www.gov.br/economia/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/relatorios/outros-relatorios/arquivos/2021/relatorio-anual-sepec_volume-2.pdf. Acesso em 08/03/2021.
SOUZA E.C (2010). Os métodos biplot e escalonamento multidimensional nos delineamentos experimentais. 135p. Tese de Doutorado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Universidade de São Paulo. Piracicaba-SP.
VISCUSI, W. K. (1994). Risk-Risk Analysis. Journal of Risk and Uncertaity, 8:5-17.
WILLIAMS, R. ELLIG, J. (2011). Regulatory Oversight The Basics of Regulatory Impact Analysis. 11 de Setembro de 2011. Disponível em: https://www.mercatus.org/publications/regulation/regulatory-oversight. Acesso em 08/03/2021.