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2º Prêmio Mulheres e Ciência: vencedoras destacam incentivo para outras mulheres ingressarem na carreira científica
Montagem de fotos das pesquisadoras e instituições premiadas - Foto: Divulgação
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulgou o resultado final do 2º Prêmio Mulheres e Ciência, que manteve a mesma classificação da etapa preliminar do prêmio. A inciativa reconhece e valoriza a contribuição de mulheres para o avanço da ciência, tecnologia e inovação no Brasil e é realizado em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o Ministério das Mulheres, o British Council Brasil e o Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe. A cerimônia de premiação acontece no dia 5 de março de 2026, na sede do CNPq, em Brasília.
Perguntadas sobre a importância de ganhar um prêmio como esse e sobre a relevância de estímulos oficiais para a participação das mulheres na ciência, as agraciadas desta edição são unânimes em indicar que a premiação fortalece o incentivo para que outras mulheres ingressem na carreira científica.Além disso, elas refletem sobre o espaço ocupado pelas mulheres na ciência, indicando os vários aspectos envolvidos na questão. Algumas ressaltam a falta de visibilidade histórica do trabalho das cientistas para apontar por que valorizar as mulheres nas ciências é importante. Outras associam o incentivo à possibilidade de reter talentos. Elas também atentam para o impacto da carreira na vida pessoal.
Confira o resultado final com as notas das premiadas.
Mais meninas na ciência
Contemplada com o primeiro lugar na categoria Incentivo, Lara Dourado Borges, estudante do Ensino Médio do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES), diz que ser apontada como uma das ganhadoras do prêmio é a materialização de um sonho, que começou ainda na escola, movido pela curiosidade e pelo desejo de entender como as coisas funcionam. Lara lembra dos vários sentimentos que enfrentou e conclui que a jornada aumentou sua convicção sobre o caminho a trilhar. “Como estudante do ensino médio integrado ao curso técnico de Mecatrônica no IFES, trilhar um caminho na área tecnológica muitas vezes significou enfrentar desafios e superar inseguranças. Esse prêmio representa reconhecimento, mas também representa pertencimento. É a certeza de que eu posso estar na ciência, que minha voz e meu esforço têm valor”, afirma.
A jovem também lembra que, além de uma conquista pessoal, o fato de ela estar na ciência também inspira outras mulheres a seguirem a mesma trajetória. “Sinto que carrego comigo o sonho de muitas meninas que desejam ocupar esses espaços e ainda não se veem neles”, diz ela, para quem o fomento à participação das mulheres nas carreiras de ciência, tecnologia e inovação é fundamental. Ao observar que a ciência precisa de diversidade para evoluir, Lara salienta que, quando meninas têm incentivo e referências, passam a acreditar que também podem criar, pesquisar, inovar e transformar o mundo. “Ainda existem barreiras históricas e culturais que afastam muitas mulheres dessas áreas, especialmente nas engenharias e tecnologias. Incentivar é abrir portas, é dizer que há espaço para todas. Quando uma mulher avança na ciência, ela não caminha sozinha, ela abre caminho para outras. E isso transforma não apenas trajetórias individuais, mas o futuro de toda a sociedade”, resume."Ainda existem barreiras históricas e culturais que afastam muitas mulheres dessas áreas, especialmente nas engenharias e tecnologias. Incentivar é abrir portas, é dizer que há espaço para todas. Quando uma mulher avança na ciência, ela não caminha sozinha, ela abre caminho para outras", Lara Dourado Borges, estudante do Ensino Médio.
Raíssa da Luz Rangel, estudante do ensino médio do Instituto Federal da Bahia (IFBA) agraciada com o segundo lugar na categoria Incentivo, ressalta que o fomento à participação das mulheres ciência, além de se refletir no aprimoramento da educação das próprias mulheres que puderam se beneficiar de tal estímulo, também pode ter resultados para as respectivas famílias. Com mais possibilidades de alcançar níveis melhores de educação e, portanto, com mais possibilidades de trabalho, mulheres que receberam esses incentivos e que são de origem humilde poderão ajudar em casa muito mais. “Para mim, não se trata apenas de um prêmio, e sim uma conquista por todas as mulheres da minha vida que acabaram não estudando para criar os filhos e lhes dar um futuro”, diz ela, que recebeu apoio de família e amigos.
Laíza Bride, terceiro lugar na categoria Incentivo, ressalta que incentivos à participação de mulheres na ciência ultrapassam as questões sociais de justiça e de igualdade de gênero. Para ela, que é estudante do Ensino Médio do SESI-Departamento Regional do Espírito Santo, o estímulo às mulheres na ciência tem relação direta com o desenvolvimento global da sociedade, com o crescimento econômico e com a diversidade de pensamentos e estratégias. “Prêmios como este são um grande incentivo para meninas/mulheres como eu, para que se dediquem tanto para o conhecimento acadêmico quanto para a vida, não tendo vergonha de externalizar sempre sua verdadeira essência”, diz.
Equidade de gênero e qualidade científicaA pesquisadora Letícia Couto Garcia, premiada da categoria Estímulo, na área de Ciências da Vida, compartilha da opinião de Bride. “É muito gratificante ter essa oportunidade de representar tantas mulheres cientistas, incluindo todas que colaboram com as pesquisas que desenvolvemos. Prêmios como este são de imensa relevância para apoiar e dar visibilidade à trajetória profissional de pesquisadoras”, diz. Para Garcia, o prêmio é uma forma de valorizar mulheres que dedicam suas vidas com obstinação para a ciência e serve para inspirar a futura geração de mulheres a persistir. Letícia é bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq e coordenadora do Laboratório Ecologia da Intervenção da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.
Ao compartilhar a opinião das outras agraciadas, a física, bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq e professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Rita de Cássia dos Anjos, afirma que incentivos como o prêmio contribuem para a criação de condições mais equitativas e, da mesma forma, auxiliam a reter talentos que, de outra maneira, abandonariam a área. “Muitas mulheres enfrentam a dupla jornada, falta de apoio institucional em momentos críticos da carreira, ambientes hostis ou pouco acolhedores”, diz. Segundo Anjos, contemplada da área de Ciências Exatas, da Terra e Engenharias, na categoria Estímulo, o fomento à participação feminina na Ciência, Tecnologia e Inovação é um investimento. “A ciência e a tecnologia são fundamentais para o progresso social e econômico. Um sistema científico mais inclusivo e representativo está melhor preparado para enfrentar os desafios complexos dos próximos séculos. Esses prêmios e programas de incentivo transformam o ecossistema científico brasileiro em um espaço verdadeiramente democrático, onde o mérito e a curiosidade científica são os únicos critérios que importam”, observa.
"Um sistema científico mais inclusivo e representativo está melhor preparado para enfrentar os desafios complexos dos próximos séculos. Esses prêmios e programas de incentivo transformam o ecossistema científico brasileiro em um espaço verdadeiramente democrático, onde o mérito e a curiosidade científica são os únicos critérios que importam"A pesquisadora ressalta que o apoio à participação de mulheres na ciência não é apenas questão de justiça, mas também de qualidade científica. “A ciência se beneficia imensamente da diversidade de perspectivas. Cada pessoa traz consigo experiências, questionamentos e olhares únicos sobre o mundo. Precisamos garantir que essas mulheres permaneçam, cresçam e prosperem na academia. Precisamos de mentoria, de bolsas, de ambientes acolhedores, de políticas de permanência efetivas”, salienta. Anjos também considera a participação das mulheres na ciência inspira meninas a visualizarem esse futuro para si mesmas. “Durante minha formação, tive pouquíssimas referências femininas na física. Isso faz diferença. Quando jovens veem mulheres desenvolvendo pesquisas de ponta, participando de colaborações internacionais, isso amplia seus horizontes sobre o que é possível”, afirma.
Anjos diz que o reconhecimento trazido pelo Prêmio Mulheres e Ciência é a validação do caminho que ela escolheu na área de física, campo tradicionalmente dominado por homens. “Ver meu nome entre as ganhadoras me emociona, porque sei que representa esperança para outras jovens que também estão começando suas jornadas. O reconhecimento também me dá visibilidade para continuar desenvolvendo projetos que me são muito caros, como o Física em Braile, e para trabalhar ativamente no engajamento de meninas e mulheres negras que sonham com uma carreira acadêmica”, comenta.
Para a pesquisadora Gabriela Lotta, ganhadora da área de Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes, também na categoria Estímulo, o reconhecimento do papel das mulheres na ciência é fundamental pois ajuda a transformar o cenário, ao mostrar que ciência também é um espaço de realização, criação e liderança feminina. “Premiações como esta ampliam a visibilidade do que as mulheres produzem e tornam mais transparentes e justos os processos de reconhecimento científico. Um prêmio como este reafirma que, apesar dessas barreiras estruturais, as mulheres produzem ciência de excelência e contribuem decisivamente para o impacto e a transformação social”, salienta ela, que é bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq e professora de Administração Pública e Governo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP).Lotta comenta três pontos que, em sua opinião, sinalizam os obstáculos que as mulheres cientistas ainda enfrentam. “Em primeiro lugar, porque, embora estejamos presentes na academia e produzindo conhecimento de alta qualidade, nós — e nosso trabalho — ainda recebemos menos visibilidade, muitas vezes atravessadas por disputas e dinâmicas de poder nas instituições acadêmicas. Em segundo lugar, persistem desigualdades de oportunidades entre homens e mulheres na carreira científica. Essas desigualdades afastam meninas e mulheres da ciência, que muitas vezes não se percebem como pertencentes a esses espaços. Por fim, há ainda a desigualdade na divisão social do trabalho doméstico e do cuidado. Em profissões como a acadêmica, a suposta ‘flexibilidade’ frequentemente se converte em sobrecarga para as mulheres”, afirma.
A pesquisadora diz que sua escolha como agraciada do Prêmio Mulher e Ciência é o reconhecimento de um trabalho construído ao longo de mais de vinte anos e, mais do que pessoal, o prêmio celebra um esforço coletivo e reafirma a relevância de uma agenda de pesquisa que impacta de forma direta a vida de todos. “Há mais de duas décadas me dedico a estudar o Estado brasileiro e a contribuir, por meio da ciência, para o seu fortalecimento — para que seja capaz de formular e implementar políticas públicas que melhorem a vida da população de forma democrática, inclusiva e justa”, comenta a pesquisadora, para quem o prêmio também sinaliza a relevância de se produzir conhecimento rigoroso sobre o funcionamento do Estado e sobre como aprimorar suas instituições para construir uma sociedade mais igualitária. “Ver um percurso que exigiu tanto esforço, dedicação e persistência ser reconhecido publicamente é motivo de grande emoção e responsabilidade, inclusive sobre como inspirar futuras gerações de cientistas”, diz.
Resposta à invisibilização e baixa representatividadeA ganhadora na área de Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes na categoria Trajetória, Liliam Cristina Barros Cohen, bolsista de Produtividade em Pesquisa (PQ) do CNPq e professora do Instituto de Ciências da Arte da Universidade Federal do Pará (UFPA), acompanha os argumentos das outras contempladas no que se refere à importância de se estipular incentivos à participação das mulheres nas ciências. “As mulheres reconhecidamente vêm contribuindo com as ciências desde sempre, mesmo diante dos desafios e adversidades. Invisibilizadas na história oficial, muitas vezes tiveram seus lugares e reconhecimentos usurpados por pessoas do sexo masculino”, lembra. A pesquisadora também ressalta o crescimento e a contribuição da produção de conhecimento realizada por mulheres nos Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs). “O que demonstra que os incentivos à participação das mulheres na Ciência, Tecnologia e Inovação irão potencializar esse manancial de conhecimento acumulado e gerado por mulheres”, completa.
"As mulheres reconhecidamente vêm contribuindo com as ciências desde sempre, mesmo diante dos desafios e adversidades. Invisibilizadas na história oficial, muitas vezes tiveram seus lugares e reconhecimentos usurpados por pessoas do sexo masculino", Liliam Cristina Barros Cohen, pesquisadora
Ao demonstrar sua gratidão pelo reconhecimento de sua trajetória como artista e pesquisadora amazônica, Cohen considera relevante destacar o campo das artes\música como área de produção de conhecimento sobre o mundo, os modos de vida das pessoas, suas relações com o meio ambiente e as interações sociais geradas pela arte. “Do ponto de vista pessoal, me sinto honrada em ter sido indicada ao prêmio Mulher e Ciência e absolutamente feliz, pois toda a minha vida busquei vivenciar e compreender o mundo e, em especial, as Amazônias, por meio das artes e da música. Como professora, sempre procurei estimular meus alunos músicos e pesquisadores a produzirem falando e fazendo música, gerando conhecimento musical e sobre música na Amazônia. Diante dos enormes desafios em fazer ciência na Amazônia, o prêmio me faz acreditar ainda mais no potencial da pesquisa, do fazer artístico e do ensino na minha região”, completa.
A pesquisadora Teresa Bernarda Ludermir, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), agraciada da área de Ciências Exatas e da Terra, e Engenharias na categoria Trajetória disse que receber o prêmio é uma honra que a emociona profundamente, não apenas pelo reconhecimento individual, mas pelo que ele simboliza coletivamente. "Trata-se de uma iniciativa fundamental para dar visibilidade à produção científica de excelência realizada por mulheres no Brasil, especialmente em áreas como a computação e a inteligência artificial, historicamente marcadas por baixa representatividade feminina", disse.Teresa acrescentou que o prêmio reafirma que competência, liderança e inovação não têm gênero, e que políticas públicas de reconhecimento são instrumentos poderosos para corrigir desigualdades estruturais. "Ao valorizar trajetórias consolidadas, o CNPq também envia uma mensagem clara às jovens pesquisadoras: é possível ocupar espaços de protagonismo na ciência brasileira e internacional. Esse incentivo simbólico e institucional é essencial para ampliar a participação das mulheres na pesquisa, fortalecer a diversidade e, consequentemente, melhorar a qualidade e o impacto da ciência produzida no país."
Em entrevista à Assessoria de Comunicação da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a pesquisadora Deborah Malta, agraciada da área de Ciências da Vida, na categoria Trajetória, considera o prêmio um reconhecimento por sua atuação profissional e lembrou que seu caminho acadêmico contou com múltiplas participações. “Muitos participaram dessa construção: familiares, amigos, alunos, docentes, direções dos órgãos de que participei, agências de apoio de fomento e, em especial, o Ministério da Saúde e a UFMG”, avaliou. De acordo com a pesquisadora, bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq e professora titular da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o prêmio também reflete melhores parâmetros de sua área de conhecimento. “Essa premiação também remete à construção de melhoria da informação em saúde, do enfrentamento das DCNTs [doenças crônicas não transmissíveis] e seus fatores de risco, de construção de políticas públicas de promoção da saúde, de enfrentamento de desigualdades sociais e da violência de gênero e das ações em prol da melhoria do SUS”, enumera.Deborah disse que preconceitos, estereótipos de gênero e a falta de apoio ainda minam a continuidade e o sucesso de carreiras promissoras pelo mundo. Para ela, o Prêmio Mulher e Ciência destaca a excelência da participação feminina na solução dos grandes desafios da humanidade, além de funcionar como estímulo à capacitação de outras mulheres cientistas. “Esta iniciativa, constitui uma visão estratégica na valorização do papel da mulher na Ciência. Incentivar meninas e mulheres requer decisão política para a superação destas barreiras. A participação da mulher na ciência agrega novos olhares, novas perguntas e temas, como a perspectiva do cuidado em saúde e da diversidade, tornando-se essencial para a na Ciência, Tecnologia e Inovação”, disse.
Nesta segunda edição, as instituições vencedoras na categoria Mérito Institucional foram, em primeiro lugar, a Universidade Federal do Pará (UFPA); em segundo lugar, a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE); e em terceiro lugar, a Universidade Federal do Piauí (UFPI).
Sobre o Prêmio
O Prêmio Mulheres e Ciência tem o objetivo de promover a diversidade, a pluralidade e a participação de mulheres nas carreiras de ciência, tecnologia e inovação, além de fortalecer a equidade de gênero, étnica e racial, e, ainda, premiar mulheres pelo reconhecimento do valor de suas pesquisas e outras atividades de aplicação de conhecimentos e de tecnologias. O prêmio é concedido a pesquisadoras que tenham contribuído para o conhecimento científico de excelência e o avanço tecnológico nacional e a jovens mulheres participantes do programa Asas para o Futuro, do Ministério das Mulheres, que, a partir do ingresso em cursos nas chamadas áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), apresentem projeto de continuidade para modificar a realidade local dessas áreas. Também contempla instituições comprometidas com o desenvolvimento de ecossistema de educação superior e ciência mais inclusivo e diverso.
O prêmio é atribuído a quatro categorias: Incentivo, para mulheres de 15 a 29 anos participantes do Programa Asas para o Futuro; Estímulo, para pesquisadoras que concluíram o doutorado a partir de 2010; Trajetória, para pesquisadoras que terminaram o doutorado até 2009; e Mérito Institucional, destinada às instituições de educação superior ou institutos de pesquisa com planos de ação estratégicos desenvolvidos para a indução de políticas de igualdade de gênero. Nessa última categoria, são premiadas as três instituições mais bem classificadas.
As premiadas na categoria Incentivo receberão R$ 5 mil, certificado/troféu, mais passagem aérea para participação em congresso científico no país, no ano da premiação ou no ano subsequente. As agraciadas na categoria Estímulo receberão R$ 20 mil, certificado/troféu, mais passagem aérea e até seis diárias para participação em congresso científico no país ou no exterior, no ano da premiação ou no ano subsequente. As contempladas na categoria Trajetória receberão como premiação um valor de R$ 40 mil, certificado/troféu, mais a possibilidade de fazer missão para o Reino Unido, para discussão de políticas em educação superior e ciência, no ano da premiação ou no ano subsequente. Todas as premiadas recebem passagens aéreas e hospedagem para permitir sua participação na cerimônia de premiação, em Brasília.
As instituições premiadas com o Mérito Institucional, além de valor de R$ 50 mil, a ser investido no desenvolvimento de ações mencionadas no plano de ação apresentado quando da submissão da candidatura, recebem, ainda, certificado/troféu e imersão para o desenvolvimento de capacidades, sob a responsabilidade do British Council. Os representantes das instituições premiadas também receberão passagens aéreas e hospedagem, para participar da cerimônia de premiação.







