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BH e Nova Lima terão apoio para projetos de prevenção de risco
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
Belo Horizonte e Nova Lima, em Minas Gerais, estão entre os seis municípios brasileiros que vão se tornar laboratórios práticos de ações à prevenção de riscos de desastres e desenvolvimento urbano sustentável. As duas cidades apresentaram projetos de Soluções Baseadas na Natureza (SbN) como estratégia central de redução de riscos.
As duas cidades mineiras fazem parte da segunda fase do projeto Desenvolvimento Urbano Integrado com enfoque na Redução de Riscos de Desastres Geo-hidrológicos. A iniciativa é coordenada pelo Ministério das Cidades, que oferece mentoria para os projetos pilotos no local da intervenção, em parceria com a Fundação Fiocruz.
Belo Horizonte, por meio da Coordenadoria Especial de Mudanças Climáticas, focou em colocar a “cidade esponja” em prática, a capital mineira propôs uma transição da "infraestrutura cinza", incluindo jardins de chuva, pátios naturalizados em escolas e até a transformação de campos de futebol públicos em bacias de detenção de águas pluviais, integrando isso a uma política de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA).
Já Nova Lima, por meio da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa Civil e Secretaria Municipal de Habitação, apostou na mitigação de riscos geo-hidrológicos e tecnológicos (barragens) na região dos distritos de Honório Bicalho e Santa Rita. Incorporando políticas de habitação, como a Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social, para requalificar moradias em áreas vulneráveis, tratando o planejamento urbano como ferramenta preventiva de longo prazo frente a eventos climáticos extremos.
O secretário Nacional de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, Carlos Tomé Junior, destacou a importância do projeto. “É por meio de projetos como esse que conseguimos transformar o planejamento urbano em uma ferramenta concreta e preparar as cidades para os desafios que estão por vir”, afirmou.
Além dos municípios mineiros, foram selecionados Nova Friburgo (RJ); Paraíba do Sul (RJ); Petrópolis (RJ) e Simões Filho (BA). As ações começam em março. Uma oficina presencial voltada ao ajuste do manual à realidade de cada território será realizada em maio.
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