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OMS DECLARA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, avaliou durante coletiva de imprensa que a ausência de uma vacina contra o Zika e de testes de diagnóstico confiáveis somados à falta de imunidade na população dos países afetados pelo vírus constituem fatores de preocupação.
Ao decretar situação de emergência em saúde pública de importância internacional, a OMS considera a necessidade de ação coordenada entre os países e analisar se a situação apresenta risco à saúde global.
O assunto começou a ser discutido pela entidade hoje, em Genebra, com a previsão da criação de um comitê de emergência, criado após a informação de que o governo brasileiro levantou a possibilidade de o vírus Zika, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, ser motivo do aumento de nascimentos de crianças com microcefalia, considerando, ainda, que as informações repassadas mudou o perfil de risco do Zika, de uma leve ameaça a uma epidemia de proporções alarmantes, ainda segundo o que prevê a OMS.
A Comissão não encontrou qualquer justificativa de saúde pública para restringir as viagens ou o comércio como medida para prevenir a propagação do vírus zika.
A OMS afirma que medidas de proteção mais importantes são o controle de populações de mosquitos e a prevenção de picadas de mosquito em indivíduos em situação de risco, especialmente mulheres grávidas, não havendo qualquer justificativa de saúde pública para restringir as viagens ou o comércio como medida para prevenir a propagação do vírus zika.
Fonte: Agência Brasil. Fevereiro, 2016. / OPAS.2016.
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