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Novas formas de pesquisar a polinização são tema de estreia do Bate Papo INPol
Estudar interações entre plantas e polinizadores nem sempre é simples. Muitos desses encontros acontecem em flores minúsculas, com insetos rápidos ou quase invisíveis a olho nu. Hoje, novas tecnologias estão ajudando cientistas a registrar essas relações com muito mais precisão.
Equipamentos como vibrômetros conseguem simular, em laboratório, o comportamento de abelhas que vibram flores para liberar pólen. Já câmeras trap instaladas nas árvores registram visitantes discretos, como os pequenos polinizadores das flores de cacau.
No primeiro episódio do Bate Papo INPol, os convidados são Tereza Cristina Giannini, pesquisadora do Instituto Tecnológico Vale (ITV) especializada em interações ecológicas e serviços ecossistêmicos como polinização e dispersão de sementes, e Vinicius Brito, professor da Universidade Federal de Uberlândia que investiga ecologia de ecossistemas e biologia reprodutiva das plantas.
Juntos, eles discutem metodologias alternativas para estudar interações planta–polinizador e mostram como a tecnologia está ampliando o que conseguimos observar na natureza.
Assista e descubra novas formas de pesquisar a polinização. O episódio completo está no canal do INPol no YouTube.
O projeto Bate Papo INPol é uma iniciativa dos bolsistas do INCT Polinização (INPol). Este primeiro episódio da série teve a participação de Victor Duarte, do Eixo Polinização em Ecossistemas, e Renata Santos Souza, de Polinização Aplicada.
O INPol integra o Programa Institutos Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação do MCTI e se dedica à pesquisa científica e disseminação do conhecimento sobre polinização, polinizadores e serviços ecossistêmicos, que são os benefícios que as pessoas obtêm da natureza, essenciais para nossa sobrevivência, atividades econômicas e bem-estar.