Exposição Principal
A exposição de longa duração “Muito mais que um jardim” traz a essência do museu por meio de oito experiências.
Uma Coleção Viva
N primeira sala, há a projeção sobre uma maquete do Jardim Botânico, 500 vezes menor, que destaca áreas e trilhas temáticas, topografia e sua relação geográfica com a floresta. Além de mostrar as árvores e os principais edifícios históricos, também estão representados nela os espaços onde se desenvolvem pesquisas científicas como laboratórios, bibliotecas e salas de aula. Ao lado, uma instalação visual com painéis de led posicionados sobre uma mesa coberta com terra, trazem imagens feitas em time lapse, tecnologia que torna visível o movimento lento das plantas. Nas paredes deste espaço, estão escritos os nomes científicos (e em alguns casos os nomes populares) de 1.200 espécies de plantas presentes no Arboreto do JBRJ. A arte criada com esses nomes foi feita por meio de um software, que levou em conta a forma das raízes das plantas.
Instalação imersiva “Sumaúma: copa, casa, cosmos”
Obra imersiva de autoria de Estevão Ciavatta com narração de Regina Casé. Em um espaço circular, o público acompanha em 360º o crescimento da Sumaúma (Ceiba pentandra) - árvore amazônica de grande porte - desde a semente, passando pela formação de raízes, seu crescimento, sistemas internos, até conectar a terra e o céu.
Flora brasileira em perigo
Neste espaço, um gráfico mostra a quantidade de espécies plantas identificadas e avaliadas quanto ao risco de extinção, as categorias de conservação destas, suas principais ameaças e os respectivos planos de ação para preservação. No centro da sala, uma instalação apresenta mais de 100 ilustrações botânicas, produzidas principalmente no século XIX. Em cada uma delas, luzes que podem ser verdes, amarelas e vermelhas, destacam o risco de extinção das plantas. E, em uma das paredes, um vídeo evidencia as principais atividades humanas que estão destruindo a flora, como a agricultura, a exploração da madeira, a mineração e a produção de energia, a poluição, entre outros. Completa a sala uma bancada que mostra, em menor escala, como é um herbário, com coleções de exsicatas (amostra de planta que depois de prensada e seca é fixada em uma cartolina com suas informações, como local e data de coleta), fungos, coleções spirit (plantas preservadas em meio líquido), carpoteca (coleção de parte de plantas de grandes dimensões), banco de sementes, xiloteca (coleção de madeira), banco de DNA, entre outros. Grande parte deste material pode ser manipulado pelos visitantes.
Nas rotas das expedições
Nesta sala, estão destacados os biomas brasileiros e os principais materiais de pesquisa de campo dos pesquisadores. Em uma bancada, estão substratos de diferentes tipos de paisagens que podem ser explorados pelos visitantes por meio de microscópios de mão.
Por dentro dos experimentos
Esta sala apresenta, com vidrarias, microscópios, uma reprodução didática de uma célula vegetal e de uma fita de DNA, óleos essenciais, entre outros elementos.