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INTELIGÊNCIA PENAL
SENAPPEN realiza II Seminário Internacional em Inteligência Penal: integração no combate ao crime organizado
Brasília/DF, 08/05/2026 – A Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) realizou, nos dias 6 e 7 de maio de 2026, o II Seminário Internacional em Inteligência Penal, em Brasília.
O evento contou com a presença de diversas autoridades, entre elas o Secretário Nacional de Políticas Penais, André Garcia; o Diretor de Inteligência Penal da SENAPPEN, Antônio Glautter; o Diretor da Polícia Penal Federal da SENAPPEN, Marcelo Stona; o Vice-diretor-Geral da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Rodrigo Aquino; além dos diretores-gerais da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e da Polícia Rodoviária Federal, Antônio Fernando Souza Oliveira.
O seminário teve como objetivo fortalecer a integração institucional entre os órgãos de inteligência penal da Espanha e da Argentina, promovendo estratégias conjuntas de enfrentamento à expansão do crime organizado. Para ampliar o intercâmbio de experiências e boas práticas na área, o evento contou com a participação de Hugo Parra, diretor de Inteligência Penal e Investigações Judiciais da Argentina, e de Daniel Pascual, professor, pesquisador e especialista em segurança pública.
Durante o encontro, foram debatidas boas práticas, experiências e estratégias voltadas ao aprimoramento da atividade de inteligência no sistema penitenciário. A iniciativa promoveu uma troca de experiências e informações entre especialistas, gestores, pesquisadores e profissionais da área, contribuindo para o fortalecimento das capacidades operacionais e institucionais.
Para o Secretário Nacional de Políticas Penais, André Garcia, o seminário se insere em um contexto de preparação e acúmulo de conhecimentos, reunindo boas práticas desenvolvidas pelos países vizinhos e também pelos estados brasileiros, em um esforço conjunto do governo no enfrentamento ao crime organizado.
“A iniciativa é um marco para a evolução da inteligência no sistema penitenciário brasileiro, ao reunir especialistas nacionais e internacionais em um espaço de diálogo e cooperação. Nada melhor do que reunir todas as áreas de inteligência para trocar experiências e fortalecer estratégias, a fim de que o trabalho desenvolvido pelas forças de segurança e pelas polícias contribua de forma cada vez mais efetiva para tornar a sociedade brasileira mais segura.”
O Diretor de Inteligência Penal da SENAPPEN, Antônio Glautter, destacou que mais de 2.800 pessoas estrangeiras estão custodiadas no sistema penal brasileiro. Da mesma forma, também há muitos brasileiros custodiados em outros países.
“Por isso, essa integração é fundamental e envolve diversos órgãos e instituições, como a ABIN, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, as forças militares, as forças policiais, o Ministério Público e a magistratura. Este é um momento de reconhecer a importância e fortalecer a inteligência penal, tanto no âmbito nacional quanto internacional.”
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