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Prêmio Mulheres na Ciência: Policial Penal Federal recebe premiação em solenidade na Câmara dos Deputados
Brasília/DF, 10/06/2025 - A policial penal federal, Eli Narciso Torres, recebeu o Prêmio Mulheres na Ciência Amélia Império Hamburger da Câmara dos Deputados. A solenidade de entrega do prêmio, que é concedido a cientistas que se destacam por suas contribuições para a ciência, ocorreu na manhã desta terça-feira (10) no Salão Nobre da Câmara. Eli foi agracida junto com as cientistas Adriana Goulart e Fernanda Farnese.
A policial penal federal desenvolve produções acadêmicas na área de segurança pública, entre elas, em destaque, estão os livros: Prisão, Educação e Remição de Pena no Brasil; Prisões, Violência e Sociedade: Debates Contemporâneos (Vol. I); Prisões, Violência e Sociedade: Saberes e Perspectivas (Vol. II). Além de suas contribuições acadêmicas, a estudiosa lidera grupos de trabalho e simpósios internacionais sobre políticas penais, execuções penais e crime organizado nas prisões brasileiras, promovendo debates em âmbito nacional e internacional.
Por meio de suas contribuições acadêmicas, a pesquisadora tem sido essencial no processo de formação e aperfeiçoamento profissional das carreiras policiais, desempenhando funções estratégicas no Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).
Além de PPF, Eli Narciso é socióloga, Doutora em Educação pela UNICAMP, Pós-Doutora na área de Inteligência Penitenciária pela Universidade Nova de Lisboa. O Pós-doutoramento foi classificado com “Distinção” em certificação emitida pela Universidade. Cabe ainda mencionar que se trata do primeiro Pós-doutoramento institucional realizado no exterior, com apoio do MJSP.
Para Eli Torres, “o agraciamento com o prêmio Mulheres na Ciência 2025, da Câmara dos Deputados representa o reconhecimento de uma trajetória de pesquisas e de militância por transformações no campo das políticas penais, com especial interesse nas pautas transformadoras da educação em espaços de privação de liberdade. Além disso, é o reconhecimento de uma “pesquisadora orgânica,” no sentido Gramsciano, que construiu a intelectualidade em simbiose permanente com a sua origem de classe social, raça e intrínseca às relações de trabalho como policial penal. Ou seja, a produção científica em articulação com a própria realidade”.
A premiação visa estimular a participação das mulheres no campo científico e reconhecer a excelência feminina na solução dos grandes desafios da humanidade. O prêmio homenageia Amélia Império Hamburger, célebre cientista brasileira que se destacou por suas importantes contribuições para a ciência no Brasil.
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