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Serviço Florestal Brasileiro recebe certificado de Dryland Champion, da ONU
Foto: Serviço Florestal Brasileiro.
O Serviço Florestal Brasileiro recebeu juntamente outras organizações de desenvolvimento do Semiárido brasileiro, o Certificado do Programa Dryland Champions, instituído pela Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca UNCCD. A cerimônia de entrega foi realizada no dia Mundial de Combate à Desertificação (17/06) no Ministério do Meio Ambiente.
O Programa Dryland Champions é destinado a homenagear as atividades das pessoas e/ou organizações e empresas que fazem uma contribuição prática ao manejo sustentável. Sob o lema Dryland Champions "Eu sou parte da solução", a iniciativa centra-se em primeiro lugar, sobre as pessoas, o seu empenho e esforços para melhorar as condições de vida das populações e as condições dos ecossistemas afetados pela desertificação e seca.
O Dia Mundial de Combate à Desertificação teve este ano o lema “Proteger a terra. Restaurar os solos. Envolver as pessoas”. A data foi estabelecida pela Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos das Secas (UNCCD, em inglês) como um alerta à humanidade para os diversos problemas de degradação ambiental e de terras em várias partes do mundo.
O diretor de Fomento e Inclusão Florestal, Carlos Eduardo Sturm, que representou o Serviço Florestal Brasileiro na cerimônia de entrega dos certificados explicou que o certificado foi outorgado em razão do conjunto de ações que o Serviço Florestal vem desempenhando na Caatinga.
“Desde 2008 o Serviço Florestal iniciou um processo de apoio a atividades sustentáveis na Caatinga, principalmente no manejo florestal comunitário. Em 2010 conseguimos, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal, intensificar estas ações na Caatinga com o apoio do Fundo Clima e do Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal e, hoje, estamos colhendo os frutos desse trabalho”, contou Sturm.
O Brasil é signatário da UNCCD, junto com outros 192 países. Esse compromisso estabelece padrões de trabalho e metas internacionais para ações coordenadas na busca de soluções que atendam às demandas socioambientais nos espaços áridos, semiáridos e subúmidos secos, particularmente onde residem as populações mais pobres do planeta.