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Serviço Florestal Brasileiro entrega III Prêmio de Economia e Mercado Florestal
Foto: Serviço Florestal Brasileiro.
Em cerimônia realizada na manhã desta terça-feira (22/03), foram laureados os vencedores do III Prêmio Serviço Florestal Brasileiro em Estudos de Economia e Mercado Florestal, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília (DF). Durante a cerimônia, o diretor geral do Serviço Florestal Brasileiro, Raimundo Deusdará, apresentou a trajetória de dez anos da instituição.
Foram premiados Bruno Pereira, na categoria Graduandos, com o trabalho “Otimização da Produção Madeireira de um Povoamento de Eucalipto”; Alan Ferreira Batista, autor de “O Uso de Ferramentas de Otimização para Concessões Florestais na Amazônia: uma Abordagem Econômica”, em 1º Lugar, categoria Profissionais; Marcio Augusto Sekef Sallem, por “Um Arcabouço de Contas Econômicas Ambientais para Mensuração da Sustentabilidade Florestal”, em 2º Lugar, categoria Profissionais; e João Carlos de Pádua Andrade, também Categoria Profissionais, 3º Lugar, com o título “Manejo Florestal no Estado do Espirito Santo: o Cultivo da Palmeira Juçara (Euterpe edulis) como Alternativa Econômica e Ambiental”.
O prêmio é uma parceria entre SFB, a Escola de Administração Fazendária (Esaf) e Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Florestas, emprego e renda
O secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, Carlos Augusto Klink, frisou a importância do trabalho que vem sendo desenvolvido pelo SFB para a conservação e o uso sustentável das florestas, e os resultados sociais das concessões, que geram emprego e renda. Para ele, a premiação vem neste sentido.
Para o diretor geral do SFB, Raimundo Deusdará, os trabalhos apresentados guardam uma relação muito forte com as diversas iniciativas do SFB. “O prêmio, de certa forma, soma a um ciclo de dez anos com um conjunto de ferramentas muito importantes para a elaboração de políticas públicas para o desenvolvimento florestal sustentável”.
Liderança Florestal
Shelley Carneiro, gerente-executivo da CNI, chamou a atenção para o fato de que o Brasil é um dos líderes em tecnologia florestal e possui papel importante na produção de fibras, madeira e energia e lembrou que, a partir desta terceira edição, a CNI passa a ser mais do que uma apoiadora, mas uma co-realizadora do prêmio.
“Nossa expectativa é de que este marco simbólico signifique mais que o apoio operacional. Consideramos essencial a parceria entre o Governo, a CNI e setor de base florestal”, disse Shelley, acrescentando que o interesse comum que liga a todos ali é o desenvolvimento florestal sustentável.
O vencedor da Categoria Profissional, Alan Batista, explicou que seu trabalho visa justamente impulsionar as concessões no Brasil, agregando valor à própria área – alavancando, assim, a rentabilidade do negócio florestal sustentável e atraindo a iniciativa privada. “Pelo lado do Serviço Florestal Brasileiro, passamos a ter uma inclusão social e econômica em áreas onde só havia proteção integral, agregando, assim, estes três pilares da sustentabilidade”, explicou Alan.
Veja aqui o nome dos autores e trabalhos vencedores do III Prêmio Serviço Florestal Brasileiro em Estudos de Economia e Mercado Florestal e as fotos da premiação.
