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PERSPECTIVAS
Responsabilidade fiscal, políticas sociais e investimento consolidaram futuro próspero, aponta Durigan
As conquistas obtidas pelo Governo do Brasil desde 2023 e as perspectivas positivas que o país tem para o futuro neste início de 2026 foram destacadas nesta quarta-feira (7/1) pelo ministro da Fazenda substituto, Dario Durigan, em evento realizado no Palácio do Planalto para o anúncio da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do Sistema Único de Saúde (SUS).
“Plantamos muita responsabilidade fiscal, a retomada das políticas sociais, do investimento público. Estamos colhendo, agora. Estamos colhendo o menor desemprego da série histórica, a retomada do crescimento com baixa inflação, baixo desemprego no país, baixo nível de jovens ‘nem-nem’, temos políticas sociais voltadas para futuro”, afirmou.
Todos esses avanços obtidos para o país nos últimos anos estão plenamente alinhados ao norte dado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ressaltou Durigan. Ele reforçou, ainda, a importância da liderança do ministro Fernando Haddad na construção e solidificação dessa agenda positiva para o Brasil.
Entre outros avanços já obtidos, o ministro da Fazenda substituto destacou as medidas de justiça tributária, com as históricas reformas tributárias do consumo e da renda. No atual governo foi aprovada tanto a taxação dos super-ricos, que pagavam, proporcionalmente, menos impostos que os mais pobres, assim como a redução da cobrança de Imposto de Renda para brasileiros que recebem até R$ 5 mil por mês (além de redução de alíquota para aqueles que ganham até R$ 7.350 mensal). O ministro da Fazenda substituto lembrou que, ao assumir a presidência do G20, o Brasil também levou a pauta da taxação dos super-ricos à esfera das discussões internacionais.
Compromissos
“Sempre tivemos o compromisso de dar as características estruturantes para conseguirmos plantar e colher projetos como este [da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do SUS]. São R$ 1,7 bilhão de investimentos em uma nova saúde, em um novo SUS, nos hospitais inteligentes do país”, reforçou Durigan. “O senhor [Presidente Lula] sempre nos conduziu para que semeássemos e plantássemos no solo fértil do nosso país bons projetos e boas ideias”, declarou, reforçando que os resultados desse esforço reestruturador estão sendo colhidos, em especial, nos anos de 2025 e 2026.
“A verdade nua e crua é que precisamos garantir que o povo mais humilde não pode ser invisível. Ele tem que ser olhado. É para eles que a gente governa. É em função dele que temos que melhorar a coisas”, declarou o Presidente Lula. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, reforçou essa perspectiva, afirmando que o atendimento de ponta não pode ser privilégio de alguns, mas acessível a todos os brasileiros.
A importância do anúncio da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do SUS foi exaltada por Durigan, no contexto da construção de um país mais justo, que cuida de sua população. “Esse é um projeto que gera frutos para o futuro do país, frutos que apontam para um novo SUS, um SUS mais inteligente, um SUS mais conectado. Afinal de contas, tecnologia, inteligência artificial, têm que ter esse bom uso; não o uso do ódio, do malfeito, que o senhor e o seu governo ajudaram a limpar, para que pudéssemos plantar essas novas sementes Esse, sim, é o uso que deve ser feito da tecnologia, da inteligência artificial, para termos medicina de alta precisão em prol dos mais pobres, em prol da maioria da população, que usa o SUS”, afirmou o ministro da Fazenda substituto.
Financiamento
Na cerimônia realizada no Palácio do Planalto, Durigan assinou com a presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), o “Banco dos Brics” e ex-presidente da República, Dilma Rousseff, contrato que financiará o início do projeto de estruturação da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do SUS. A primeira iniciativa será a construção do instituto tecnológico de emergência do Hospital das Clínicas de São Paulo, que será o primeiro hospital inteligente do Brasil. Prevê, ainda, a implantação de 14 UTIs [Unidades de Terapia Intensiva] automatizadas e interligadas em todo o País.
Dilma Rousseff disse que a assinatura do contrato de financiamento para o projeto dos hospitais inteligentes do SUS representa um “momento histórico” para o NDB e para o Brasil. “Vamos dar uma contribuição não só para o Brasil, com este projeto, mas para todos os países do Brics, da América Latina e para todos os outros países do mundo que se interessarem por este projeto”, afirmou. O crédito será de US$ 320 milhões (R$ 1,7 bilhão), com prazo de pagamento de 30 anos, explicou.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, apontou que, com essa frente de ação, o SUS vai liderar uma nova fronteira tecnológica, permitindo levar à rede pública de saúde tecnologias que nem os principais hospitais privados do país dispõem atualmente. “Vamos constituir uma rede de serviços de hospitais, de UTIs conectadas em todo o país, que vai trazer o que tem de mais moderno hoje em relação à medicina de alta precisão, de alta tecnologia, do uso da inteligência artificial. O SUS vai ajudar a liderar esse processo de incorporação tecnológica no Brasil”, declarou Padilha.
Confira o pronunciamento do ministro da Fazenda substituto, Dario Durigan, no evento de anúncio da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do SUS
