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BALANÇO E PERSPECTIVAS

Recordes em indicadores comprovam sucesso da política de desenvolvimento sustentável, aponta SPE

Brasil hoje têm os menores níveis históricos de desemprego, desigualdade, pobreza, miséria, além dos melhores patamares de investimento em infraestrutura, financiamento e exportações
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Publicado em 06/02/2026 17h26

06/02/2026 - [SPE] Boletim Macrofiscal

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda (MF) divulgou nesta sexta-feira (6/2) o “Balanço macrofiscal de 2025 e perspectivas de 2026”. O estudo aponta que, para este ano, há expectativa de estabilidade no ritmo de crescimento e de continuidade da desinflação, possibilitando redução nos juros básicos. A estimativa da SPE aponta para expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,3% em 2026. Para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a projeção aponta para índice de 3,6%. O material também destaca que o mandato de 2023 até 2025 tem números recordes de desemprego, renda familiar e inflação, com fortes avanços sociais e no combate às desigualdades.

“No triênio 2023—2025, a taxa de crescimento média chegou a 3%, a maior taxa de crescimento desde o governo Lula II. Do ponto de vista do mercado de trabalho, também temos uma série de indicadores bastante positivos, com a menor taxa de desemprego da série histórica. Acabamos o ano bem perto de 5%. A taxa de informalidade também apresentou uma queda bastante expressiva, mostrando uma combinação bastante positiva”, destacou o secretário de Política Econômica, Guilherme Mello.

O secretário alertou que o Brasil encerrou 20205 também com o melhor índice de Gini e a menor quantidade de jovens que não estudavam e não trabalhavam (os “nem-nem”). “Temos um mercado de trabalho aquecido. As políticas públicas implementadas, tanto em relação ao salário mínimo, quanto às demais, de sustentação do crescimento e da renda, têm surtido efeito. Estamos no melhor nível de rendimento médio real da história. E isso também se reflete nas métricas de desigualdade, assim como nas métricas de pobreza e de extrema pobreza. Isso reflete o sucesso das políticas públicas implementadas nesses últimos anos e de como elas foram capazes de rapidamente trazer a situação social do país a um patamar nunca visto”, comentou Mello.

O estudo da SPE foi apresentado em coletiva realizada no Ministério da Fazenda, em Brasília. Além de Guilherme Mello; a coletiva contou com a participação da subsecretária de Política Macroeconômica, Raquel Nadal; e da subsecretária de Política Fiscal, Débora Freire.

Confira a íntegra do Balanço Macrofiscal de 2025 e perspectivas para 2026

Fatores

O balanço da SPE destaca também a recuperação do mercado de crédito observada desde 2023, com efeitos positivos sobre os índices de crescimento. Mello citou, entre outros pontos, o programa Desenrola, no início de governo (que facilitou a renegociação de dívidas de pessoas físicas); o robustecimento do Fundo Clima; o Eco Investe Brasil (potencializando o ingresso de investimentos estrangeiros); o Acredita (focado em micro e pequenas empresas) e a reformulação do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

Mello citou, ainda, o pico no desempenho de emissão de debêntures tradicionais e incentivadas. “Isso culmina em um dado muito importante: a recuperação, com recorde histórico, no nível de investimento em infraestrutura. Aqui, também, é fruto do sucesso do conjunto de políticas adotadas por este governo”, afirmou o secretário de Política Econômica, lembrando do recorde de concessões em várias áreas, além da recuperação do investimento público.

Outro destaque apresentado pelo secretário foi o nível recorde, ao final de 2025, do total de unidades habitacionais financiadas por meio do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e o volume de financiamentos de imóveis lastreados em recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Ele apontou que a mudança da lógica de financiamento imobiliário fundeado em recursos da Caderneta de Poupança, implantada no final de 2025, deve impulsionar ainda mais o setor.

“Outro dado importante é a recuperação das exportações. Respondendo a um conjunto de estímulos, as exportações batem recorde. Não é somente o setor agropecuário. As exportações de manufaturados também bateram recordes. Isso reflete em uma média mensal de saldo comercial que é a maior da história, bastante superior à dos governos anteriores”, comentou o secretário.

“Estamos falando de infraestrutura, residência, exportação, mercado de trabalho, crescimento, além dos indicadores sociais. Tudo isso mostrando uma economia que, nos últimos anos, rapidamente recuperou seu viço, após uma década bastante difícil. Os indicadores mostram que trilhamos um caminho de recuperação, chegando a patamares nunca antes vistos em diversos indicadores”, exaltou.

Inflação controlada

Guilherme Mello reforçou que tamanha retomada ocorreu sob um cenário de inflação controlada. “No quadriênio 2023—2026 teremos a menor inflação média da história”, declarou. O secretário ressaltou que esse conjunto de bons resultados acumulados e as boas perspectivas futuras refletem o amplo conjunto de esforços empreendidos pelo governo desde o início de 2023, colocando o Brasil na trilha do desenvolvimento sustentável.

“Teremos os menores níveis de desemprego, desigualdade, pobreza, miséria; assim como os melhores níveis de investimento em infraestrutura, de financiamento, de financiamento à habitação, de exportações. E tudo isso com o menor nível de inflação. Algo que, alguns anos atrás, muitos acreditariam ser impossível essa combinação. A gestão da política econômica, como um todo, não só da política fiscal, da política monetária, da política de crédito, da política de rendas e transferência; essa gestão conjunta da política econômica tem gerado um resultado que, para muitos era impensável e está acontecendo”, afirmou Mello.

O titular da SPE destacou também a recuperação do poder de compra das famílias, em trajetória ascendente desde 2023 (considerando o critério da relação entre o salário mínimo e o valor da cesta básica). Sob esse quesito, Mello relatou a importância do Plano Safra, do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e de outras medidas que auxiliar a redução a inflação (a menor, até 2025) a menor entre todos os mandatos.

“É mais um caso de política pública bem-sucedida, não apenas porque trouxe mais crédito, que culminou em um aumento importante na produção agrícola e no menor IPCA da alimentação em domicílio desde 2006”, completou. E toda essa expansão da agropecuária, lembrou, foi obtida sob amplificação de critérios de respeito à sustentabilidade na concessão do crédito agrícola.

Confiança

O cenário de resultados positivos, detalhou Mello, resultou na retomada da confiança dos investidores, levando a recordes na Bolsa de Valores e no aumento do investimento direto no Brasil. “Os investidores, em particular os internacionais, têm reconhecido o sucesso da condução da política econômica do país”, apontou o secretário.

Guilherme Mello reforçou que esse novo cenário foi construído sempre com estrito respeito aos compromissos fiscais firmados pelo atual governo, no rumo de reequilibrar as contas públicas e corrigir problemas herdados de gestões anteriores. Ele lembrou, por exemplo, que o superávit primário de 2022 não era estrutural e o orçamento de 2023 era irrealista, com falhas como as de subestimar e postergar despesas contratadas.

Diante do cenário verificado na virada de 2022 para 2023, o atual governo enfrentou os desafios e corrigiu falhas. Foi iniciado o processo de recomposição da base arrecadatória, erodida por governos anteriores, mas sob critérios de justiça tributária, com a evolução da carga tributária federal para uma composição mais baseada em impostos diretos e progressivos. Outros pontos de destaque foram a implantação do novo Regime Fiscal Sustentável, em substituição ao antigo teto de gastos, e a PEC da transição.

Cumprimento da meta

A publicação “Balanço macrofiscal de 2025 e perspectivas de 2026” mostra que a consolidação fiscal iniciada em 2024 reforça a expectativa de cumprimento da primeira meta superavitária em 2026, com perspectivas de continuidade dos esforços para a sustentabilidade fiscal, o fortalecimento do arcabouço fiscal e a estabilização do endividamento. A SPE indica que as medidas de correção de distorções e de promoção da progressividade tributária responderão por impacto positivo de R$ 481,4 bilhões nas receitas federais até o final de 2026.

Conforme aponta a SPE, há um nítido processo gradual de consolidação fiscal, no qual o resultado primário médio do atual ciclo de governo (-0,8% do PIB, considerando intervalo entre 2023 e 2026) será menor que o das duas gestões anteriores (-2%, no período 2015—2018; e -2,7%, entre 2019 e 2022).

Mello disse que a estabilização da trajetória da dívida do governo é um desafio, mas que conta com ações focadas em sua estabilização. “Importante ressaltar a importância de redução de gastos. Além do pacote de ajustes que aprovamos ao final de 2024, 2025 foi muito importante para a implementação dessas medidas, inéditas no país”, disse a subsecretária de Política Fiscal, Débora Freire, destacando o maior controle sobre as concessões do Benefício de Prestação Continuada (BPC). O titular da SPE ressaltou, ainda, o corte nos benefícios fiscais.

Sobre o cenário futuro, Mello apontou uma série de medidas que pavimentam o caminho de ampliação no ritmo do país rumo ao desenvolvimento sustentável, como as reformas tributárias da renda e do consumo; programas que promovem a elevação do investimento sustentável na indústria (como o Nova Indústria Brasil e a regulação do mercado de carbono brasileiro); medidas para estimular a construção (como o MCMV classe média) e a eficiência do crédito (como o novo marco de garantias).

Detalhamentos

Sobre a projeção de crescimento do PIB em 2,3% para 2025, a SPE explica que esse resultado reflete desaceleração acentuada na atividade agropecuária após a safra recorde de 2025, compensada por maior expansão da indústria e dos serviços. “A absorção doméstica tende a acelerar, ainda que parcialmente compensada por menor contribuição das exportações em um ambiente comercial global mais restritivo”, cita o material.

“O crescimento de 2,3% [de 2025] visto pela SPE é muito guiado pela expansão do setor agropecuário. Diferentemente de anos anteriores, a surpresa é que o crescimento foi guiado por setores não cíclicos da agropecuária e a indústria extrativa surpreendendo muito. A desaceleração acontece principalmente nos setores cíclicos. Apesar desse desempenho, tivemos uma desaceleração econômica significativa. Crescemos 3,4% em 2024 e 2,3% em 2025, abaixo do PIB potencial, guiada muito pelo que vemos nas taxas de juros, no maior patamar de 2015 em diante. A inflação caiu e a taxa de juros seguiu estável, então a taxa de juros real subiu muito, desestimulando crédito, et Cetera”, disse Raquel Nadal.

A respeito da inflação, o material informa que os preços devem se beneficiar com o excesso de oferta global de bens e combustíveis e com os efeitos defasados do enfraquecimento recente do dólar e da política monetária, ainda que sejam esperadas pressões moderadas para os preços de alimentos.

A subsecretária de Política Macroeconômica da SPE relatou que, para 2026, a expectativa é que o ritmo de expansão da atividade mundial siga resiliente, próximo ao observado em 2025, com expansão mais robusta nas economias emergentes.

No balanço dos resultados do ano passado, a SPE alerta que o crescimento brasileiro voltou a surpreender em 2025. “A surpresa repercutiu o desempenho melhor do que o esperado de atividades menos sensíveis ao ciclo, com destaque para a agropecuária e para a indústria extrativa. Mesmo com a surpresa, a atividade desacelerou em comparação a 2024, refletindo principalmente os efeitos contracionistas da política monetária sobre o crédito, afetando a indústria de transformação, a construção e os serviços mais cíclicos. O mercado de trabalho seguiu resiliente, sustentando a massa real de rendimentos e atenuando os efeitos da desaceleração do crédito sobre a demanda. O menor ritmo de crescimento de setores cíclicos em 2025 contribuiu para reduzir a inflação medida pelo IPCA de 4,8% em 2024 para 4,3% no ano”, detalha a SPE.

Ritmo de crescimento

Para 2026, a perspectiva da SPE é de estabilidade no ritmo de crescimento do País (+2,3%). “Temos várias políticas que devem estimular o ritmo econômico de indústria e serviços, com destaque para o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag); o Move Brasil (renovação da frota de caminhões); o Reforma Casa Brasil; além das novas regras de direcionamento da poupança, estimulando o crédito imobiliário”, relatou Raquel Nadal.

Ela sinalizou que haverá também impulsos promovidos no crédito ao trabalho (com o consignado do setor privado),  além de impactos positivos da isenção da cobrança de Imposto de Renda aos trabalhadores que recebem até R$ 5 mil por mês, com isenção parcial para os que ganham até R$ 7.350 mensal.

Confira a entrevista coletiva da SPE com a apresentação do Balanço Macrofiscal de 2025 e perspectivas de 2026  

Finanças, Impostos e Gestão Pública
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