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Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis
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Notícias

Publicado em 06/07/2022 16h16

Janeiro

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Publicado em 03/01/2024 16h23 Atualizado em 30/01/2024 11h30

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Março

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Publicado em 30/01/2024 11h27 Atualizado em 28/03/2024 17h39

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Maio

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Publicado em 06/05/2024 13h52 Atualizado em 29/05/2024 20h26

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Agosto

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Publicado em 02/08/2024 10h20 Atualizado em 02/12/2024 10h00

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Ministério da Saúde e ExpandTPT realizam capacitação sobre prova tuberculínica

Enfermeiros (as) estão sendo treinados(as) para realizar o teste em unidades de saúde de capitais brasileiras
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Publicado em 26/10/2023 15h01 Atualizado em 27/10/2023 10h17

O Ministério da Saúde está apoiando a realização de capacitações presenciais sobre as técnicas de aplicação e leitura da prova tuberculínica em cinco capitais brasileiras que fazem parte do programa ExpandTPT, projeto de expansão do tratamento preventivo da tuberculose. São Paulo, Recife e Porto Alegre já receberam a capacitação nos meses de setembro e outubro. Em novembro, será a vez de Manaus e Rio de Janeiro. 

A coordenadora-geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias Não Tuberculosas (CGTM/Dathi/SVSA/MS), Fernanda Dockhorn, destacou a importância desses eventos.  “É essencial qualificar mais profissionais de enfermagem para a realização e a leitura da prova tuberculínica, pois esse teste é o primeiro passo para considerar a oferta do tratamento preventivo para a tuberculose às pessoas com maior risco de adoecimento por tuberculose e, consequentemente, para aumentar o número de pessoas em tratamento da infecção latente por Mycobacterium tuberculosis (ILTB)”, afirmou. 

A ILTB ocorre quando uma pessoa se encontra infectada, mas sem manifestação da tuberculose ativa, ou seja, sem sinais e sintomas da doença. De acordo com a pasta ministerial, para iniciar o tratamento preventivo é necessário descartar definitivamente a presença da doença ativa. 

Prova tuberculínica 

A prova tuberculínica (PT) é um teste indicado para o diagnóstico da infecção latente e é recomendado, pelo Ministério da Saúde, para testagem de pessoas que tiveram contato com outra pessoa com tuberculose, dentre outras indicações. Além disso, também é usado na investigação de tuberculose ativa em crianças e na avaliação periódica de profissionais da saúde ou que trabalham em estabelecimentos de longa permanência.

ExpandTPT

O programa ExpandTPT, que tem como pesquisadora principal a médica Anete Trajman, é uma parceria entre a Rede Brasileira de Pesquisas em Tuberculose (Rede-TB) e a Stop TB Partnership, com apoio da CGTM (Dathi/SVSA/MS). O projeto visa promover o tratamento preventivo da tuberculose em contato de pessoas que têm tuberculose, com foco em cinco cidades piloto: Manaus, Porto Alegre, Recife, São Paulo e Rio de Janeiro. O objetivo é expandir as atividades também para o restante do país.

Curso do Ministério da Saúde chega a 15 mil acessos no CofenPlay

Qualificação está disponível no formato de podcast
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Publicado em 24/05/2023 16h28

O curso sobre tuberculose, lançado pelo Ministério da Saúde (MS) em parceria com o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) é um sucesso. Em formato de podcast, o curso está disponível na plataforma CofenPlay  desde dezembro de 2022 e já alcançou cerca de 15 mil ouvintes. Ao todo são 12 episódios, com participação de diferentes profissionais com expertise na resposta à tuberculose no Brasil.

Produzidos com base na publicação “Tuberculose na Atenção Primária à Saúde: Protocolo de Enfermagem” – de autoria do MS, os podcasts são voltados para técnicos em enfermagem e enfermeiros que atuam na Atenção Primária à Saúde (APS), bem como para estudantes e demais profissionais de saúde que compõem equipes multiprofissionais.

Além destes públicos, o material também é útil aos envolvidos com o atendimento direto ou indireto às pessoas com tuberculose, como gestores, coordenadores da APS e de Programas Estaduais e Municipais de Controle da Tuberculose.

Para acessar, seja pela plataforma ou aplicativo, é necessário criar login e senha. Ao final de cada episódio é possível participar de uma avaliação para receber o certificado. Confira! (https://cofenplay.com.br/)

Ministério da Saúde reforça o direito ao acesso à prevenção combinada em celebração ao Dia Nacional da Visibilidade Trans e Travesti

Marsha Trans Brasil e seminário recebem equipe para divulgar as ações do Dathi voltadas à população trans
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Publicado em 22/01/2025 16h50

Nos dias 26 e 27 de janeiro, gestores e técnicos do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (Dathi/SVSA/ MS) participarão das atividades da Segunda Marsha Trans Brasil e do Segundo Seminário Nacional de Visibilidade Trans em Brasília.

No primeiro evento, técnicos das coordenações do Departamento estarão no estande do Ministério da Saúde e atuarão na distribuição de insumos de prevenção como preservativos internos e externos, sachês de gel lubrificante, autotestes para HIV e materiais informativos.

A Marsha Trans é uma organização de movimentos sociais dos direitos das pessoas trans, como a Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (Antra). A mobilização é realizada em alusão ao Dia Nacional da Visibilidade Trans – celebrado em 29 de janeiro – e tem como objetivo pautar a garantia de direitos da população trans. A grafia do nome do evento faz referência à ativista trans negra Marsha P. Johnson, figura proeminente da luta pelos direitos LGBTQIA+ durante os anos 1960 e 1970.

Já o Seminário Nacional de Visibilidade Trans, é organizado pela Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. O evento destacará o Guia para Oferta de Prevenção Combinada ao HIV, com Foco em PrEP e PEP, para Pessoas Trans, Travestis e Não Binárias, apelidado como Guia Pop Trans pelo Dathi/SVSA.

Lançada no final de 2024 pelo Dathi, a publicação tem como objetivo subsidiar profissionais e gestores da saúde na implementação de estratégias de prevenção combinada ao HIV voltadas à população trans, promovendo o acesso da profilaxia em locais de fácil acesso.

Draurio Barreira, diretor do Dathi, reforça que o Guia amplia o acesso de PrEP e PEP às populações em situação de maior vulnerabilidade à infecção pelo HIV. “As evidências científicas apontam que pessoas trans têm muito mais chances de se infectar pelo HIV quando comparamos com outros grupos. Esse cenário é agravado devido às barreiras de acesso muitas vezes relacionadas ao estigma e à discriminação com essa população. Assim, o Guia busca qualificar a atuação dos profissionais de saúde para enfrentar esses desafios e garantir que todas as pessoas tenham o direito à saúde integral”.

Outro destaque do Seminário será a apresentação da edição especial da Revista Epidemiologia e Serviços de Saúde (RESS), intitulada “20 anos da Visibilidade Trans no Brasil” pela editora-chefe e assessora de Políticas de Inclusão, Diversidade e Equidade em Saúde da SVSA, Alícia Krüger.

A revista, destaque no Portal Scielo em 2024, conta com 30 publicações submetidas por meio de chamada aberta, grande parte com autores(as) trans. Na edição comemorativa, os manuscritos submetidos trazem diferentes abordagens metodológicas que discutem o acesso integral ao cuidado à saúde da população trans e travesti.

Webinar destaca cuidados para prevenção de HIV em população trans

Seguindo a agenda em alusão ao Dia Nacional da Visibilidade Trans e reforçando o Guia Pop Trans, o Dathi realizará o evento on-line “Do Guia, Construção e Ação: transformando diretrizes em prática de saúde”, no dia 5 de fevereiro.

Voltado a profissionais de saúde, gestores públicos e representantes de movimentos sociais dos direitos das pessoas trans, o webinar apresentará as diretrizes práticas do Guia, com exemplos de implementações bem sucedidas.

A transmissão contará com palestras da consultora técnica da Coordenação-Geral de Vigilância de HIV e Aids (CGHA/Dathi), Aline Pilon; Débora Castanheira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); Thenessi Freitas Mata, coordenadora de Saúde LGBT de Niterói-RJ; e, Natasha Wonderfull da Silva, integrante da Associação Cultural de Travestis e Transexuais de Alagoas (Actrans) e afiliada ao Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras e Negros (Fonatrans). “Fortalecer a luta por equidade e inclusão na saúde é fundamental para nós. Por isso, eventos como esse reforçam as redes de apoio e promovem maior engajamento e colaboração”, afirma o diretor do Dathi, Draurio Barreira.

Junio Silva e Ádria Albarado

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Ministério da Saúde realiza visita técnica ao Pará para fortalecer ações do Circuito Rápido de Aids Avançada

Durante encontro, técnicos do Dathi/SVSA/MS dialogaram com representações de sociedades civis interessadas no tema
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Publicado em 22/05/2025 17h17

O Ministério da Saúde — por meio do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e ISTs (Dathi/SVSA/MS) — realizou uma visita técnica ao município de Belém, no Pará, com o objetivo de monitorar e apoiar a implementação do Circuito Rápido de Aids Avançada no estado. O encontro foi realizado em articulação com a Secretaria Estadual de Saúde do Pará (SESPA), coordenações municipais e serviços de saúde especializados.

O Circuito Rápido de Aids Avançada propõe um pacote de estratégias que visam a priorização do cuidado de pessoas vivendo com HIV com doença avançada. Dentre as ações, estão a oferta de testes point of care para triagem, diagnóstico e tratamento oportuno de tuberculose e meningite criptocócica, além da reorganização dos fluxos e fortalecimento da rede assistencial em saúde. Essa é uma estratégia fundamental para diminuição da mortalidade precoce por aids no Brasil.

Para o coordenador-geral de Vigilância de HIV e Aids (CGHA/Dathi), Artur Kalichman, a visita técnica ao Pará reafirma a potência do Circuito Rápido de Aids Avançada como estratégia para salvar vidas e fortalecer a resposta ao HIV e à Aids em todo o país. “A iniciativa reforça o compromisso do Ministério da Saúde com uma resposta articulada, humanizada e baseada na escuta, reconhecendo o protagonismo dos territórios e populações historicamente afetadas pela epidemia”.

A ação contou com a participação de consultores(as) técnicos(as) da CGHA/Dathi, Roseanne Nunes Barbosa Nadler, Tayrine Huana de Sousa Nascimento, Ronaldo Campos Hallal, do consultor da Coordenação-Geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias não Tuberculosas (CGTM/Dathi/SVSA/MS), Artemir Coelho de Brito, da representante da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), Aranaí Guarabyra e da representante da Aids Healthcare Foundation (AHF Brasil), Mauritânia Fernandes Coelho Pereira.

Articulação com a sociedade civil

Durante a visita, foram realizadas reuniões técnicas com gestores(as), visita aos serviços Casa Dia, Unidade de Referência Especializada em Doenças Infecciosas e Parasitárias Especiais (Uredipe) e Hospital Universitário Barros Barreto. De acordo com o coordenador-geral da CGHA, foi priorizada a realização de reunião ampliada com diversas representações da sociedade civil, marcando um momento estratégico de escuta e construção coletiva.

“Esse momento foi fundamental para ouvir demandas, identificar barreiras, potencializar alianças e incluir as representações da sociedade civil no processo de construção e pactuação de estratégias locais”, informou Artur Kalichman.

Estiveram presentes no encontro representantes do Fórum Paraense de ONG/Aids, Redes+, RNP+ Pará, Grupo Paravidda, Arte pela Vida, Coletivo Coisa de Puta, Afro Pará, Juventude Quilombola, Ribeirinhos e Pescadores, Povos de Matriz Africana, Pastoral da Aids - CNBB Norte 2, Grupo Olivia, Grupo de Apoio Mãos Solidárias, Grupo de Apoio Solidariedade, ASDAVIDAS, Mães da Resistência, Associação Humanitas da Amazônia, Família Hope (movimento de pessoas transgênero e suas famílias), Rede Estadual de Jovens e Adolescentes Vivendo com HIV/Aids, Rede de Juventude Afetada pela Tuberculose (RJAT), Associação de Moradores e Produtores Quilombolas de Guajará-Miri, Coalisão Mais Brasil, Rede Paraense de Pessoas Trans, Instituto Social Moara e Grupo Despertar.

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Brasil Saudável realizará 1ª oficina de microplanejamento no Acre

Encontro será realizado entre os dias 19 a 22 de maio em Rio Branco
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Publicado em 22/05/2025 17h17

Entre os dias 19 a 22 de maio, representantes do Programa Brasil Saudável estarão em Rio Branco para realizar a primeira Oficina de Microplanejamento no Acre. A ação integra a estratégia do Programa de analisar, em conjunto com gestores, técnicos e sociedade civil dos estados prioritários às necessidades específicas de cada região, visando o alcance dos objetivos do Brasil Saudável.

Para o coordenador do Programa, Draurio Barreira, a articulação com profissionais e movimentos sociais locais durante o microplanejamento é essencial para entender os desafios específicos e os contextos sociais para elaborar estratégias eficazes a serem implementadas. “Desenhamos o Programa de forma a ressaltar a necessidade da integração e do trabalho intra e intersetorial para enfrentar os determinantes sociais que afetam as populações mais vulneráveis”.

Durante os quatro dias de Oficina serão realizadas reunião da sociedade civil local e nacional, seleção das estratégias prioritárias e definição das ações estaduais. O evento contará com uma comitiva de representantes dos 14 ministérios membros do Programa. Acre é o segundo estado a realizar a Oficina de Microplanejamento. Em fevereiro deste ano, profissionais do Brasil Saudável estiveram em Roraima para iniciar essa etapa.

Segundo Draurio Barreira, há urgência para implementar as ações visando o alcance das metas de eliminação e controle de infecções e doenças até 2030. “A vida das pessoas não pode esperar. O Programa Brasil Saudável é um compromisso do governo com a população, principalmente com as pessoas mais vulnerabilizadas que sofrem com infecções e doenças causadas e propagadoras de pobreza”, afirma.

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Ministério da Saúde apresenta modelo inovador de fornecimento contínuo de testes para HIV e outras ISTs em evento internacional

Durante a 25ª edição da Conferência Internacional de Aids, Brasil compartilha iniciativas na resposta ao HIV e à aids
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Publicado em 25/07/2024 14h46 Atualizado em 25/07/2024 14h47

Destaque internacional por oferecer cobertura universal e acesso gratuito à saúde, o Brasil apresentou, nesta terça-feira (23), o modelo inovador e eficaz de contrato de serviço para fornecimento contínuo de testes para HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) em Munique/Alemanha. A iniciativa foi divulgada na sessão de pôsteres durante a 25ª Conferência Internacional de Aids.

Amanda Morais, consultora técnica do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi) do Ministério da Saúde, explicou o processo para participantes de diversos lugares do mundo. Por meio de contratos de serviços laboratoriais, o Ministério da Saúde garante a oferta contínua e de alta qualidade para realização de exames de carga viral de HIV, de testes de hepatites virais B e C, de detecção molecular de clamídia e gonorreia e de contagem de CD4+.

A exposição compartilhou a experiência brasileira com o objetivo de incentivar outros países a adotarem um modelo contratual semelhante ao do Brasil para contribuir com a responsabilidade coletiva de todas as partes envolvidas, promovendo ações integradas entre governos, laboratórios e fornecedores, com foco nas pessoas que utilizam o sistema de saúde.

Rory McKerchar, médico residente da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, ressaltou a importância de aprender sobre o que tem funcionado em outros países no cuidado das pessoas que vivem com HIV ou aids. “Esta é uma oportunidade de fazer conexões e com esse conhecimento compartilhado, ter novas ideias sobre como elaborar ações para o cuidado de pessoas vivendo com HIV”.

Draurio Barreira, diretor do Dathi/MS, destaca o potencial da inovação para o alcance dos objetivos do Programa Brasil Saudável e aponta a importância do país no cenário internacional. “O Brasil segue sendo referência internacional no cuidado das pessoas vivendo com HIV ou aids e as nossas inovações tecnológicas, logísticas, de cuidados, dentre outras, colaboram diretamente com a eliminação de infecções e doenças determinadas socialmente”, afirma.

Consultores técnicos do Dathi participam da 25ª Conferência Internacional de Aids
Consultores técnicos do Dathi participam da 25ª Conferência Internacional de Aids

Iniciativas brasileiras na resposta ao HIV

Na terça-feira (24), também foram apresentadas duas iniciativas brasileiras para o incentivo à prevenção ao HIV. Cristiano Francisco da Silva – consultor técnico do Dathi – abordou os resultados da implementação da certificação subnacional da eliminação da transmissão vertical. Informando pesquisadores com interesse no tema, o colaborador ressaltou a importância do processo que reconhece, fortalece e promove esforços locais para reduzir a transmissão vertical da infecção da mãe para o bebê.

O impacto da inclusão de farmacêuticos(as) no rol de profissionais hábeis para prescrever a profilaxia pré-exposição de risco ao HIV (PrEP) também foi foco na exposição. De acordo com pesquisa apresentada Francisco Alisson de França, consultor técnico do Dathi/MS, de janeiro a maio de 2024, foram realizadas 8.230 dispensações de PrEP por farmacêuticos no Brasil, auxiliando 6.974 usuários(as) em 214 farmácias de 135 municípios.

Circuito rápido da doença avançada pelo HIV

A consultora técnica do Dathi Marcela Vieira encerra nesta terça-feira (25) a apresentação da análise sobre a implementação e o impacto da resposta à doença avançada pelo HIV iniciada no último dia 25 deste mês no evento. A estratégia foi instituída em 22 cidades brasileiras em cinco diferentes estados, para abordar lacunas e melhorar o acesso aos cuidados em HIV avançado. A ação mostrou o papel do teste rápido na identificação de infecções oportunistas e na orientação de intervenções de saúde.

Conforme resultados da iniciativa, a experiência do circuito rápido da doença avançada pelo HIV aponta sucessos e desafios, o que enfatiza a necessidade de fortalecer o apoio contínuo e a adaptação para atender às necessidades das pessoas vivendo com o vírus, em especial, das que vivem com a doença avançada.

Lorany Silva, Angela Martinazzo e Ádria Albarado

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Brasil recebe visita oficial de delegação do Ministério da Saúde da República de Moçambique

Na ocasião, delegação visitou serviços e instituições de saúde em Brasília, Rio de Janeiro e Florianópolis
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Publicado em 13/09/2024 16h16 Atualizado em 13/09/2024 16h22

Entre os dias 29 de agosto e 5 de setembro, o Ministério da Saúde recebeu visita oficial de delegação do Ministério da Saúde da República de Moçambique com o objetivo de trocar experiências em atividades de prevenção, diagnóstico e tratamento ao HIV e à aids.

Durante o período, representantes de ambos os países visitaram serviços e instituições de saúde brasileiros juntamente com demais representações do Programa de Emergência do Presidente dos Estados Unidos da América para o Alívio da Aids (Pepfar), dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos da América (CDC) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e equipe técnica do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi) com o intuito de dialogar a respeito das ações realizadas no Brasil e em Moçambique nas áreas de prevenção, diagnóstico e tratamento.

Em Brasília, a delegação de Moçambique foi recebida por profissionais do Dathi bem como representantes da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais do Ministério da Saúde (Aisa/MS). Na ocasião, o diretor substituto do Dathi, Artur Kalichman, ressaltou a importância da parceria entre os dois países na resposta ao HIV e à aids.

“Nós estamos felizes pela oportunidade de realizar essa troca de informações. Essa será uma visita muito produtiva e esperamos trocar experiências positivas na resposta ao HIV e à aids a respeito de ações que possam ser implementadas e adaptadas para as realidades de ambos os países”, informou.  

Na capital federal, a delegação moçambicana ainda participou do seminário “Caminhos para a prevenção do HIV” e se reuniu com representantes das áreas técnicas de saúde da mulher, saúde do homem e da criança e adolescente da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps/MS).  

Por sua vez, no Rio de Janeiro a delegação, composta por representantes da Assessoria Internacional e Coordenação-Geral de Vigilância de HIV e Aids (CGHA) do Dathi, visitou a residência oficial da Fiocruz, junto à Coordenação do Centro de Relações Internacionais em Saúde, e houve apresentação do projeto A Hora é Agora. Lançado em dezembro de 2014 em Curitiba, o projeto é realizado em parceria com a Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp) da Fiocruz; a Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec); os CDC com recursos do Pepfar; as secretarias municipais de saúde; e o Ministério da Saúde – por meio do Dathi. 

Além disso, na capital de Santa Catarina, os profissionais se reuniram com a Secretaria Municipal de Saúde e a Fiocruz. Na oportunidade, o médico de família e comunidade da Coordenação Municipal de HIV/Aids de Florianópolis (SC), Ronaldo Zonta, apresentou o projeto “A Hora é Agora – Florianópolis”. Também foram debatidas ações na temática de violência de gênero com representantes do grupo Ágora da Universidade Federal de Santa Catarina.

 

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Lançamento da Rede de Juventudes Afetadas pela Tuberculose marca ação inédita no Brasil

Participação da sociedade civil é fundamental para o alcance das metas de eliminação da tuberculose
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Publicado em 04/10/2024 10h51 Atualizado em 04/10/2024 10h56

Na quinta-feira (3) foi realizado o lançamento da Rede de Juventudes Afetadas pela Tuberculose (Rjat), em Brasília. Com apoio do Ministério da Saúde, a iniciativa é inédita no Brasil e visa o fortalecimento da participação social na resposta à doença.

A criação da Rede é liderada pelo segmento da sociedade civil da Parceria Brasileira contra a Tuberculose, coordenada por Márcia Leão, por meio de um projeto desenvolvido em vários países pela Coalização Global de Ativistas pela Tuberculose (GCTA).

A diretora executiva do GCTA, Blessina Kumar, esteve presente no evento. Para ela, o Ministério da Saúde brasileiro demonstra um forte compromisso com a agenda mundial de eliminação da tuberculose. “Eu realmente acredito que no Brasil será possível eliminar a tuberculose”, afirmou.

Durante a abertura do evento, Blessina Kumar também reforçou a importância da juventude para trazer novidades na elaboração de políticas públicas para o controle da doença. “A tuberculose é curável. Não há desculpas para ainda termos casos de pessoas morrendo por tuberculose”.

A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS), Ethel Maciel, participou da mesa de abertura da cerimônia. Ela falou sobre o impacto da criação do Brasil Saudável na resposta à tuberculose, pois, pela primeira vez, foi possível a destinação de R$ 100 milhões especificamente para as ações de tuberculose no país. Segundo Ethel Maciel, a Rjat será essencial para garantir que esse recurso seja alocado de forma efetiva nas cidades brasileiras.

“A chegada dessa Rede nos energiza e é fundamental para que possamos cumprir, até o fim deste governo, o compromisso de entregar um Brasil mais saudável e um país mais justo”, informou.

O diretor do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi), Draurio Barreira, também ressaltou a necessidade de um trabalho coletivo para o alcance da meta de eliminação da tuberculose. “Sem a participação da sociedade civil e dos movimentos sociais não conseguiremos eliminar a tuberculose como problema de saúde pública até 2030”, declarou.

Draurio Barreira também realçou o esforço das gestões federal, estaduais e municipais em conjunto com a academia e a sociedade civil para que a tuberculose não seja mais uma doença negligenciada. “Hoje temos inovações tecnológicas nos testes e medicamentos. Esperamos anunciar a eliminação da tuberculose como fizemos esta semana com a filariose linfática, a primeira das doenças do Brasil Saudável a ser eliminada”.

Também estiveram na mesa de abertura Socorro Gross, representante da Organização Pan-Americana de Saúde; Ana Lúcia Silva Marçal Paduello, conselheira Nacional de Saúde; e Igor Rosa Silva, coordenador da Rjat.

Participação social na resposta à tuberculose

Durante o evento, o coordenador da Rjat, Igor Rosa Silva, falou sobre o processo de construção da Rede, que surgiu da necessidade de abordar os determinantes sociais que impactam os(as) jovens afetados(as) pela tuberculose e pela coinfecção com HIV.

Segundo Igor, a diversidade do Brasil se reflete em sua juventude. “Não podemos falar de uma só juventude. Existem jovens negros, quilombolas, LGBTQIAPN+, e todos são afetados pela tuberculose” afirmou. “Precisamos renovar o ativismo, e as juventudes têm esse poder”.

A coordenadora-geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias Não Tuberculosas (CGTM/Dathi/SVSA/MS), Fernanda Dockhorn, também ressaltou a importância da participação social no alcance das metas de eliminação da tuberculose.

 “Nós sabemos que não adianta o setor da saúde trabalhar sozinho, pois assim não conseguirá eliminar a tuberculose. O trabalho junto à sociedade civil é fundamental. A criação da Rjat veio somar esforços nas ações junto ao governo e aos ministérios para sermos mais efetivos na eliminação da tuberculose no Brasil”, afirmou.

Lorany Silva

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Evento internacional sobre vacina contra a tuberculose acontece no Rio de Janeiro

SUS já oferece a vacina BCG, que protege crianças contra casos graves da doença. Governo investe, agora, em ciência e tecnologia para desenvolver novos imunizantes nos próximos 10 anos
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Publicado em 08/10/2024 10h27

O Brasil sedia, entre terça (8) e quinta-feira (10), o maior evento mundial sobre vacina contra tuberculose. O 7º Fórum Global de Vacinas em Tuberculose, no Rio de Janeiro, vai reunir representantes nacionais e internacionais para compartilhar as pesquisas mais recentes e fomentar o desenvolvimento de novas vacinas para prevenir a doença. O encontro também a vai abordar os desafios para o acesso aos benefícios das tecnologias em saúde, os avanços nas áreas de bioinformática epidemiologia e ciências sociais, e o engajamento da sociedade civil na discussão das necessidades das pessoas e comunidades afetadas pela doença.

Mais informações sobre o evento estão disponíveis no site do Fórum

Com o tema “Impulsionando a inovação desde a descoberta até o acesso”, é a primeira vez que o evento ocorre nas Américas. Os anfitriões são o Ministério da Saúde e a Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (Rede-TB). A organização é da Stop TB Partnership Working Group on New TB Vaccines (WGNV), com a colaboração da International Aids Vaccine Initiative (Iavi) e da Tuberculosis Vaccine Initiative (TBVI).

Pelo programa Brasil Saudável, o país tem como meta eliminar a tuberculose e outras 10 doenças e 5 infecções como problema de saúde pública até 2030. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece prevenção, diagnóstico e tratamento gratuitos para tuberculose, além da vacina BCG, que protege crianças contra formas graves da doença.

“As políticas públicas de saúde do Brasil são referência para o mundo. E neste ano, durante nossa presidência do G20, estamos destacando temas relevantes como desenvolvimento científico e tecnológico na resposta à tuberculose e às mudanças climáticas”, afirma a Secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), Ethel Maciel, que representa a ministra da Saúde, Nísia Trindade, no Fórum. Vale lembrar que Nísia participa do Conselho Acelerador de Vacinas da Tuberculose da Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Reunião sobre PPL na vacina de tuberculose

Antecipando o evento principal, já nesta segunda-feira (7), acontece a Reunião de Pesquisa sobre envolvimento de Pessoas Privadas de Liberdade (PPL) na vacina contra a tuberculose. Liderado pelos pesquisadores Julio Croda (Fiocruz) e Jason Andrews (Stanford University), o encontro vai oportunizar a troca de experiências e a discussão das evidências mais recentes em relação à inclusão de pessoas privadas de liberdade em ensaios clínicos de vacinas para tuberculose, incluindo questões éticas e de mobilização comunitária no tema.

A reunião sobre PPL será transmitida pelo Youtube da Rede TB-TV

Swelen Botaro
Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Evento marca 33 anos de cooperação técnica e científica entre Brasil e França

Acordo colaborativo entre os dois países é o mais antigo desenvolvido pelo Brasil nas áreas de HIV, ISTs, hepatites virais e, a partir de 2022, de tuberculose
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Publicado em 06/10/2023 10h51

Entre os dias 9 e 11 de outubro, ocorrerá a 8ª Jornada Científica e 29º Seminário Técnico-Científico da Agência Nacional Francesa de Pesquisa em Doenças Infecciosas Emergentes da França (ANRS|MIE), em comemoração ao aniversário de 33 anos da Cooperação Técnico-Científica Brasil-França. Com o tema “Eliminação de HIV, IST, TB e outras doenças determinadas socialmente”, o evento será realizado no hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, e poderá ser acompanhado de forma on-line por meio deste link. Para acessar, é necessário fazer cadastro.

A cooperação visa promover intercâmbio entre pesquisadores e ampliar a capacidade de colaboração em pesquisa para fortalecer as respostas nacionais ao HIV, à tuberculose, às hepatites virais e às ISTs, nas áreas de vigilância epidemiológica, prevenção e assistência. Estabelecido em 1990, o programa resultou em aproximadamente 224 estágios de trabalhadores da saúde brasileiros na França, 28 seminários técnico-científicos e sete jornadas científicas. Em 2023, quatro candidatos foram selecionados para o estágio.

Essa é a mais antiga cooperação desenvolvida pelo Brasil em HIV, outras ISTs, hepatites virais e tuberculose, tendo sido firmada entre o Ministério da Saúde, por meio do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Infecções Sexualmente Transmissíveis e Hepatites Virais (Dathi/SVSA/MS), e a ANRS|MIE. As Jornadas Científicas ocorrem de forma periódica, com o objetivo de acompanhar o andamento de projetos de pesquisadores brasileiros e franceses financiados pela Agência, além de delinear futuras colaborações em pesquisas entre as duas nações.

A abertura do evento será às 9h, e contará com a presença dos diretores da ANRS|MIE e do Dathi, Yazdan Yazdanpanah e Draurio Barreira, respectivamente. Durante os três dias de seminário, haverá discussões sobre as prioridades de pesquisa científica; os estudos em andamento sobre HIV, hepatites virais, monkeypox, tuberculose e covid-19; o cenário epidemiológico e a estratégia de prevenção de HIV e aids, entre outros, com participação de representantes da agência francesa, técnicos do Dathi/SVSA, representantes da embaixada da França no Brasil e pesquisadores de ambos os países.

Diagnóstico, tratamento e prevenção de infecções sexualmente transmissíveis são debatidos em congresso

Público pode discutir casos clínicos com especialistas do Ministério da Saúde
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Publicado em 06/10/2023 12h22 Atualizado em 09/10/2023 11h31

Tiveram início nesta quarta-feira (4) o XIV Congresso da Sociedade Brasileira de Doenças Sexualmente Transmissíveis, o X Congresso Brasileiro de Aids e o V Congresso Latino-Americano de Infecções Sexualmente Transmissíveis, HIV e Aids. Os eventos ocorrem até o sábado (7), no Centro de Convenções Centro Sul, em Florianópolis-SC. A equipe técnica do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) do Ministério da Saúde (Dathi/SVSA/MS) participará de diversas atividades da programação. O primeiro dia foi marcado por cursos e oficinas pré-congresso. Dentre elas, a atividade intitulada “Casos clínicos PCDT IST”.  

Representada por consultores técnicos das áreas de prevenção, diagnóstico e tratamento, a equipe do Dathi apresentou casos clínicos e os debateu com profissionais de saúde de todo o Brasil. Os resultados foram momentos de intensa troca de conhecimento e experiências práticas sobre pesquisas, gestão, serviços de referência em ISTs e serviços “da ponta”, ou seja, que atendem as pessoas em unidades básicas de saúde nos munícipios das diferentes regiões do país.  

Além da discussão dos casos clínicos em si, foram realizadas explanações sobre dados epidemiológicos, fluxos diagnósticos, protocolos e documentos de apoio a quem atua no cuidado em saúde, como o próprio Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com ISTs, Manuais Técnicos de Diagnóstico e notas técnicas mais atuais que orientam esses cuidados. 

Os casos clínicos transpassaram diversas ISTs, como sífilis, clamídia, gonococo, herpes, HPV, HIV e hepatites virais. Temas como a importância do rastreamento e a notificação também foram ressaltados. A consultora técnica Mayra Aragon apontou que as testagens rápidas para HIV, sífilis e hepatites virais devem ser oferecidas desde a primeira consulta das gestantes e de adolescentes sexualmente ativos. Além disso, a consultora orientou os cuidados com a notificação da sífilis, pois, segundo ela, essa vigilância é essencial para garantir o tratamento e a cura da sífilis, bem como para evitar a sífilis congênita, no caso de pessoas grávidas. 

A farmacêutica Ana Signori Gomes atua na farmácia central do município de Bombinhas-SC. Ela explicou que, como o local de atuação dela é referência para diversos tipos de doenças ou infecções, a participação na atividade serviu especialmente para elevar seus conhecimentos e qualificar seu trabalho. “Como recebo pessoas de um modo geral, nem sempre é possível focar em cuidados específicos, mas a atenção em saúde às pessoas que vivem com HIV é uma área que me interessa muito. Quero qualificar meu conhecimento quanto aos protocolos, e quanto a tudo, na verdade”. 

O formato da atividade e o fato de a mesa ser multiprofissional foram elogiados pela farmacêutica. “Achei maravilhoso uma mesa em que não há somente médicos, pois cada profissão tem um olhar diferente. Além de ser uma equipe multidisciplinar, o formato foi bem dinâmico, pois conseguimos abordar diversas questões aqui”, relatou.

Desafios para a resposta à sífilis é tema de conferência de abertura de congresso brasileiro de ISTs

Obstetra e pesquisadora Angélica Miranda, diretora da SVSA, foi a conferencista do evento
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Publicado em 06/10/2023 15h19

Os desafios e a resposta brasileira à infecção pela sífilis foram tema da conferência de abertura do conjunto de congressos sobre infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e aids que ocorre até sábado (7), em Florianópolis-SC. A diretora de programa da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Angélica Espinosa Miranda, foi a responsável pela abordagem do tema com a conferência: “Eliminação da sífilis congênita no Brasil: quais compromissos precisam ser implementados?”

A conferencista apresentou o histórico sobre a doença, uma série com o número de casos e os marcos da resposta brasileira a esse problema de saúde pública, bem como campanhas de comunicação, protocolos, cursos, publicações e outros documentos sobre o manejo clínico e outros cuidados relacionados à sífilis, disponibilizados pelo Ministério da Saúde para auxiliar serviços e profissionais de saúde.

Questionamentos e comparações com outras ISTs (como o HIV e as hepatites virais) realizados pela diretora levaram o público a refletir sobre o que falta para o Brasil ter avanços efetivos em relação à sífilis, apesar de tantos esforços e de um sistema de saúde como o SUS. Espinosa também apresentou dados que demonstram que a verdadeira carga de sífilis é desconhecida no Brasil, além de estimativas que apontam que somente 40% dos casos de pessoas com ISTs são notificados, o que, segundo ela, é o principal problema da doença.

Ainda de acordo com Angélica Espinosa, as dificuldades de diagnóstico e tratamento na realidade dos serviços acabam prejudicando a resposta à sífilis, bem como tabus e questões relacionadas ao comportamento sexual das pessoas. “Vivemos numa democracia; quem quiser, transa a hora que quiser, inclusive gestantes. Precisamos nos despir dos nossos preconceitos, pois, na hora que vestimos a camisa de profissional de saúde, não estamos ali para julgar, mas para trocar experiência com as pessoas e trabalhar a prevenção”.

A atuação da sociedade civil também foi citada por Angélica, que, mais uma vez, comparou a situação da sífilis com as conquistas alcançadas em HIV. Segundo ela, muitos dos avanços na prevenção e no cuidado do HIV vieram por meio da atuação dos movimentos sociais. “Então, afinal, quais compromissos e ações precisam ser implementados no Brasil para o controle da sífilis congênita?”, perguntou e, em seguida, respondeu: “Valorização dos profissionais de saúde; implementação de sistemas de informação; maior aproximação com a sociedade civil; cidadania; novas tecnologias de diagnóstico e novos medicamentos. Precisamos de novas ideias”.

O final da conferência elencou planos e iniciativas da pasta ministerial que podem acelerar a resposta brasileira à sífilis, como a implantação de um sistema integrado de dados de diferentes áreas da saúde; o processo de certificação da eliminação da transmissão vertical – que este ano conta com mais de 90 municípios e estados; a criação do Comitê Interministerial para a Eliminação da Tuberculose e de Outras Doenças Determinadas Socialmente; e a organização do Complexo Econômico Industrial da Saúde.

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Foto: Zeca Miranda/MS
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Atualizado em 09/09/2025 11h01
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Leo Martins / Agência O Globo
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Atualizado em 26/09/2025 16h45
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Prazo prorrogado: inscrições de trabalhos para a 18ª ExpoEpi vão até 6 de outubro

Evento em Brasília reconhece experiências bem-sucedidas em epidemiologia, prevenção e controle de doenças no SUS
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Publicado em 02/10/2025 18h19

O Ministério da Saúde prorrogou o prazo para submissão de trabalhos na 18ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (ExpoEpi). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 6 de outubro.

A ExpoEpi é um dos principais espaços de debate sobre a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) e será realizada em abril de 2026, em Brasília. O evento reconhece serviços de saúde, trabalhadores do SUS, movimentos sociais e pesquisadores que se destacam em ações e pesquisas científicas voltadas à vigilância em saúde, prevenção e controle de doenças.

Podem participar da Mostra Competitiva trabalhos desenvolvidos a partir de 1º de janeiro de 2023 até a data da inscrição. As modalidades incluem:

  • Relato de Experiência: para serviços de saúde do SUS que realizaram ações bem-sucedidas;
  • Trabalho de Pós-Graduação: monografias, dissertações ou teses produzidas por trabalhadores do SUS;
  • Relato de Intervenção Social: para movimentos sociais sem fins lucrativos que atuam na saúde;
  • Pesquisas Científicas – Mais Ciência para o SUS: artigos publicados em revistas indexadas com potencial de impacto na vigilância em saúde.

Durante o evento, os trabalhos finalistas serão apresentados e concorrerão a prêmios. Especialistas nacionais e internacionais também participam da programação, trazendo reflexões e propostas para o fortalecimento da saúde pública no Brasil.

Não perca a oportunidade de inscrever seu trabalho e contribuir para o futuro do SUS.

Acesse o edital

João Moraes
Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Saúde vai fomentar pesquisas sobre HIV, aids, tuberculose, hepatites virais, ISTs e micoses endêmicas

Interessados podem submeter propostas até o dia 30 de agosto. No total, financiamento chegará em R$ 6 milhões
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Publicado em 15/08/2024 15h56

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) está com chamada pública aberta para pesquisas em ações de vigilância e prevenção de HIV, aids, tuberculose, hepatites virais, infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e micoses endêmicas. A iniciativa conta com financiamento dos Departamentos de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e ISTs (Dathi) e de Ciência e Tecnologia (Decit) do Ministério da Saúde.

O objetivo da chamada é apoiar projetos que visem contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação no país nas ações voltadas às infecções e doenças. “Esperamos que o fomento contribua com cientistas, comunidades e populações vulnerabilizadas, pois evidências científicas são uma das principais estratégias para o enfrentamento de determinantes sociais e eliminação de infecções e doenças”, afirma Draurio Barreira, diretor do Dathi/MS.

As linhas de pesquisa da chamada envolvem o desenvolvimento de modelos e estratégias de prevenção e tratamento; estudos sobre determinantes sociais e desigualdades; revisões sistemáticas, de escopo e síntese de evidências; além de avaliações de qualidade e de estratégias de intervenção. Os projetos devem ser submetidos até 30 de agosto e o resultado preliminar da avaliação está previsto para ser divulgado em 28 de outubro deste ano.

As propostas aprovadas serão financiadas no valor total de R$ 6 milhões, divididos entre os eixos de pesquisa. Confira o edital completo para mais detalhes.

 

Junio Silva e Ádria Albarado

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

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Atualizado em 29/05/2023 18h26
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Atualizado em 08/07/2024 11h53
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Atualizado em 28/11/2024 10h21
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Foto: Rafael Nascimento/MS
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Atualizado em 29/11/2024 11h37
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Foto: Rafael Nascimento/MS
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Atualizado em 02/12/2024 10h00
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Mario Agra / Câmara dos Deputados
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Atualizado em 03/12/2024 15h10
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Ministérios da Saúde e da Justiça e Segurança Pública promovem Ação de Cidadania nos complexos penitenciários em Charqueadas-RS

Ação consistiu na oferta diagnóstico, assim como atendimentos de saúde às pessoas privadas de liberdade
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Publicado em 05/12/2024 10h24 Atualizado em 05/12/2024 10h25

Na última semana, os Ministérios da Saúde e da Justiça e Segurança Pública promoveram um Ação de Cidadania no Complexo Penitenciário de Charqueadas, no Rio Grande do Sul. A iniciativa foi realizada com o apoio de técnicos do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (Dathi/SVSA/MS) e da Secretaria de Atenção Primária em Saúde do Ministério da Saúde (Saps/MS), em parceria com técnicos da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen/MJSP), com foco na assistência em saúde para pessoas privadas de liberdade.

Os atendimentos ocorreram nas Penitenciárias Estaduais de Charqueadas 1 (PEC 1) e de Jacuí (PEJ), ambas localizadas no Complexo Penitenciário de Charqueadas, no Rio Grande do Sul. Durante os cinco dias, foram realizadas ações de triagem e atendimento em saúde; testagem rápida para HIV, sífilis e hepatites B e C; imunização contra hepatite B e difteria e tétano; coleta para diagnóstico de tuberculose; e, dispensação de medicamentos para casos urgentes, incluindo tratamento para sífilis em pessoas com teste rápido reagente.

Além disso, foram realizadas coletas de sangue para exames laboratoriais específicos, como carga viral para hepatites B e C e HIV, e coleta de escarro de pessoas com sintomas respiratórios para a realização de teste para tuberculose, complementando o cuidado integral à saúde. Também foram promovidas atividades de educação em saúde a partir de temas como prevenção e manejo de infecções e doenças transmissíveis.

Segundo o coordenador-geral de Vigilância das Hepatites Virais do Dathi/MS, Mário Gonzalez, a ação foi realizada com o objetivo de fortalecer a articulação intersetorial e a rede de atenção à saúde local, conforme as diretrizes do Programa Brasil Saudável. “Os dados preliminares indicam que mais de 2.800 pessoas privadas de liberdade foram atendidas, reforçando o impacto positivo da ação no acesso à saúde para essa população em situação de maior vulnerabilidade”.

A Ação de Cidadania integra o Acordo de Cooperação Técnica entre o Senappen, a SVSA e a Saps. A iniciativa foi organizada pela Coordenação Nacional de Saúde da Diretoria de Políticas Penitenciárias da Senappen e contou com parceiros como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Superintendência dos Serviços Penitenciários e das Secretarias Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul e Municipal de Saúde de Charqueadas.

Lorany Silva

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

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Mesa redonda apresenta estratégias de comunicação em ações de prevenção da tuberculose

Linguagem simples, comunicação visual e letramento em saúde foram alguns dos subtemas debatidos
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Publicado em 19/09/2023 14h28 Atualizado em 22/09/2023 14h22

A produção de materiais com linguagem simples e informações técnicas traduzidas em conteúdos acessíveis à população é um dos desafios para a gestão em saúde, em particular quando se trata de uma doença determinada socialmente que afeta, na maioria dos casos, populações vulnerabilizadas como ocorre com a tuberculose. Esse foi justamente o tema de uma mesa redonda no Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, realizado na semana passada em Salvador-BA.

A mesa contou com a participação de consultoras técnicas da Coordenação-geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias Não Tuberculosas do Ministério da Saúde (CGTM/MS), Swelen Botaro, na mediação e Patrícia Sanine, como palestrante. Sanine destacou a importância da tradução das informações de políticas públicas para utilização na prática e na realidade dos serviços de saúde e apresentou a experiência da CGTM com a Instrução Operacional Conjunta n.º 1/2019.

Conforme a palestrante, a CGTM transformou um documento técnico em outros com linguagem simples, apresentado em formatos mais atrativos e acessíveis à população e aos profissionais da saúde como o Guia Orientador: promoção da proteção social para pessoas acometidas pela tuberculose e as animações sobre tuberculose. Os materiais têm o objetivo de apoiar o desenvolvimento de ações voltadas para a proteção social de pessoas acometidas pela tuberculose e suas famílias, bem como na resposta ao estigma e à discriminação.

A atividade contou ainda com a participação da coordenadora executiva do Centro de Imprensa, Assessoria e Rádio (Criar Brasil), Adriana Maria, e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Daniel Canavese. Adriana apresentou podcasts, animações, blogs e outros produtos comunicacionais realizados a partir de conceitos e práticas de comunicação popular e comunitária desenvolvidos pela Criar Brasil. A coordenadora destacou como essas iniciativas valorizam a participação e protagonismo das pessoas das comunidades em todo processo comunicacional. Já Daniel abordou metodologias e estratégias para a construção e a validação de materiais para letramento em saúde, na busca pela eliminação de situações de iniquidades, estigma, discriminação e violências relacionadas aos determinantes sociais de raça/cor, etnia, gênero, sexualidade e classe. Entre os materiais apresentados por Daniel, estava o Na Ponta das Línguas.

O público participante da mesa foi formado por representantes da sociedade civil e de profissionais da saúde. Após as explanações dos palestrantes, os participantes puderam fazer perguntas e outros compartilhamentos com a mesa redonda. A moderadora e consultora técnica da CGTM, Swelen Botaro, destacou a importância da participação social para a efetividade da comunicação realizada pelo Ministério da Saúde e destacou a experiência da Coordenação com a realização de encontros com grupos focais para identificar as melhores soluções para cada tipo de necessidade comunicacional e para testar os materiais produzidos.

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