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Trensurb participa de Ato de Apoio ao Pacto Nacional contra o Feminicídio
Representantes do governo federal e de empresas estatais estiveram reunidos em ato que formalizou compromissos e buscou ampliar articulação para o enfrentamento à violência de gênero - Foto: Debora Beina/Divulgação
A Trensurb participou do Ato de Apoio ao Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, realizado na manhã desta quinta-feira (26), no teatro da Unisinos, em Porto Alegre. A atividade reuniu representantes do governo federal e de empresas estatais para formalizar compromissos e ampliar a articulação em torno do enfrentamento à violência de gênero.
O Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio tem como objetivos acelerar o cumprimento de medidas protetivas, fortalecer redes de enfrentamento à violência em todo o território nacional, ampliar ações educativas e responsabilizar os agressores. Ele representa uma resposta dos Três Poderes – Governo do Brasil, Congresso Nacional e Poder Judiciário – à escalada da violência de gênero, traduzida em uma alarmante estatística de quatro vítimas de feminicídio a cada 24 horas no país.
Com o lema “Todos juntos por todas”, a iniciativa é acompanhada por uma estratégia de comunicação de alcance nacional, que convoca toda a sociedade, em especial os homens, a assumir um papel ativo como aliado no enfrentamento à violência.
A ouvidora da Trensurb, Márcia Zorn, participou do ato pela empresa metroviária, representando o diretor-presidente Nazur Garcia. Na ocasião, foi realizada a leitura de uma carta manifesto das empresas com iniciativas pelo enfrentamento à violência contra as mulheres.
O diretor-presidente da Trensurb destaca que a empresa, historicamente, promove e apoia diversas ações pela equidade de gênero e de combate à violência contra as mulheres. Garcia ressalta ainda o potencial que o metrô gaúcho tem no papel de conscientizar a sociedade de questões relevantes como essa, especialmente porque dezenas de milhares de mulheres passam pelas estações e trens diariamente, representando 53,9% do público usuário: “Entendemos que as estações são espaços privilegiados para ações de conscientização. Queremos mostrar que existem diversos canais de denúncia e que romper o ciclo de violência é possível quando a vítima tem apoio e informação”.