Sobre o Museu do Jardim Botânico
Por meio de uma parceria entre o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, a Shell Brasil e o IDG - Instituto de Desenvolvimento e Gestão, o Museu do Jardim Botânico foi inaugurado em março de 2024.
Patrocinadora master do museu, a Shell Brasil investiu R$12 milhões na revitalização do casarão do início do século XX, localizado na entrada do Jardim Botânico, onde já funcionou o Museu do Meio Ambiente.
Sala de Leitura
A Sala da Leitura do museu apresenta diversos livros que podem ser folheados pelos visitantes e versões digitais de obras raras do acervo da Biblioteca Barbosa Rodrigues do JBRJ, que podem ser consultadas a partir de telas táteis.
Programação educativa
As atividades propostas pelos educadores do MJB incluem os visitantes do museu, estudantes e a comunidade local. Além da organização de oficinas, workshops, palestras e eventos educacionais
Acessibilidade
O prédio do Museu do Jardim Botânico conta com rampas, elevadores e portas largas permitindo maior mobilidade dos visitantes. Oferece ainda piso podotátil (que direciona caminhos às pessoas com deficiência visual), mapa tátil de cada pavimento e maquete tátil do prédio. Há ainda um WebApp com textos em português, inglês e espanhol; vídeos em Libras; e audiodescrição.
Sobre a Shell
Há 110 anos no país, a Shell é uma empresa de energia integrada com participação em Upstream, no Novo Mercado de Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen, que recentemente adquiriu também o negócio de lubrificantes da Shell Brasil. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.
Sobre o IDG
O IDG – Instituto de Desenvolvimento e Gestão é uma organização sem fins lucrativos especializada em gerir centros culturais públicos e programas ambientais e também atua em consultorias para empresas privadas e na execução, desenvolvimento e implementação de projetos culturais e ambientais. Responde atualmente pela gestão do Museu do Amanhã e do Museu do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, Paço do Frevo, em Recife, Museu das Favelas, em São Paulo, como gestor operacional do Fundo da Mata Atlântica e como realizador das ações de conservação e consolidação do sítio arqueológico do Cais do Valongo, na região portuária do Rio de Janeiro. Também foi responsável pela implementação da museografia do Memorial às vítimas do Holocausto, no Rio de Janeiro.