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Alexandre Silveira afirma que Brasil sai na frente do mundo em segurança e autossuficiência energética
- Foto: Ricardo Botelho / MME
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou, nesta quarta-feira (8/4), no Rio de Janeiro, que o Brasil está muito à frente dos demais países do mundo em relação à segurança energética e que o governo trabalha para avançar na autossuficiência em diesel em demais combustíveis. A fala ocorreu durante a participação do ministro no painel sobre Óleo e Gás do Latam Energy, na capital fluminense.
"O Brasil é um dos poucos países no mundo que pode, com uma pequena mudança de estratégia, se tornar completamente independente. Não faz sentido o Brasil ser exportador de petróleo e importador de diesel. Precisamos ser autossuficientes, para não ficarmos dependentes de conflitos externos", afirmou o ministro.
Segundo o ministro, a estratégia do governo do presidente Lula passa pela redução da dependência externa de combustíveis fósseis, especialmente o diesel, aliada à ampliação do uso de biocombustíveis. Alexandre Silveira destacou, ainda, que o Brasil já é autossuficiente em gasolina, e a meta agora é avançar na produção nacional e ampliar a participação do etanol, tanto de cana-de-açúcar quanto de milho, que vem registrando crescimento acelerado no país.
"Após esta guerra, o mundo deve mudar sua estratégia, priorizando a autossuficiência, especialmente em nações com grande potencial energético, como o Brasil. Só que o Brasil sai muito na frente do mundo com relação à possibilidade de tornar realidade essa estratégia, porque o Brasil já avançou muito nessas políticas. Infelizmente é uma realidade aqui, não é uma crítica, mas é uma constatação no governo anterior houve retrocesso na questão do refino nacional por parte da Petrobras. Na nossa visão, do governo do presidente Lula, nós temos que ser autossustentáveis no diesel e trabalharmos para isso”, afirmou.
Gás Natural
Outro eixo central da política energética, de acordo com o ministro, é a ampliação do acesso ao gás natural e ao gás de cozinha, com destaque para o programa Gás do Povo, voltado a famílias de baixa renda. A iniciativa já alcança milhões de brasileiros e busca reduzir a pobreza energética, garantindo acesso ao GLP com maior previsibilidade e menor custo.
Além disso, o governo tem avançado na implementação de medidas estruturantes para o mercado de gás natural, incluindo o fortalecimento da regulação, a ampliação da oferta e a promoção de maior competitividade para a indústria. A agenda inclui ações como o incentivo ao acesso de terceiros às infraestruturas, transparência na formação de preços e expansão coordenada da malha de transporte.
Assessoria Especial de Comunicação Social - MME
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