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COFOM apresenta propostas estratégicas de fomento para a previdência complementar fechada
A Comissão de Fomento da Previdência Complementar Fechada (COFOM) começa o ano com nova composição e muitas propostas para impulsionar o setor de fundos de pensão. A primeira reunião deste ano, promovida pelo colegiado, está agendada para o dia 5 de fevereiro. Na pauta, soluções de fomento voltadas a questões como acessibilidade, atratividade, eficiência, sociedade, inovação, além de ações de intercooperação entre as entidades fechadas de previdência complementar (EFPC).
Para Raquel Lautert, presidente da Comissão e coordenadora de Projetos da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC), “a retomada dos trabalhos da COFOM reforça o compromisso da autarquia em aproximar a previdência complementar fechada à sociedade. Consolidando um espaço permanente de diálogo entre governo, entidades, participantes e patrocinadores, com o intuito de transformar boas ideias em medidas efetivas de fortalecimento do setor”.
Renovação
A nova composição da Comissão de Fomento da Previdência Complementar Fechada foi apresentada na Portaria PREVIC 1.192/2025. Além da substituição da representante titular da PREVIC (que presidirá a COFOM), o normativo traz alterações em representantes, entre titulares e suplentes, indicados pela Anapar (Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão e dos Beneficiários de Saúde Suplementar de Autogestão), Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar) e pelo segmento das EFPC que administra plano família ou plano setorial.
Fomento para o setor, desenvolvimento para o Brasil
Gerindo um patrimônio robusto de R$ 1,36 trilhão de ativos investidos — o equivalente a cerca de 11% do PIB brasileiro — o setor de previdência complementar fechada age como investidor institucional. Para o cidadão, ter um fundo de pensão significa programar-se para uma aposentadoria com mais dignidade e segurança financeira; para a economia do país, essa poupança de longo prazo significa investimentos produtivos, possibilitando liquidez ao mercado e estabilidade ao crescimento nacional.
Importância refletida no trabalho dos membros da COFOM. Com composição quadripartite, a Comissão de Fomento da Previdência Complementar Fechada reúne representantes do governo federal, dos participantes/assistidos, das EFPC, e dos patrocinadores/instituidores no debate para modernizar, expandir e fortalecer o setor. A ideia é que, juntos, os principais atores do segmento possam traçar ações estratégicas e efetivas capazes de desburocratizar processos, reduzir custos operacionais e garantir a sustentabilidade do sistema, levando ao aumento da proteção previdenciária no país.
“Nosso compromisso é transformar o diagnóstico já construído pelo colegiado, durante o ano de 2025, em ações concretas de curto, médio e longo prazo, para que cada vez mais trabalhadores possam contar com a proteção de uma poupança previdenciária capaz de garantir uma aposentadoria mais digna”, contextualizou Raquel Lautert ao explicar que, a partir da próxima reunião, os membros da COFOM analisarão propostas de fomento para aspectos relacionados à acessibilidade, atratividade, eficiência, sociedade, inovação, e intercooperação entre as EFPC.
Entre os temas que serão discutidos pela COFOM, tópicos como ampliação da cobertura de risco; convênios de cooperação entre as entidades para o compartilhamento de experiências; incentivo a ações de educação financeira e previdenciária voltadas à sociedade; entre outros.