Prevenção de Afogamento
O afogamento é entendido como “o processo de apresentar comprometimento respiratório por submersão ou imersão em líquido”. Seus desfechos podem variar em gravidade, destacando-se a importância de ações de prevenção a partir de políticas públicas intersetoriais e das iniciativas da sociedade civil.
A Política Nacional de Redução de Morbimortalidade por Acidentes e Violência (PNRMAV), estabelece diretrizes e princípios voltados à promoção da saúde, à prevenção de acidentes e violências e à garantia de uma atenção qualificada em todos os níveis do sistema de saúde. Entre as diretrizes estão a promoção de comportamentos e ambientes seguros e saudáveis, o monitoramento da ocorrência de acidentes e violências, além da oferta de assistência interdisciplinar e intersetorial às vítimas de acidentes.
Além disso, o Plano de Ações Estratégias para o Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos não Transmissíveis 2021-2030 do Ministério da Saúde recomenda ações de ações de promoção da saúde como a formação dos profissionais de saúde, da educação e da sociedade civil para a prevenção de acidentes de crianças e idosos e de atenção integral à saúde como implantar no SUS linha de cuidado para as vítimas de acidentes.
Com o objetivo de contribuir com à disseminação de dados epidemiológicos e de informações estratégicas de prevenção do afogamento, foi publicado o boletim epidemiológico Mortalidade e internação por afogamento não intencional de crianças e adolescentes no Brasil e o infográfico Segurança nas Férias: cuidado constante, em parceria com a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa). Recomenda-se que os territórios utilizem os materiais disponibilizados para educação em saúde e sensibilização sobre o tema.