Declaração à imprensa do senhor porta-voz, general Rêgo Barros - São Paulo/SP
São Paulo-SP, 06 de Fevereiro de 2019
Bem, pessoal, vamos ao nosso boletim de hoje sobre o estado de saúde do nosso presidente. O estado de saúde do presidente evolui como esperado. Hoje, ele caminhou algumas vezes no corredor do hospital. Realizou exames e atividades respiratórias.
Então eu vou realizar a leitura do boletim para que vocês tenham a dimensão. Aliás, nós liberamos o boletim um pouco antes a pedido de vocês.
“São Paulo, 6 de fevereiro de 2019.
O excelentíssimo presidente da República, Jair Bolsonaro, permanece internado na unidade semi-intensiva do Hospital Israelita Albert Einstein. Evolui com quadro clínico estável, sem dor ou febre, com melhora dos exames laboratoriais e de imagem.
Continua com sonda nasogástrica, dreno no abdome e antibióticos por via endovenosa. Está recebendo líquidos por via oral em associação à nutrição parenteral. Hoje, realizou exercícios respiratórios, de fortalecimento muscular e voltou a caminhar no corredor.”
Assinam o boletim os doutores Antônio Luiz Macedo, cirurgião; o Dr. Leandro Echenique, clínico e cardiologista; e o Dr. Miguel Cendoroglo, Diretor Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein.
Com relação aos destaques do dia. Brumadinho: o Comitê de Gestão e Avaliação de Respostas a Desastres do Governo Federal prossegue nos trabalhos de articulação dos esforços em apoio a Minas Gerais.
Algumas informações atualizadas do Governo Federal. Pincei algumas, são várias, os senhores e senhoras poderão obtê-las nos documentos expedidos pela própria Casa Civil.
A ANEEL vai iniciar a partir da próxima semana com uma força-tarefa, a fiscalização in loco de barragens de 142 usinas hidrelétricas. Então é uma ação do Ministério das Minas e Energia e da ANEEL.
Não houve deposição significativa de sedimentos no reservatório de captação da Usina Termelétrica de Igarapé, que fica localizada a 53km do local do rompimento da barragem. Então é um dado sobre os auspícios da ANA com informações da Cemig. Na Usina Hidrelétrica do Retiro de Baixo não foram constatadas alterações no aspecto visual ou na qualidade da água. Tampouco alterações da flora ou da fauna local.
Foi realizado hoje a primeira reunião após a instituição oficial do Comitê de Gestão e Avaliação de Respostas a Desastres pelos decretos 9691 e 9693 de 2019. O Comitê assumiu as funções que vinham sendo exercidas pelo gabinete de crise, instalada, perdão, instalado pela presidência incluindo as ações de coordenação e monitoramento das ações de resposta do Governo Federal ao desastre do rompimento da barragem de Brumadinho.
Eu agora abro a possibilidade de perguntas sobre todos os pontos que lhes pareçam interessantes.
Jornalista: Boa tarde, Gabriela Bridi, da Globo News. A sonda nasogástrica e o dreno continuam retirando líquidos? Como é que está essa, esses líquidos no abdome do presidente? Obrigada.
Porta-voz: A sonda nasogástrica, ela já está em um período de adaptação à ingestão de líquidos do presidente de forma que ela é fechada quando ele ingere esse líquido e se mantém aberta em alguns momentos desse processo. Isso equilibra e faz com que o organismo comece a adaptar-se diante dessa nova realidade. Com relação ao dreno, pouquíssimo líquido vem sendo extraído, então há uma possibilidade já de nos próximos dias esse dreno ser sacado do abdome do presidente.
Jornalista: Boa tarde, porta-voz.
Jornalista: (inaudível)
Porta-voz: Não, isso aí depende muito da avaliação e avaliação é momentosa. Então hoje avalia, foram feitos exames de imagem hoje, e se detectou que realmente o abdome do presidente teve uma evolução significativa. Então é uma evolução semelhante a essa que vai permitir, que vai ensejar aos médicos, a retirada deste dreno.
Jornalista: Sonia Blota, TV Bandeirantes. Boa tarde, porta-voz, duas perguntas. A primeira em questão à fisioterapia, hoje ele caminhou pelo corredor, se o senhor pudesse dar mais detalhes sobre isso. E depois imagens que foram postadas na rede social do vereador Carlos Bolsonaro, se elas são referentes às imagens de hoje ou se elas são uma espécie de um videoclipe que ele usou já em momentos anteriores.
Porta-voz: Muito bem, obrigado. As imagens postadas no twitter do vereador Carlos Bolsonaro são de hoje. O presidente já caminhou hoje duas vezes e tem pretensão de caminhar uma terceira vez. Entre esses movimentos, em alguns momentos ele teve que sentar-se, mas retomou, e agora quando eu estava vindo ao encontro de vocês ele já expressou o desejo de continuar na fisioterapia agora com a bicicleta ergométrica.
Até a própria fisioterapeuta se quedou muito feliz porque é difícil o paciente querer fazer fisioterapia assim de uma forma tão intensa e ele demonstra essa força de vontade, ele demonstra essa capacidade de querer vencer esses desafios no menor prazo possível. O presidente é um homem muito forte fisicamente e emocionalmente.
Jornalista: Boa tarde, tudo bem? São duas perguntas também. O boletim fala que ele fez exames, o senhor pode me dizer quais exames foram feitos? De imagem, mas qual exame? E a segunda pergunta, o intestino já está funcionando, melhorando o funcionamento, e ele continua com a sonda nasogástrica. Existe ainda um temor, uma possibilidade de que haja alguma fístula na sutura do intestino e por isso estão mantendo a sonda ou isso já foi descartado pelos médicos?
Porta-voz: Praticamente descartado, mas por óbvio é necessário que esse acompanhamento seja feito diariamente. Hoje ele realizou exame novamente de imagem, os exames normais de sangue, urina, etc., e todos os parâmetros melhoraram do dia de ontem para hoje. Então nós temos uma evolução positiva. No que toca essa questão da sonda, uma eventual fístula, eu não gostaria de adentrar a esse aspecto que é técnico, mas entendo que a sonda está sendo colocada ali e está sendo preparada para a sua retirada por essa mescla entre fechar e abrir e a ingestão de líquidos.
Jornalista: O exame foi tomografia, (inaudível)?
Porta-voz: Foi ultrassonografia, mas eu vou checar.
Verifica também qual foi o tipo de exame para poder aclarar bem, tá?
Jornalista: Porta-voz, ontem o senhor disse que não tinha uma data ainda para a alta. Com esses novos exames, essa melhora, retomada de caminhada, a gente tem uma perspectiva? Queria saber se o presidente despachou hoje, se ele assinou algum ato e sobre a reforma da Previdência. Tem expectativa de que ele analise daqui de uma parte da equipe econômica, cogitava por exemplo, apresentar até a semana que vem. Ou a decisão é esperar o presidente voltar a Brasília e só depois vai ser liberado a reforma? Obrigada.
Porta-voz: Essa pergunta deste tamanho, hein? Vamos lá. Questão da Previdência. O presidente vai deliberar sobre a Previdência assim que estiver em condições totais de fazer as suas análises, de estabelecer com os seus ministros um padrão e um curso de ação que possa, a partir desse estudo, ser indicado, ser elevado, ser apresentado ao Congresso.
Então o tempo desta análise vai depender, naturalmente, da saída do presidente e saindo, pronto. Saindo pela porta da frente do Hospital Albert Einstein. Eu posso dizer para vocês, usando mais uma das metáforas que nos são peculiares, nós já passamos a segunda no carro. Então o carro já iniciou deslocamento e nós já ganhamos uma velocidade a ponto de passarmos uma segunda marcha e a partir daí a nossa expectativa é de que ele possa tranquilamente obter a possibilidade de dirigir este carro à velocidade de cruzeiro. Qual foi a outra?
Jornalista: Se tem uma expectativa de alta...
Porta-voz: A expectativa de alta. O presidente dará alta quando a equipe médica estiver completamente convicta de que ele não voltará mais ao hospital. Então, números nós não podemos elevar à sociedade porque eles podem ser enganosos. O importante: ele sairá daqui pela porta da frente do hospital, completamente são e completamente livre de quaisquer sequelas.
Jornalista: Com relação aos despachos. O presidente despachou, assinou algum ato enquanto ele … ?
Porta-voz: Hoje ele conversou por telefone com o ministro Santos Cruz, mas aspectos pessoais. Muito mais o ministro querendo saber como ele se encontrava e, efetivamente, em termos de despacho ele hoje não teve essa ação, não teve esse trabalho.
Jornalista: Porta-voz, Silvia, do Jornal O Globo. Eu queria que o senhor dissesse pra gente se o presidente comentou dois assuntos que estão hoje na agenda do dia na imprensa que são: a investigação, ainda para PGR, da investigação envolvendo Flávio Bolsonaro e também a questão da confusão que houve, enfim, nas últimas horas desde ontem, em relação ao ministro do Turismo. Se ele fez algum comentário sobre esses dois episódios.
Porta-voz: Não, ele não fez nenhum desses comentários comigo.
Jornalista: (inaudível)
Porta-voz: Não que eu saiba.
Jornalista: Porta-voz, boa tarde. Leandro Stoliar, do Jornal da Record. Eu tenho duas perguntinhas para o senhor. A primeira perguntinha é que o senhor falou que ele caminhou mas precisou sentar. Ele precisou sentar por ordem médica ou ele sentiu alguma coisa? Essa é a primeira pergunta. A segunda pergunta é sobre o trabalho, o senhor falou que ele falou por telefone com o ministro, mas houve alguma videoconferência? Tem alguma videoconferência prevista?
Porta-voz: Não, não há videoconferência prevista, e o contato via telefone com o ministro teve uma característica pessoal, então foi “como o senhor está? estou bem, etc, etc.”.
A caminhada, uma pessoa que passou ontem o dia inteiro na cama por ordem médica ao retomar essa caminhada, naturalmente, em algum momento ele pode sentir a necessidade de tomar assento para prosseguir. Foi nesse aspecto que ele sentou-se, mas imediatamente prosseguiu. E como eu disse, agora mesmo ele pediu para fazer de novo fisioterapia desta feita com a bicicleta ergométrica.
Jornalista: De quanto tempo foram as caminhadas?
Porta-voz: Uns 5, 8 minutos cada uma delas.
Jornalista: Nessa caminhada ele sentiu tontura, alguma coisa, não?
Porta-voz: Não, normal. Reportou normal, os médicos acompanham. É natural que intercorrências possam ocorrer para uma pessoa que vem de uma cirurgia de 7 horas com 9 horas de sedação.
Jornalista: Boa tarde, porta-voz, Eliane Gonçalves, da Rádio Nacional. Tenho três perguntas, uma, continuando assim essa questão das teleconferências, se tem previsão de visita e de algum ministro vir por aqui, aqui nos próximos dias.
Porta-voz: Posso ir respondendo?
Jornalista: Claro.
Porta-voz: Então, não há previsão de visitas dos ministros agora, hoje, amanhã não há previsão. Digamos que isso evolua, os senhores serão informados via agenda e naturalmente pelo porta-voz.
Jornalista: A outra questão é que o hospital tem recebido muitos presentes de cidadãos aqui que vêm deixar para o presidente Jair Bolsonaro. O que está sendo feito sobre? Ele tem visto? Ele tem recebido esses presentes? O que a equipe está fazendo em relação a esses brindes, enfim, ao que os cidadãos estão deixando aqui no hospital? E se tem um levantamento também de tudo?
Porta-voz: Quando nós fizemos o reconhecimento sob o ponto de vista de segurança do hospital, o hospital Albert Einstein disponibilizou uma região aqui no hospital onde esses brindes, esses presentes são para lá deslocados para posterior checagem de segurança. E a conclusão é se o presidente vai ter acesso a esses presentes ou não, dar-se-á em Brasília, após o transbordo desse material para lá.
Jornalista: Já tem o levantamento de quantos são, qual o volume que ocupa aí?
Porta-voz: Podemos conseguir esse dado para você.
Jornalista: E por último, porta-voz, a questão de Brumadinho, parece que houve uma informação sobre, primeiro aquela informação de que foram liberados R$ 800 milhões para a defesa civil de Brumadinho que parece que foi corrigida, e é para a defesa civil de todo o País. O senhor pode explicar, esclarecer o que é esse ponto e de fato quanto que foi liberado para a defesa civil de Brumadinho?
Porta-voz: A informação que eu lhes apresentei era especialmente para aquela região. Então se acaso isso não seja verdadeiro eu vou retomar esse dado junto ao Ministério da Economia e me comprometo a retificar junto a vocês, tá bem?
Jornalista: Porta-voz, Gabriela Bridi, da Globo News de novo. A ingestão de líquidos continua naquele esquema de pequenos copinhos, os médicos observam como ele se comporta?
Porta-voz: Exatamente, esse é o processo. É um processo natural, são pequenos copos, da última vez que eu estava junto com o presidente quando ele ingeriu, são copos de 20ml e a quantidade é capturada por meio de uma seringa e colocada no copo. Aí a diferença entre um momento e outro depende muito das avaliações médicas, mas o processo é esse. E quando ele toma o líquido então se fecha a nasogástrica para que esse processo se dê com mais naturalidade.
Jornalista: E continua sendo só água?
Porta-voz: Só água. Comentou-se hoje de uma possibilidade de já inserir-se nos próximos dias um novo líquido, uma coisa um pouco mais pastosa, mas ainda não está confirmado.
Jornalista: Sabe dizer quando, porta-voz?
Porta-voz: Não, ainda não está confirmado quando. Mas comentou-se sim a possibilidade.
Jornalista: Porta-voz, também parcelando a minha pergunta, mas são duas. O senhor falou de porta da frente. Eu queria saber se isso é literal, se ele pretende sair pela porta da frente mesmo e receber apoiadores, enfim?
Porta-voz: Olha, eu acho que o presidente gostaria sim de sair pela porta da frente. Mas, obviamente, é uma forma de dizer que ele quer sair de cabeça erguida, ele quer sair andando naturalmente, e completamente recuperado deste atentado tão doloroso para o País e especialmente para ele como pessoa que o sofreu.
Jornalista: Certo. Ele vai ter que repousar depois da alta? A ideia é que ele saia daqui pronto para despachar, para ir para o Palácio do Planalto? Ou tem a possibilidade de ele ficar no Alvorada ainda depois da alta, ainda para uma recuperação?
Porta-voz: Os médicos comentaram comigo, mas ainda não deliberaram sobre isso, que sim, que após o retorno dele a Brasília, ele ainda vai ter que inserir-se num contexto de menos atividade para que lá também, essa curva seja uma curva ascendente, seja uma curva exponencial de recuperação.
Jornalista: Agora, entrando na parte política, porta-voz, o líder do governo no Congresso falou que o governo está disposto a começar a conversar com os partidos. Diferente do que foi feito até agora, inclusive na montagem do ministério, que o presidente priorizou uma conversa com bancadas temáticas. Para articulação da reforma da Previdência, por exemplo, o governo vai começar a conversar diretamente com os partidos, como se dará isso, vai ter mudança na forma de relação do Congresso, que é uma demanda de alguns parlamentares, e o próprio líder de governo já está sendo questionado sobre a sua capacidade de articulação. Ele não conseguiu organizar uma reunião de líderes ontem. O presidente confia na capacidade do Major Vitor Hugo e vai mantê-lo na função de líder do governo?
Porta-voz: O major Vitor Hugo é um excepcional cidadão, egresso das fileiras militares, primeiro colocado em todos os cursos pelos quais ele passou, incluso o curso de analista legislativo. Alçado à condição de deputado federal, o presidente o escolheu porque encontrava nele, e encontra ainda, a pessoa para dirigir esse processo de convencimento do nosso Congresso, da nossa Câmara, de forma que o presidente não esboçou, para mim, qualquer iniciativa no sentido de cambiar o major Vitor Hugo. Até porque iniciou-se o processo agora, seria muito temerário e muito incipiente qualquer crítica à ação do major Vitor Hugo em tão pouco tempo. O tempo dirá sobre o acerto do presidente em escolher o major Vitor Hugo e isso será positivo.
Jornalista: General...
Porta-voz: Você fez uma outra pergunta. O presidente não comentou isto comigo, naturalmente quando ele retornar a Brasília ele vai estabelecer a sua rotina para atender às necessidades de condução do governo incluindo, obviamente, esse relacionamento político e interpessoal.
Jornalista: General, César. Voltando aos despachos do presidente. Ele hoje publicou que continua despachando e ontem publicou uma foto com um documento que ele estaria assinando. O senhor pode esclarecer pra gente o que ele despachou ontem e que documento era aquele de ontem?
Porta-voz: Eu preferia não declarar qual é o documento, mas de fato ele fez uma assinatura em um documento de ordem interna do Planalto que foi elevado a ele por meio do ajudante de ordem.
Jornalista: E hoje o despacho que (inaudível)
Porta-voz: Eu não tive acesso a algum despacho dele, mas é possível que tenha ocorrido.
Jornalista: Só queria confirmar, sobre essa questão do despacho, a informação que eu tenho é que é uma correção a respeito da exoneração do ministro do Turismo que foi assinada pelo ministro Sérgio Moro e agora teria sido assinada pelo presidente, inclusive teria uma edição extra do Diário Oficial, não sei se já foi publicado. O senhor confirma, o senhor sabe?
Porta-voz: Não, eu não confirmo, eu não sei se exatamente era esse o documento que estava sendo…
Jornalista: Ah, a edição extra já saiu. Então ok.
Porta-voz: Eu não confirmo que aquele documento tenha sido esse. Eu retomo, eu não confirmo que aquele era o documento que nós estamos tratando aqui.
Jornalista: O de hoje seria...
Porta-voz: Sim, aí houve realmente uma reformulação daquele documento e vocês entenderam que ali o ministro Sérgio Moro assina, na posse, mas na exoneração não é necessário que isso se faça. Acho que até mandei para algum de vocês, acho que para você também essa informação.
Jornalista: Oi, Camila Boehm, da Agência Brasil. Eu queria saber especificamente sobre os leucócitos, a quantidade de leucócitos nos exames que é o que indicaria, é o processo infeccioso...
Porta-voz: Você que fez essa pergunta ontem acho, não foi? Foi você que fez?
Jornalista: Não, acho que não. Que indicaria o processo infeccioso, já está no nível normal ou ainda está alterado?
Porta-voz: Bom, eu vou obter essa informação junto aos médicos e retomo para você. Eu não posso te adiantar se está em nível normal ou não. Eu posso adiantar que os exames realizados ontem, comparado com os exames que foram realizados hoje, os de hoje já apresentam números mais adequados indicando uma normalização do estado geral do presidente.
Jornalista: Porta-voz, o presidente já escolheu quem serão os líderes do governo no Senado e no Congresso?
Porta-voz: Não comentou comigo.
Jornalista: Não tem previsão de sair essa semana ainda?
Porta-voz: Eu posso argui-lo, mas não comentou comigo.
Jornalista: Camila, da rádio CBN. Hoje o ex-presidente Lula recebeu a sentença pelo caso do sítio de Atibaia. Eu quero saber se o presidente Bolsonaro ficou sabendo, se fez algum comentário sobre o assunto.
Porta-voz: Sobre as questões de justiça eu venho me posicionando em nome do presidente, questões de justiça estão adstritas à justiça e a ela devem ser endereçadas.
Porta-voz: Pronto? Paz e bem para vocês, muito obrigado.
Jornalista: General, você sabe quantos quilos o presidente perdeu (inaudível)?
Porta-voz: Hoje ele se pesou, eu posso checar isso. Hoje ele se pesou, eu vou checar e te retorno.
Jornalista: Porta-voz, só uma opinião sobre Brumadinho, aquelas barragens que serão inspecionadas pela ANEEL, o senhor poderia confirmar o número novamente?
Porta-voz: 142 inicialmente, checando.. Só um minuto, por favor. Eu não estou encontrando aqui, mas acho que eu cheguei a citar 142 e até o final do ano se alonga além de 300 barragens.
Jornalista: General, só uma coisa. O presidente comentou se ele confia no ministro do Turismo? Comentou algo, permanece mesmo?
Porta-voz: Não, não fez esse comentário mas me parece natural que a própria escolha indique a confiança. O presidente fez uma escolha técnica dos seus ministros, se pautou por essa tecnicalidade para a indicação e tem demonstrado o acerto de suas escolhas, fruto dessa sinergia do nosso ministério, do trabalho em conjunto liderado, naturalmente, por ele, essa integração, eu diria usando um termo um pouco mais conhecido da garotada: tá todo mundo pegando junto. Tá seguindo junto, tá remando junto. Esse é o ideal do gabinete do nosso presidente. Obrigado, pessoal.
Ouça a íntegra da declaração (24min33s) do Porta-Voz do Presidente.