Declaração à imprensa do senhor Porta-Voz, general Otávio Rêgo Barros
Brasília/DF, 13 de março de 2019
Pessoal boa noite.
Hoje de fato não é um dia, que nós possamos chegar aqui alegres como sempre, para recebermos vocês nesse nosso briefing. Naturalmente em razão da tragédia de Suzano em São Paulo, e nós gostaríamos de fazer a leitura da nota de pesar oficial, expedida pelo Palácio do Planalto, a qual você tiveram acesso, por meio do site da Secretaria de Imprensa. A respeito da tragédia, ocorrida na cidade de Suzano, em São Paulo, o Presidente da República, publicou a seguinte nota de pesar: “Mais uma vez, nosso país é abalado por uma grande tragédia. O Governo Federal manifesta seu profundo pesar com os fatos ocorridos na cidade de Suzano, em São Paulo, apresentando suas condolências e sinceros sentimentos às famílias das vítimas de tão desumana ação. Ao estado de São Paulo, colocamos nosso total apoio para auxiliar na apuração dos fatos”.
Passo a tratar agora, como havíamos combinado, da viagem do senhor presidente e comitiva aos Estados Unidos da América O presidente da República viajará aos Estados Unidos entre os dias 17 e 20 de março. A visita é a primeira de caráter bilateral realizada pelo nosso presidente Jair Bolsonaro ao exterior demonstrando a prioridade que o governo atribui à construção de uma sólida parceria com os Estados Unidos da América.
A ênfase da agenda externa brasileira é reforçar a relação com os países que podem contribuir para o desenvolvimento, a prosperidade, o bem estar e a segurança dos brasileiros. A visita aos Estados Unidos tem por objetivo promover uma agenda de resultados positivos em diversas áreas, destravando temas que já estavam na pauta e abrindo novas frentes e novas oportunidades. Estão sendo tomadas medidas que ajudarão a criar o ambiente propício para uma nova etapa nessa relação.
Passarei a discorrer o cronograma da viagem. No próximo domingo, dia 17 de março às 8h partida de Brasília rumo à Washington. Naturalmente, a partir da Base Aérea de Brasília e o voo tem uma duração de aproximada de 9 horas. Chegada prevista, em Washington, às 16 horas e instalação na “Blair House”. Eu gostaria de fazer um comentário sobre esta honra, que o governo americano nos concede, por hospedar a comitiva brasileira em um casarão que faz parte do complexo da Casa Branca e onde apenas alguns chefes de estado são selecionados para lá se hospedarem e para a partir desta “Blair House” poder efetivar as suas ações e a sua programação naquele país.
Nesse mesmo dia, haverá um jantar com autoridades na embaixada brasileira em Washington, na verdade, na residência do embaixador. Eu prefiro não declinar o horário, em face de ajustes, ainda há ocorrer, lá pelo escalão avançado.
Na segunda-feira 18 de março, nós iniciamos já no início da tarde com debates dos ministros de Estado brasileiros, integrantes da comitiva, sobre investimentos setoriais. Isso ocorrerá na “Chamber of Commerce”. Participação de parte da comitiva no painel “Relações Econômicas Crescentes - Foco em Oportunidade de Investimentos”, no mesmo local. Ainda uma audiência ao senhor Henry Hank Paulson, ex-secretário do Tesouro dos Estados Unidos.
Algumas assinaturas de acordo ocorrerão nestes intervalos na parte da tarde que ainda se encontram em fase de confirmação, de forma que eu não as declinarei no momento. À medida que esses acordos venham sendo confirmados por ambos os governos vocês terão acessos à informação sobre o conteúdo do acordo.
Ainda na tarde, participação de parte da comitiva no painel “Bolsonaro e Trump: Novo começo das relações Brasil - Estados Unidos”, igualmente na “Chamber of Commerce”, painel “O Futuro da Economia Brasileira” e por fim, jantar oferecido pelo Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos.
Na terça-feira, 19 de março, na parte da manhã, o nosso presidente encontrar-se-á com o senhor Luis Almagro, Secretário-Geral da Organização dos Estados Americanos. Isso ocorrerá na própria “Blair House”. Em seguida, a comitiva deslocar-se-á à Casa Branca e, lá nós temos uma série de eventos. O presidente é recebido pelo presidente Trump que lhe apresenta à delegação americana e conduz ao “Salão Roosevelt”, lá é assinado o livro de visitas. Depois, o nosso Presidente é conduzido até o Salão Oval. Ocorrerá um encontro privado entre os presidentes de ambos os países, apenas com tradutor. Em seguida, nós teremos almoço de trabalho e reunião ampliada. Todos esses eventos serão na Casa Branca.
Após o almoço e a reunião ampliada, haverá uma declaração à imprensa no “Rose Garden”, com duração aproximada de trinta minutos. Então os presidentes, eles que conhecem a forma de recepção na Casa Branca, eles vão àquele jardim e vão emitir as suas declarações para a imprensa.
Após a saída da Casa Branca, o senhor Presidente fará uma visita ao “Cemitério Nacional de Arlington”. Naturalmente com uma cerimônia de colocação de floral, que é a deposição floral, em homenagem aos americanos mortos em tantos combates por àquele país.
O Presidente estará acompanhado pelo general (...) será conduzido ao túmulo do soldado desconhecido. O Presidente da República estará também acompanhado por militar americano que deposita esta oferenda. Então é uma cerimônia muito singela, muito tocante, para todos aqueles que conhecem a profissão das armas e à respeita.
Um pouco mais adiante nesta mesma tarde, haverá uma reunião com lideranças religiosas, na própria “Blair House”, ou seja, o presidente já terá saído de “Arlington” em direção à “Blair House”. Posteriormente um jantar de trabalho para nos prepararmos para um jantar de retorno à Brasília. Igualmente 9 horas de voo, com diferenças de fuso horário e a chegada prevista para o próximo dia 20, no início da manhã.
Queria também fazer um comentário e agradecer aos nossos companheiros da imprensa que hoje compartilharam com o nosso presidente o café da manhã. Como eu já os havia adiantado, esse evento é um evento que vai acontecer de tempos em tempos e o senhor Presidente tem a intenção de convidar vários órgãos, mas especialmente o jornalista para que tenha a oportunidade de compartilhando este café poder colher das percepções do nosso presidente sobre os temas que estarão em voga naquele momento e até sobre percepções no âmbito mais abrangente das ideias do nosso Presidente. Então aos poucos nós vamos chamando os órgãos, vamos chamando vocês e isso é uma oportunidade ímpar para o nosso Presidente.
Amanhã também como foi já apresentado e informado na semana passada, o presidente realizará sua segunda “live”, com previsão de início às 18h30m. E, ainda amanhã à tarde nós teremos a reunião do conselho de ministros, onde o presidente vai definir mais algumas das ações, vai colher percepções e informações dos vários ministérios para continuar dando a tocada, a voga, do governo Bolsonaro. Eu me coloco à disposição de vocês para as perguntas.
Jornalista: Boa noite Porta-Voz, Simone Iglesias da Bloomberg News. O presidente falou hoje no café aos jornalistas que deve assinar pelo menos três acordos com o governo americano, citou a questão da Base de Alcântara, algum acordo na área tributária e um terceiro que ele não deu detalhes. Eu queria que o senhor, se pudesse, detalhasse um pouco o que vai ser tratado sobre Alcântara, se vai ser um aluguel de uso exclusivo pelos militares americanos? Sempre houve uma discussão com relação à circulação de brasileiros naquela região. Se há uma previsão de que isso continue acontecendo, se vai ser de uso exclusivo sendo fechado esse acordo com os Estados Unidos, e também isso é uma previsão de uso por outros países, ou fechando acordo apenas Estados Unidos? E também gostaria que o senhor comentasse o que tivesse de informação sobre o jantar na noite de domingo quando o presidente chega, tem esse jantar na residência do embaixador. Quem são os convidados e que tipo de acesso os jornalistas que estão lá poderão ter? Obrigada.
Porta-Voz: Com relação à sua segunda pergunta, a relação já está sendo fechada, naturalmente nós já estamos praticamente com ela concluída, mas nós estamos chamando de reunião com formadores de opinião. Eu vou elevar à apreciação de vocês assim que ela estiver disponível, tá? A forma como vocês vão relacionar-se com a comitiva do presidente dar-se-á por meio da equipe da imprensa que lá se encontrará e sempre nós estaremos disponibilizando as informações pós evento e eventualmente antes do evento, quando isso se fizer necessário para que vocês dêem a condução do seu trabalho. No que toca a questão dos acordos, Alcântara apenas salvaguardas tecnológicas eu posso adiantar-lhe, mas prefiro como disse, já inicialmente não avançar porque ainda precisam ser confirmados alguns aspectos de cada um desses acordos. Eu vos prometo que amanhã ou assim que tenha essas informações elas chegarão a vocês.
Jornalista: Boa noite Porta-Voz, Lisandra Paraguassu da Reuters. O senhor pode nos dizer quais são os ministros que vão acompanhar o presidente nessa viagem e eu também gostaria de saber estava previsto inicialmente uma entrevista para a TV Fox News, eu queria confirmar se tem e quando deve ser?
Porta-Voz: Bom, eu quero sempre deixar claro que o programa ainda está em ajustes. Sim, há uma possibilidade de entrevista à Fox News. Com relação aos ministros que embarcam, até o momento eu tenho a informação: Ministro de Estado das Relações Exteriores; Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública; Ministro da Economia; Ministra de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Ministro de Estado do Meio Ambiente; Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional.
Jornalista: Boa noite general. Mateus Ferraz do Jornal do Grupo RBS.
Porta-Voz:Como vai Mateus?
Jornalista: Vamos fugir um pouco da viagem, para falar sobre o atentado de hoje e lhe pergunto se o governo já pensa em alguma ação para ampliar a segurança nas escolas, isso vai ser debatido com o MEC? E outra questão é que sempre quando há casos assim há um questionamento sobre a flexibilização do posse de arma ou do uso das armas. O governo pensa em fazer algum tipo de campanha sobre o tema até como uma resposta a essas críticas?
Porta-Voz: Muito obrigado. O evento de São Paulo não tem relação direta com os projetos propostos pelo nosso Presidente no seu programa de governo e, a partir da sua assunção do governo, capitaneados também pelo Ministério da Segurança. Naturalmente, nós ficamos muito tocados pelo evento. Naturalmente, nós estamos a imaginar onde nós podemos colaborar para que coisas semelhantes a essa jamais retornem a acontecer no nosso País. Mas no momento, o governo não tem como adiantar, nem sequer teve tempo de pensar sobre eventuais campanhas ou coisas semelhantes. Você me fez uma outra pergunta?
Jornalista: Obrigação para ampliar a segurança nas escolas? Se isso está sendo discutido?
Porta-Voz: Está dentro desse escopo da minha resposta.
Jornalista: Oi, Jussara Soares, repórter do O Globo. Eu fiquei com dúvida do horário de saída do presidente Bolsonaro, da comitiva dos Estados Unidos?
Porta-Voz: 8 horas da manhã, daqui. Há uma diferença de horário ….
Jornalista: Não, não voltando, na volta?
Porta-Voz: Eu posso te dizer, mas é no início da noite, acho que 20 horas.
Jornalista: Porque tem um jantar, tem um jantar e depois...
Porta-Voz: O jantar, é um jantar fechado.
Jornalista: Ah tá!
Porta-Voz: Na terça feira você está falando né?
Jornalista: Isso na terça-feira.
Porta-Voz: Isso é um jantar fechado. Vamos por favor no microfone.
Jornalista: Luciana da Jovem Pan. O presidente se afastando, juntamente com o Ministro da Economia, às vésperas de encaminhar a reforma dos militares para o Congresso, não corre-se um risco de perder alguma coisa, não muito arriscado viajar todo mundo?
Porta-Voz: Nós não consideramos que estamos viajando com todo mundo. Estamos cooperando com o presidente, os ministros estão cooperando com o presidente naqueles temas que terão oportunidade de serem discutidas lá nos estados unidos.
Quanto aquilo que você tocou que é a sua preocupação, eventual preocupação do seu órgão, de que a Previdência, a Nova Previdência dos militares pode ser impactada por eventual ausência de um ministro, o ministro da Defesa ele não participa deste evento. Ele já está ultimando, se já não ultimou, aquilo que vai ser apresentado ao Congresso no que toca aos militares e a partir daí é responsabilidade do Congresso com seu patriotismo, com seu respeito a sociedade, de identificar aquilo que pode ser melhorado da proposta do presidente, para logo em seguida assinar corroborar, ratificar e tornar lei para que nós possamos efetivamente decolarmos o nosso país rumo a um próspero futuro.
Jornalista: Boa noite Tânia Monteiro, jornal O Estado de São Paulo. Gostaria de saber se tem algum encontro previsto do presidente com Olavo de Carvalho?
Porta-voz: Nós temos uma relação de formadores de opinião que ainda não está fechada, eventualmente nessa relação pode estar o senhor Olavo de Carvalho.
Jornalista: Qual seria o dia? Já teria previsto?
Porta-voz: Assim que estiver fechado eu disponibilizo para vocês.
Jornalista: Certo. Também gostaria de saber sobre esse episódio que houve lá em São Paulo se o governo tem mais alguma informação de motivação, de ligação das pessoas, dos rapazes que fizeram que cometeram aquele ato?
Porta-voz: É difícil da gente ficar tratando desse tema, mas o governo entende que o Sistema de Segurança Pública de São Paulo muito prontamente se colocou na área para tentar identificar esse grave evento. Já imediatamente o próprio governador, o secretário de Segurança Pública, o comandante da Polícia Militar e outros, lá estiveram para colaborar ajudar com a sua própria presença da definição das razões sobre o fato e o que levou essas duas pessoas, ao menos até o momento são duas pessoas, o que levou essas duas pessoas a cometerem essa essa loucura.
Jornalista: Só mais uma coisinha por gentileza, porta-voz. Em relação ao Olavo de Carvalho, se vai ter alguma conversa sobre a situação do MEC? Se a situação hoje está sendo considerada já superada, resolvida? Se teria alguma coisa que o senhor pudesse comentar sobre o assunto?
Porta-voz: Na eventualidade de que o senhor Olavo de Carvalho participe de reuniões com o nosso presidente, este assunto pode vir à tona. Mas não está previsto no nosso programa um encontro em separado com esses formadores de opinião. Isso acontecerá neste jantar no dia da nossa chegada à Washington.
Jornalista: Porta-voz, aqui é (...), boa noite. São duas questões. A primeira é Olavo de Carvalho e Steve Bannon, eles vão participar desse jantar do presidente com formadores de opinião? E a segunda é: a proposta dos militares na questão da reforma da Previdência ela está concluída e vai ser entregue amanhã? Essa informação está começando a circular, a gente gostaria de checar. Obrigado.
Porta-Voz: Questão da relação dos formadores de opinião que participarão do jantar, como já comentado em uma pergunta anterior, eu ainda não tenho a relação completamente fechada. Eu me permito não avançar nisso, para não cometer equívocos. Com relação à questão dos militares, a proposta do governo é que é em 30 dias ela estivesse pronta. Eu não tenho uma informação por parte do nosso ministro da Defesa, junto com o ministério da economia, mas o trabalho seguia nesse rumo.
Jornalista: Porta-voz, boa noite. Kariane da Rádio Nacional. Porta-voz, o senhor poderia detalhar um pouco mais sobre os temas que vão ser tratados com o presidente Bolsonaro e o presidente Trump?
Porta-Voz: Não, o presidente ainda não me avançou nesses temas. Está sendo tratado, está sendo tratado pelo Ministério das Relações exteriores, pela Assessoria Especial Internacional e capitaneado pelo cerimonial aqui, que é o ministro França. Então a partir destes temas, e naturalmente o presidente já está se preparando para isso, eu terei condições de alavancá-las.
Jornalista: Boa noite, porta-voz. Carla Araújo do Valor Econômico. Uma bem curtinha. O senhor vai acompanhar presidente: E tem previsão...
Porta-voz: Sempre que for possível, acompanharei o presidente.
Jornalista: Também vai o Eduardo Bolsonaro, também vai, não é?
Porta-voz: O senador, o deputado, perdão, Eduardo, está previsto.
Jornalista: Uma outra questão, fugindo um pouco do tema. O vice-presidente Hamilton Mourão falou em recente entrevista da possibilidade de abrir um canal de negociação com alguns membros do regime de Maduro. Ele mesmo falou que isso ainda estava incipiente, falou também em uma possibilidade futura de uma eventual missão de paz. Ele está tocando temas internacionais, não é? Queria saber em que pé está isso aqui para o presidente Bolsonaro? Esse canal de negociação, ele já está sendo elaborado mesmo que ainda nos bastidores? Como é que está isso? Obrigada.
Porta-voz: Desde que nós nos colocamos a compartilhar ajuda humanitária, eu venho apresentando a vocês, Iluminando, que é diplomacia militar vem se fazendo presente nessa interlocução com a Venezuela. E naturalmente, por ser diplomacia militar, os militares venezuelanos com os militares brasileiros estabeleceram um link e vêm conversando por meio deste link. Com relação a aspectos de uma eventual operação de paz, eu não tenho informações sobre isso. A pergunta dela é para esclarecer se este canal está sendo feito pelos militares. Nunca deixou de haver, por meio da diplomacia militar, o estabelecimento de um canal respeitoso e profissional entre as Forças Armadas de todos os países com as quais nós lidiamos, nós temos relações diplomáticas efetivadas.
Jornalista: Boa noite, porta-voz. Júlia Lindner, do Estadão. O presidente pode se encontrar com o novo embaixador do Brasil nos Estados Unidos ao final da viagem? Tem alguma previsão de encontro?
Porta-voz: O presidente não me informou ainda qual é a sua decisão a respeito dessa questão do embaixador dos Estados Unidos. De forma que eu não posso avançar se ele pode encontrar-se, porque eu sequer sei quem será o próximo embaixador.
Jornalista: Paulo Trevisani, do Wall Street Journal. O senhor estava falando sobre a Venezuela. O senhor sabe dizer quando que a fronteira vai ser reaberta? Quer dizer, isso não depende do governo brasileiro, mas está sendo negociado?
Porta-voz: Pelo governo brasileiro, a fronteira está aberta. Pelo governo venezuelano, nós temos essas questões que precisam ser elucidadas junto ao governo venezuelano.
Jornalista: Está havendo esse tipo de negociação? O governo está tentando convencer o governo venezuelano a reabrir a fronteira?
Porta-voz: É muito importante que nós tenhamos as fronteiras abertas com todos os países com os quais nós somos lindeiros. Por questões econômicas, por questões psicossociais, então por óbvio, o nosso governo tem interesse sim de estabelecer a abertura total desta fronteira.
Paz e bem.