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"Temos como mudar o destino do Brasil", diz Bolsonaro no balanço de 400 dias de governo

Durante cerimônia do Palácio do Planalto, foram assinados seis atos normativos que beneficiam as áreas de tecnologia, segurança, energia elétrica e desburocratização
Publicado em 05/02/2020 19h53 Atualizado em 07/02/2020 11h04
Bolsonaro e ministros fazem balanço dos 400 dias de governo

Solenidade Alusiva aos 400 dias de Governo - Foto: Isac Nóbrega/PR

O presidente Jair Bolsonaro e ministros de Estado apresentaram, nesta quarta-feira (5), no Palácio do Planalto, o balanço de 400 dias de governoEm seu discurso, o presidente agradeceu o empenho dos ministros e ressaltou entregas importantes de seu governo. "O nosso entendimento, a nossa união, a nossa vontade de acertar, a nossa percepção das necessidades do povo, juntando isso, nós temos como realmente mudar o destino do Brasil. Se mudamos um pouco agora, reconheço, teve alguma mudança, podemos mudar muito mais", disse Bolsonaro. 

 Segundo o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, os 400 dias foram marcados por ações importantes na pasta, como os leilões de energia. "Realizamos leilões que proporcionaram arrecadação na ordem de R$ 84 bilhões, muito superior aos R$ 53 bilhões arrecadados nos últimos 20 anos", afirmou. 

Já o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ressaltou a busca por eficiência e informatização do SUS, com o Conecta SUS. "Esse programa visa conectar 100% das unidades com informações básicas dos brasileiros. É o início do prontuário eletrônico de todos os brasileiros", disse. "A porta de entrada do sistema de saúde é a atenção primária. Nesses 400 dias, nós vamos dando passos. Criamos a Secretaria Nacional da Atenção Primária e lançamos o Saúde na Hora", acrescentou.

Para o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, a diminuição dos índices de criminalidade em todo o País é reflexo de políticas públicas assertivas do Governo Federal nos últimos 400 dias. "O governo enfrenta o crime organizado na forma da lei e com firmeza. Intensificamos a política de transferência e isolamento de lideranças criminosas em presídios federais: 342 criminosos líderes incluídos em presídios federais durante 2019. Em 2018, foram só 206", disse. 

Durante a cerimônia, o presidente ainda assinou seis atos normativos em diversas temáticas, com destaque para as áreas de tecnologia, segurança, energia elétrica e desburocratização.