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Você está aqui: Página Inicial Acompanhe o Planalto Entrevistas Entrevista do presidente Lula no Balanço Geral Litoral (SP), em 27 de fevereiro de 2025
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Entrevista do presidente Lula no Balanço Geral Litoral (SP), em 27 de fevereiro de 2025

Transcrição da entrevista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Balanço Geral Litoral (SP), em 27 de fevereiro de 2025
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Publicado em 11/03/2025 15h58 Atualizado em 12/03/2025 13h10

LINK PARA TRANSMISSÃO: RECORD no YouTube

Jornalista Alexandre Furtado: Presidente, muito obrigado por ter aberto espaço na sua agenda super corrida para conversar sobre assuntos relevantes para o morador da Baixada Santista. Boa tarde para o senhor.

Presidente Lula: Boa tarde, Alexandre. Primeiro, é um prazer estar aqui visitando a Baixada Santista. Você sabe que muita gente não sabe, mas quando eu vim de Pernambuco, eu vim morar em Vicente de Carvalho. Naquele tempo, chamava-se Itapema, e eu morei praticamente cinco anos lá, e depois minha mãe foi para São Paulo e eu subi a serra.

Jornalista Alexandre Furtado: E ficou lá na região do Grande ABC, né? Hoje é um dia muito importante aqui na região da Baixada Santista, o senhor veio anunciar o edital da construção de uma obra tão aguardada pelo morador. Para o senhor ter uma noção, em média, o morador de Guarujá, que vem trabalhar aqui em Santos, leva em torno de 40 minutos para fazer a travessia de balsa. Essa obra do túnel submerso, além de ser muito esperada, a gente sabe que o investimento é altíssimo, em torno de R$6 bilhões, em parceria com o governo do estado, é realmente uma obra complexa e a primeira do tipo no Brasil. Eu queria que o senhor explicasse...

Presidente Lula: A primeira do tipo na América Latina.

Jornalista Alexandre Furtado: E vai ser a maior da América Latina. Eu queria que o senhor explicasse quando que, de fato, o morador vai ver essa obra sair do papel, porque até então ficava só para inglês ver. “Ah, vai sair o túnel, vai sair o túnel” e nunca saiu.

Presidente Lula: Olha, a primeira coisa, Alexandre, que é importante ressaltar é que, no meu primeiro mês de mandato, a primeira coisa que eu fiz foi uma reunião com os 27 governadores do Brasil para pedir para eles que eles me indicassem as obras mais importantes de cada estado. E os governadores me apresentaram. E essa obra, na verdade, a primeira manchete de jornal com ela é de 1927.

Significa que está completando quase 100 anos que essa obra já foi divulgada aqui pelo engenheiro Enéas Marini. Então, é obra velha. O Tarsício [de Freitas, governador de São Paulo] colocou essa obra na proposta das obras interessantes para São Paulo.
Obviamente que ele não poderia fazer sozinho, por causa do preço da obra. E nós assumimos a responsabilidade de, junto com ele, fazer uma parceria, metade do Governo Federal, metade do governo do estado, para que a gente pudesse realizar essa necessidade do povo de Santos e Guarujá e esse sonho do povo. Na verdade, uma obra extremamente necessária para o desenvolvimento da sociedade.

Eu penso que é uma obra muito importante, tem a participação dos dois estados, tem a participação da iniciativa privada e nós vamos fazer. Eu espero que a gente consiga inaugurar esse túnel o mais rápido possível, para que a gente possa tirar o povo do sofrimento do trânsito, numa balsa que às vezes demora 40 minutos, 50 minutos, para ele fazer essa travessia que é tão curta.

Então eu acho que é uma obra vital, possivelmente seja a obra mais importante do PAC no estado de São Paulo e só foi possível por conta da atitude civilizada do Governo de São Paulo e do Governo Federal.

Jornalista Alexandre Furtado: O que vai impactar na vida do cidadão da Baixada Santista, economicamente falando? Porque paralelo a isso acontece a expansão do Porto de Santos e também outras obras que vão vir de encontro, como, por exemplo, o aeroporto metropolitano em Guarujá. O que vai mudar na vida do cidadão?

Presidente Lula: Olha, só para lembrar você, Alexandre, nós estamos colocando neste instante R$60 milhões no aeroporto do Guarujá. Eu acho que vai mudar muita coisa, eu não vou dizer que vai mudar tudo, mas vai mudar muita coisa. Porque vai vir mais investimento para o Guarujá e para Santos, vai vir mais investimento para o porto, vai ter mais gente visitando o Guarujá e visitando Santos, vão ter muito mais turistas, porque o avião facilita a vinda das pessoas.

Então, eu penso que isso significa desenvolvimento. O que é que eu quero conversar com o governador? Eu quero conversar com o governador e vou conversar no palanque se ele está disposto a fazer uma parceria com o Governo Federal para a gente acabar com essas palafitas e fazer moradia decente para o povo que mora na palafita. A palafita, na verdade, é uma moradia degradante, porque o cidadão, o homem, a mulher só vai morar numa palafita quando ele não tem mais para onde ir. Ou seja, é o fim da esperança dele.

Eu acho que, se o Tarcísio quiser, nós poderemos fazer uma parceria e começar a fazer um projeto habitacional para a gente fazer com que o povo viva de forma decente e digna, construindo as casas necessárias para eles ou os apartamentos necessários. Então, obviamente, que uma obra dessa muda muita coisa, muda até o humor das pessoas, as pessoas vão ficar mais alegres, as pessoas vão ter menos tempo no trânsito, as pessoas vão perceber chegar escritório, chegar loja, chegar comércio, chegar mais turista, chegar mais investimento para o desenvolvimento do Guarujá e de Santos.

Além do que, nós vamos fazer dois institutos federais, um aqui e um em São Vicente. Cada instituto federal é a possibilidade da gente melhorar a qualidade profissional de milhares de jovens brasileiros. Isso vai acontecer aqui. Ainda este ano, possivelmente, eu volto aqui para o começo das obras dos dois institutos.

Jornalista Alexandre Furtado: Presidente, o senhor falou que quer fazer uma parceria com o governo do estado para tentar acabar com as palafitas. Isso já faz parte do programa, da expansão do programa Minha Casa, Minha Vida, que o senhor já quer colocar mais 100 mil novas unidades habitacionais aqui no Brasil?

Presidente Lula: Olha, deixa eu dizer. Nós vamos colocar 2,5 milhões de novas casas. Esse é o nosso compromisso, já foram contratadas quase 1,6 milhão de casas. O que é que nós queremos? A habitação é um sonho, não tem nada que desperte mais o interesse de uma mulher e de um homem que tem uma família, de querer construir um ninho para a sua família. Não tem nada mais extraordinário. Você ter uma residência fixa, onde a meninada não tem que mudar de escola todo ano, onde você não tem que mudar de vizinho todo ano.

Então, veja, como eu quero… Você está lembrando que na campanha eu dizia: eu quero voltar, eu quero fazer o Brasil voltar à normalidade. E voltar à normalidade essa relação civilizada entre o presidente e o governador de estado, entre o presidente e os prefeitos. Quando terminam as eleições, a gente tem que esquecer os partidos que nós somos, nós temos que esquecer a divergência da eleição e nós temos que trabalhar juntos. Porque o povo, bem ou mal, escolheu A, B ou C, e esse escolhido, na verdade, é o representante do povo naquele instante.

Então, a gente não tem que olhar as nossas divergências políticas, nós temos que olhar os interesses do povo de uma cidade ou de um estado. E, por isso, que nós estamos trabalhando da forma mais civilizada possível com todos os governadores, todos os governadores. Eu não tenho veto a nenhum governador, a nenhum prefeito. Porque quando eu vou numa cidade, quando eu vou no estado, eu não estou preocupado com o governador ou com o prefeito, eu estou preocupado com os interesses do povo daquela cidade. E é para eles que a gente tem que governar, e é por eles que a gente faz parceria.

Isso é muito importante para ensinar o que é a democracia neste país. Nós tivemos um presidente que não falava com nenhum governador, viajava o Brasil inteiro, não conversava com ninguém. Pois eu sou exatamente o contrário, todo estado que eu vou, eu quero conversar com os governadores, eu quero conversar com os prefeitos. Porque, embora ele seja um opositor a mim, ele é o governador e eu tenho que respeitar em qualquer estado.

Por isso que as coisas vão dar certo aqui em São Paulo, porque o Tarcísio e eu estamos demonstrando à sociedade que a gente pode ter divergência política e ideológica, mas a gente tem convergência numa coisa: respeitar o comportamento do povo que elegeu a gente.

Jornalista Alexandre Furtado: O senhor citou rapidamente aí algumas obras do PAC, que é o Programa de Aceleração do Crescimento. Qual verba vai ser destinada aqui para a Baixada Santista e quais cidades vão ser contempladas com mais obras?

Presidente Lula: Olha, todas as cidades serão contempladas. No PAC da Baixada Santista, são quase R$26 bilhões. Não é pouca coisa, é muita coisa. E todas as cidades vão ter as obras, muitas vezes, as obras que os prefeitos disseram que eram prioritárias. Porque também nós fizemos o PAC Seleções e, no PAC Seleções, os prefeitos apresentaram projetos e os melhores projetos foram aprovados.

O VLT ligando Santos a São Vicente é uma coisa extremamente importante. O trem do porto é muito importante para facilitar o trabalho das pessoas que trabalham no porto e muitas outras obras que a gente vai fazer. Aqui vai ter o Minha Casa, Minha Vida, aqui nós vamos fortalecer o Farmácia Popular, porque agora os remédios serão distribuídos de graça, aquele remédio de uso contínuo. O Pé-de-Meia, que era um programa que não existia aqui na Baixada, já tem praticamente 25 mil alunos recebendo uma poupança para não desistir da escola.

Ou seja, nós vamos tratar a Baixada Santista como se fosse a minha casa, como se fosse a tua casa. Ou seja, todo mundo vai ter o direito de participar e usufruir das obras do PAC a nível nacional, que simboliza R$1,7 trilhão. É o maior investimento da história desse país em casas, escolas, institutos, universidades, hospitais universitários, muitas coisas. Inclusive, trabalhando em muita parceria com a iniciativa privada.

Só para você ter ideia, em quatro anos do governo passado, foram feitas apenas seis licitações para fazer novas estradas. Nós vamos terminar o mandato com 41 novas licitações. Porque a gente quer fazer com que o povo brasileiro tenha um processo de mobilidade que respeite a qualidade de vida das pessoas.

Jornalista Alexandre Furtado: Com relação ao Porto de Santos, também vai haver mais investimento? Quais são as tratativas junto à autoridade portuária?

Presidente Lula: Olha, a primeira coisa que nós fizemos no Porto de Santos foi não deixar privatizar o Porto de Santos, foi fazer o povo voltar a pertencer ao Estado brasileiro para que a gente possa, junto com a iniciativa privada, construir quantos terminais forem necessários. Porque é o maior porto da América Latina, é um porto que trafega mais de 1 milhão de contêineres, acho que 1,3 milhão de contêineres. É um porto que a gente tem que tratar com carinho muito grande, porque daqui sai grande parte das mercadorias que nós produzimos e grande parte das mercadorias que nós compramos que entram.

Então, esse porto é como se fosse uma espécie de caçulinha da gente. A gente precisa tratá-lo com muito respeito, porque ele representa muito para a cidade de Santos, representa muito para a Baixada Santista, representa muito para o estado de São Paulo e representa muito para o Brasil.

Jornalista Alexandre Furtado: Um tema muito relevante aqui para o morador da Baixada Santista é a segurança pública, presidente. Facções criminosas estão presentes aqui na região, com armas pesadas. A gente tem noticiado muitos ataques contra agentes de segurança pública, a gente sabe que é uma responsabilidade do Governo do Estado, mas onde o Governo Federal entra nisso? Pode colaborar para trazer mais sensação de segurança para o cidadão?

Presidente Lula: Alexandre, eu não sei se você tem acompanhado, o ministro Lewandowski [Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça e Segurança Pública] apresentou também para os governadores, porque eu chamei os 27 governadores a Brasília para apresentar uma PEC sobre segurança pública. O que que essa PEC diz? Essa PEC quer envolver o Governo Federal, o governo estadual e as prefeituras, porque as prefeituras podem ter na polícia municipal uma ação também de combate ao crime.

Bem, essa PEC vai ser votada no Congresso Nacional e nós queremos definir qual é o papel do Governo Federal, onde é que entra a Polícia Federal, onde é que a gente pode participar junto com o estado. Por exemplo, hoje eu vi na imprensa que Votuporanga, foi pego mil toneladas de maconha e foi numa ação conjunta entre a polícia do estado e a Polícia Federal.

Olha, se a gente estabelecer uma regra em que a polícia do estado trabalhe junto com a polícia do Governo Federal, tanto com a Guarda Nacional, quanto com a Polícia Rodoviária Federal, quanto com a Polícia Federal, a gente vai ter o dobro de força para combater o crime organizado, que está em todo lugar, porque o crime organizado hoje é uma indústria. Não é um bandido comum, é uma indústria que, inclusive, tem braço no judiciário, tem braço no futebol, tem braço em tudo. Tem braço na política, tem braço no exterior.

Então, é preciso que a gente esteja muito capacitado. Eu espero que o Congresso Nacional aprove essa PEC para que a gente possa fazer uma revolução na segurança brasileira e dar tranquilidade ao povo brasileiro. É preciso que o povo tenha o direito de sair na rua a hora que ele quiser com tranquilidade, que a molecada vá para a escola com tranquilidade, que as pessoas possam passear dia de domingo com tranquilidade e é importante que a gente coloque os bandidos na cadeia. Esse é um problema sério.

E, por isso, eu tenho que ter uma polícia atuante, não apenas do ponto de vista da quantidade de soldados, do armamento e da inteligência. É preciso muita inteligência, porque nós não queremos que a polícia só chegue atirando sem perguntar. É preciso que a polícia esteja preparada para utilizar muita inteligência para a gente enfrentar o crime organizado, que é muito delicado.

O crime organizado hoje, em muitos lugares, ele tem armamento mais poderoso do que a polícia. Mais poderoso. A gente não sabe de onde ele rouba, a gente não sabe de onde vem, nós estamos criando… Você viu que nós fizemos um concurso na Polícia Federal. A gente quer colocar a Polícia Federal nas nossas fronteiras, a gente quer fazer com que as Forças Armadas participem mais nas nossas fronteiras para que a gente possa combater de verdade o crime organizado.

É isso que nós vamos tratar da segurança e, por isso, nós apresentamos uma PEC, um projeto de emenda constitucional, para a gente mudar a nossa Constituição e dar maior participação do Estado. Muitas vezes, tem um ou outro governador que não quer que a União se meta nisso. É até muito engraçado, porque a gente sabe da fragilidade da polícia, por mais que seja atuante, a gente sabe da fragilidade. E muitas vezes, a gente quer ajudar e tem governador que não quer que ajude.

Eu não consigo entender isso. A gente não quer ocupar o lugar do governador. A gente quer contribuir com o Governo Federal, não apenas passando dinheiro, mas a gente quer contribuir com forças efetivas para a gente poder enfrentar o crime organizado.
Jornalista Alexandre Furtado: Na última terça-feira, o senhor anunciou a oitava mudança nos ministérios. Saiu Nísia Trindade, do Ministério da Saúde, para o lugar dela foi o ministro Alexandre Padilha, que deixou agora a cadeira vaga das Relações Institucionais. Eu queria saber se o senhor já pode adiantar um possível nome, se essa cadeira vai ser reservada para o PT, ou se o senhor pretende ampliar. O povo está querendo ver mudanças concretas no jeito de governar, presidente?

Presidente Lula: Deixa eu lhe falar uma coisa, o meu governo é muito amplo. Se você for analisar o meu governo, todos os partidos, com exceção do PL, estão no meu governo. A maioria tem três ministérios. Ou seja, não há governo mais amplo do que o meu. Não há governo mais amplo do que o meu. É por isso que, até agora, nós conseguimos aprovar tudo o que a gente queria no Congresso Nacional, inclusive uma reforma tributária, que há 40 anos se tentava fazer e não conseguiam fazer. A gente conseguiu aprovar muita coisa, eu sou muito agradecido à Câmara dos Deputados e ao Senado, porque tudo o que nós mandamos foi aprovado.

Isso só pode ser feito por um partido, por um governo que tenha uma relação muito ampla com os partidos políticos. Bem, veja, eu já tenho a pessoa escolhida, mas eu não posso avisar, porque eu não conversei com a pessoa ainda. Então, eu não quero que a pessoa saiba que ela vai ser ministra ou que ele vai ser ministro, pela Record, eu quero que ela saiba da minha boca.

Então, eu tenho que fazer algumas reformas, vou ter que mexer no governo, mas isso eu tenho que fazer com muito cuidado. Você sabe um técnico de futebol, quando ele tem que tirar um e colocar outro. Normalmente o que sai, sai de cara feia, o que entra tem que fazer melhor do que ele. E como eu tenho um time muito coeso, as pessoas são muito decentes comigo. A Nísia era uma companheira da mais alta qualidade, minha amiga pessoal, mas eu estou precisando de um pouco mais de agressividade na política que o governo tem que aplicar, mais agilidade, mais rapidez e, por isso, eu estou fazendo algumas trocas.

Eu espero que, depois do Carnaval, eu conclua o que eu quero mudar, porque não é só você escolher quem você tira. É você escolher quem vai entrar, porque se você coloca um jogador que vai jogar menos do que o que saiu, você errou.

Jornalista Alexandre Furtado: E quantas mudanças o senhor pretende fazer ainda, nos ministérios, quantas mudanças o senhor pretende fazer?

Presidente Lula: Não, não sei. Isso aqui é que nem o técnico, você entra em campo com o time, depois você vai vendo o que você vai tirar. Mas é com muita… Eu tenho um respeito muito grande pelas pessoas que trabalham comigo, muito, muito grande. Você veja, o Pelé não marcava gol em todo jogo, o Coutinho não marcava, o Pagão não marcava, o Romário não marcava. Então, você tem que ver quem é que não está fazendo aquilo que era a previsão que eu tinha que fosse fazer.

Então, eu tenho o direito, na medida que eu chamei alguém para ser ministro, eu tenho o direito de chamar as pessoas e falar: olha, eu preciso trocar, eu queria que você…. É com muita tranquilidade, é o momento mais difícil de um governo, é muito mais difícil. Eu aprendi uma coisa, Alexandre, que é o seguinte: você nunca chame para um governo quem você não pode tirar. Porque se você chama alguém que você não pode tirar, você vê quando um técnico tira um jogador famoso, que ele sai com a cara emburrada, chutando a grama, às vezes jogando água fora, quando ele deveria sair alegre, porque é o companheiro dele que vai entrar no lugar.

Então, eu trato isso com muito carinho, com muito cuidado. Porque eu aprendi na minha vida a respeitar muito as pessoas e eu sei que o tratamento da relação humana é muito delicado. Por isso, eu trato todo mundo da forma mais carinhosa possível.

Jornalista Alexandre Furtado: Agora, com relação à liberação das condições de transparência para as emendas por parte do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino. Na opinião do senhor, vai ajudar a destravar a votação do orçamento de projetos do Governo Federal no Congresso? E eu quero saber também, como é que fica a relação agora com os novos comandos na Câmara e no Senado?

Presidente Lula: O melhor possível. Até parece que eu já convivo com o Hugo Motta [presidente da Câmara dos Deputados] há 50 anos, embora ele não tenha 50 anos de idade. A minha convivência com o Alcolumbre [Davi, presidente do Senado] é muito boa e eu acho que nós vamos ter uma relação extraordinariamente civilizada.

Eu nunca vou querer que o Congresso Nacional, que os dois presidentes do Senado e da Câmara, aceitem tudo o que eu mandar. O que eu quero fazer é estabelecer uma nova forma de conversar. Antes de eu mandar um projeto para o Congresso Nacional, eu tenho que conversar com Alcolumbre, eu tenho que conversar com o Hugo Motta e tenho que conversar com as lideranças do governo, que é quem vão trabalhar lá dentro para ser aprovado.

Eu não posso mandar, porque eu sou presidente, fazer a medida provisória e mandar de forma aleatória. Não. Eu vou conversar.

Jornalista Alexandre Furtado: Presidente, só para finalizar, como recuperar a popularidade? Nas últimas pesquisas, os índices de aprovação do governo estão em queda, justamente pela alta do preço dos alimentos, carne, ovos, azeite. Como o senhor pretende, na prática, melhorar essa situação, o anúncio da liberação do FGTS, para quem opta pela modalidade de saque aniversário, vai ajudar? O que pode afastar de vez o mau humor do eleitor?

Presidente Lula: Eu acho que nós temos que ter clareza de que uma pesquisa, quando ela está boa ou quando ela está ruim, ela serve de análise para você saber se você muda ou não de comportamento. Eu acho que o povo brasileiro tem o direito de cobrar do presidente da República, como a torcida cobra de um jogador.

Vira e mexe, você vê a torcida vaiar o melhor jogador em campo, porque o cara não está fazendo, não está correndo. Eu sei que eu tenho compromisso com o povo brasileiro, eu prometi durante a campanha. Eu quero que vocês saibam o seguinte: o povo brasileiro não me compara com o Bolsonaro, porque o Bolsonaro foi muito ruim, mas muito ruim.

Eu quero que você viaje ao Brasil para saber se você encontra uma obra dele. O povo me compara comigo mesmo, o povo me compara com o Lula de 2010. Quando eu deixei a economia, ela estava crescendo 7,5%, o varejo crescia 13%, só para você ter ideia, a massa salarial era muito grande. Agora, veja uma coisa que aconteceu nesse país. Desde que eu deixei o governo brasileiro, desde que eu deixei o governo brasileiro, a economia crescendo 7,5%, nunca mais a economia cresceu mais que 3%.

Ela cresceu 3% com a Dilma em 2011. De lá para cá ela vem caindo, caindo, caindo, 1,5%, 0,8%. Quando é que a economia voltou a crescer acima de 3%? Quando eu voltei? Cresceu 3,2% em 2013 e vai crescer 3,8% em 2024 e vai continuar crescendo em 2025. Quando é que o salário mínimo aumentou acima da inflação? Quando eu voltei. Então, eu posso dizer para o povo que as coisas vão acontecer.

Jornalista Alexandre Furtado: O preço vai baixar, dos alimentos?

Presidente Lula: Não, eu quero que ele me julgue, é verdade, eu quero ser julgado. Eu dizia no meu primeiro mandato: eu plantei o pé de jabuticaba. O cara passa lá, “ah, mas não está dando jabuticaba, está demorando para dar jabuticaba”. Vai dar, vai dar, porque eu estou regando ela. Tem sol e eu estou regando ela. E eu vou cuidar dos alimentos, eu vou cuidar do emprego, eu vou cuidar do salário, eu vou cuidar da educação.

As coisas que nós estamos fazendo na educação, Alexandre, nunca foram feitas na história do país, nunca foram feitas. Só aqui em Santos, no Pé-de-Meia, são quase 25 mil jovens que estão no Pé-de-Meia, porque a gente descobriu que 500 mil jovens desistiam da escola para ajudar no orçamento familiar. Meio milhão de pessoas. Então, nós resolvemos criar uma bolsa para garantir que esses jovens fiquem estudando. É uma poupança.

Ontem eu entreguei R$1 mil, que são R$200 por mês e R$1 mil no final do ano que tem que passar. Ontem eu entreguei R$1 mil para uma menina de 18 anos, rural lá em Brasília, que passou em cinco universidades para Medicina. Tem muita gente que não consegue passar em nenhuma. Ela passou em cinco com 18 anos.

Então, eu tenho certeza do que vai acontecer no final do mandato. Tenho certeza do que vai acontecer. E eu com muita tranquilidade, sei o que fazer, sei como é que eu vou fazer, eu já plantei tudo o que tinha que plantar, já está irrigando, agora é a hora de começar a colher. E nós vamos começar a colher muita coisa para o povo brasileiro em 2025 e vamos colher muito mais em 2026.

Então, a pesquisa, para mim, ela serve para isso. Para analisar, nem ficar otimista, nem ficar com raiva, trabalhar para melhorá-la. Esse é o meu lema.

Jornalista Alexandre Furtado: Presidente, muito obrigado por atender a nossa equipe aqui da Record. Com certeza, foram assuntos de muita relevância para você, que é morador da Baixada Santista. Agradecemos demais a sua participação e sucesso nos projetos.

Presidente Lula: Obrigado a você, Alexandre, obrigado à Record e também obrigado aos telespectadores que vão assistir a nossa entrevista.

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