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Você está aqui: Página Inicial Acompanhe o Planalto Discursos e pronunciamentos 2026 02 Pronunciamento do presidente Lula na entrega de equipamentos do SUS em Salvador
Info

Pronunciamento do presidente Lula na entrega de equipamentos do SUS em Salvador

Transcrição do pronunciamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na entrega de equipamentos do SUS (SAMU, saúde bucal e Agora Tem Especialistas) em Salvador (BA), no dia 6 de fevereiro de 2026
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Publicado em 06/02/2026 22h01 Atualizado em 24/02/2026 17h02

Hoje, na presença de vocês, é um dia muito especial na minha vida. Eu digo para os meus ministros, para as minhas ministras e para as pessoas que me visitam, que eu vivo o melhor momento da minha passagem pelo planeta Terra aos 80 anos de idade. Eu acho que Deus foi e é muito generoso comigo.

Eu sempre penso onde eu nasci, como nasci, como cresci e como cheguei até aqui. Não seria normal acontecer o que aconteceu comigo se eu não acreditasse na existência de um ser superior, que tem mais poder do que os humanos e que pode dirigir o futuro da gente. Este país já teve muitos presidentes da República, muitos.

Desde o primeiro, quando foi proclamada a República, o Marechal Deodoro da Fonseca, até o último presidente que teve este país. E que vocês, prefeitos, vocês, cientistas políticos, vocês, professores universitários, vocês, trabalhadores e sindicalistas, podem fazer uma investigação na história deste país para saber em todos esses anos que nós tivemos tantos presidentes, quais foram os presidentes que tiveram a disposição de fazer políticas de inclusão social, reparando para aquelas pessoas que nasceram sem oportunidade e que se a gente não olha para elas, elas morrerão sem oportunidade. Aquilo que eu chamo de pessoas invisíveis, que só são enxergadas nas épocas das eleições.

Porque como os pobres são a maioria, na época das eleições, muita gente enxerga eles. E depois das eleições, muita gente deixa de enxergar essas pessoas. Eu estou dizendo isso porque eu vivo o meu melhor momento do ponto de vista político, do ponto de vista do exercício da minha presidência, do ponto de vista da minha relação com os companheiros parlamentares e deputados de todos os partidos políticos. Eu não tenho inimigos. Só é meu inimigo quem quiser ser. E se quiser ser, seja de graça, porque eu não vou pagar para ser meu inimigo. Seja de graça. 

E eu estava discutindo com o ministro Fernando Haddad [da Fazenda] e com outros ministros a situação do nosso país. E veja que engraçado, companheiros. Quando eu deixei a presidência da República, dia 31 de dezembro de 2010, este país crescia 7,5% do PIB. Depois que eu deixei a presidência da República, este país nunca mais cresceu acima de 3%.

Nunca mais. Este país só foi crescer acima de 3% quando eu voltei a ser presidente da República em 2023, cresceu em 2024, cresceu em 2025 e vai crescer em 2026. Porque em política econômica não tem mágica. A gente não inventa o que fazer. A gente faz aquilo que é real fazer.

E por isso, vocês se lembram que na minha campanha eu dizia para que uma política econômica dê certo, é preciso que você tenha estabilidade fiscal. É preciso que você tenha estabilidade econômica. É preciso que você tenha estabilidade social. É preciso que você tenha estabilidade jurídica e é preciso que você tenha previsibilidade para as coisas acontecerem.

O país é muito poderoso, mas o país é muito desigual. Fazer uma ponte dá mais visibilidade para alguns políticos do que atender uma pessoa que está morrendo na calçada. Fazer um viaduto dá mais visibilidade política do que fazer um programa para cuidar das pessoas mais pobres.

E o que nós conseguimos nesse período? Depois de tudo aquilo que o companheiro Rui Costa [ministro da Casa Civil] falou, depois de tudo o que ele falou, nós resolvemos reconstruir este país. Em janeiro, a previsão dos nossos adversários, ou das pessoas que não acreditavam que a gente fosse fazer as coisas, diziam que o Brasil estava incontrolável. A inflação estava alta, o dólar estava alto e que a gente não ia conseguir governar este país.

Preste atenção no que aconteceu nesses três anos: além de a gente recuperar tudo o que estava paralisado, nós fizemos o maior PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] da história do Brasil. O PAC estabeleceu uma política de investimento público e privado de R$ 1,7 trilhão. Só aqui na Bahia R$ 45 bilhões já foram executados. Só aqui na Bahia. Nós já chegamos a quase 70% do PAC a nível nacional. E vamos chegar muito mais até o final do governo.

E isso o que fez? Isso fez com que houvesse vontade das pessoas a voltarem a acreditar no Brasil. Não sei se você viu as notícias, companheiro Otto [Alencar, deputado federal], companheiro Jerônimo [Rodrigues, governador da Bahia], companheiro Rui, companheiro Wagner [Jaques, senador] e Padilha [Alexandre, ministro da Saúde].

A Bolsa de Valores, pela primeira vez na história, ela subiu nove semanas seguidas neste país. Chegou a 186 mil pontos. E só no mês de janeiro entraram no Brasil 26 bilhões de dólares de investimentos. Só no mês de janeiro. Contra 25 bilhões em todo o ano de 2025. E o que que aconteceu neste país? Eu vou dizer para vocês o que aconteceu.

Nós temos o menor desemprego de toda a história do Brasil. Nós temos a maior população economicamente ativa da história do Brasil. Nós temos o maior aumento da massa salarial da história do Brasil. Nós temos a maior exportação da história do Brasil. Nós criamos 516 novos mercados para os nossos produtos no exterior. O salário mínimo, se não fosse o nosso reajuste, acima da inflação, pagando o PIB, ele seria só de 800 reais.

E ele hoje é de 1.621 [reais]. É pouco, mas é mais do que aquilo que as pessoas do outro lado achavam que deveria ser. E mais importante do que isso: a minha alegria só aumentou porque ontem, ontem não, esta semana, segunda-feira, eu recebi o primeiro grupo de trabalhadores públicos que foram me apresentar o contracheque – holerite -, sem desconto de Imposto de Renda, pela primeira vez na história do Brasil. Na terça-feira, nós fizemos uma outra coisa fantástica, que foi o pacto contra a violência contra as mulheres.

A Suprema Corte, o Senado da República, a Câmara do Deputados e o Poder Executivo estão construindo um pacto, unindo todos os poderes, para politizar os homens e dizer para o homem que homem que presta, não bate em mulher, o homem cuida da sua família. E nós vamos aprimorar isso, porque senão a gente vai ter problemas pela frente.

Só esse ano (2025) foram 1.470 mulheres assassinadas. Fora as meninas que são violentadas pela internet, com provocações, levando algumas até mutilamentos.

E nós precisamos ter clareza que a gente só vai resolver isso definitivamente quando a gente, da creche à universidade, a gente começar a educar os meninos, que eles não são melhores do que as meninas, que eles não são mais fortes do que as meninas, e que eles não são donos das meninas. Educar os adultos de que eles não são donos das meninas. Educar os maridos, que eles não são donos das mulheres.

Elas podem fazer o que elas quiserem, aonde elas quiserem. É esse o mundo que nós temos que criar. Não tem sentido uma mulher ser arrastada por um carro e morrer depois. Não tem sentido um cidadão, por ciúme, matar uma mulher grávida, que tinha três filhos, tocando fogo na casa. Que mundo que a gente quer criar? Então nós tivemos esse ato, envolvendo os Três Poderes, que foi uma das coisas mais importantes que nós fizemos.

Depois eu recebi, depois eu recebi, trabalhadores de fábrica de São Bernardo. Foram me dar de presente um quadro com dois holerites: um descontando imposto de renda e outro sem descontar imposto de renda. Para uma pessoa que ganha 5 mil reais, não descontar imposto de renda, significa uma economia de 4 mil e 800 reais por ano. Significa um décimo quarto salário para as pessoas.

E isso é pouco diante do que nós temos que fazer. Nós agora vamos começar a discutir outras coisas importantes. Ontem, a companheira Esther [Dweck, ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos] foi anunciar a distribuição de 280 hectares, a entrega de títulos de 280 hectares de terra em Teresópolis, no Rio de Janeiro.

Desde 1950 que aquelas pessoas reivindicam os títulos da terra. E nós fomos entregar ontem para quase 35 mil famílias. E temos que fazer, porque não tem nenhum sentido a União ficar com terreno, a União ficar com prédios abandonados, quando o povo está precisando de casa para morar. E nós temos que fazer com que esses prédios sejam doados, para que o povo possa ter um pouco de dignidade. Então, ontem foi um dia feliz.

E hoje é um dia auspicioso para mim. Ou seja, eu vim entregar ambulância do SAMU, e vim entregar essas vans para fazer tratamento odontológico, e entregar equipamento para vocês. É uma profissão de fé na minha vida. 

Esse assunto, eu comecei a discutir com o companheiro Padilha, ele era ministro da Dilma Rousseff [ex-presidenta da República], em 2012. Estávamos jantando num restaurante na Via Anhanguera, voltando de Campinas. E o Padilha estava falando do Mais Médicos. Eu falava: “Padilha, o povo brasileiro, ele não precisa só de mais médico. Ele precisa da segunda consulta”. Porque naquele tempo, o que acontecia? Uma pessoa pobre de qualquer cidade, ela até conseguia ir na UBS. Ela até conseguia ir na UPA.

Aí quando o médico consultava ela, falava para ela: “Olha, você vai ter que procurar um especialista. Um médico do coração. Um médico da coluna. Um médico que é especialista no joelho, ortopedista. Um oftalmologista para ver o seu olho”. Aí ele saía do médico que pedia isso, e a secretária falava: “Olha, só daqui a 11 meses é que vai ter a possibilidade de ser atendida por este especialista”. A pessoa, pacientemente, ia para casa, pedindo a Deus para não morrer. Depois de 11 meses, ela ia no especialista. Chegava no especialista, o ortopedista.

Chegava no especialista, o especialista falava: “Olha, minha filha, você está com um problema sério na espinha. Você está com um problema sério na coluna. Então você tem que fazer uma ressonância magnética. Uma tomografia”. Nessas máquinas sofisticadas que pobre nunca tem acesso. Aí a moça saía com o pedido do especialista para ir marcar a consulta na máquina.

Aí a moça falava: “Olha, minha filha, a ressonância magnética só daqui a 10 meses”. E a pessoa voltava para casa. E ficava esperando e sofrendo. Antigamente era remédio. A pessoa pegava a receita e colocava na cabeceira, não tinha dinheiro e morria sem seu remédio.

Nós criamos o Farmácia Popular. E passamos a distribuir 41 remédios de uso contínuo para as pessoas. E as pessoas não morrem mais por falta de remédio, mas as pessoas morrem por falta de especialista.

Então comecei a conversar com o Padilha em 2012. Nós estamos consagrando o Mais Especialista [Agora Tem Especialistas] em 2025. Levou 13 anos para a gente chegar à quase perfeição.

O que nós estamos fazendo? Os analistas econômicos do Sistema Financeiro vão dizer que nós estamos gastando dinheiro. Eles vão dizer que é gasto. “Por que tem que gastar tanto com a Saúde? Por que tem que gastar com ambulância? Por que tem de fazer van para cuidar dos dentes das pessoas?”. E essa questão dos dentes para mim é uma profissão de fé.

Eu desde 1980 andando por este país, eu nunca me conformei de participar de manifestações e ver meninos e meninas de 18 anos, de 15 anos, de 20 anos sem dentes na boca. Sem dentes na boca, a pessoa fica mais feia, a pessoa não tem vontade de sorrir, a pessoa não tem vontade de conversar, a pessoa não pode comer um amendoim, não pode comer uma castanha, não pode comer uma paca na casa do nosso deputado federal, não pode.

Então, que diabo é isso? Em que a saúde bucal não era tratada como uma questão de saúde pública? Ou seja, você trata do corpo inteiro, quando chega na boca, só pode tratar quem tem dinheiro? Será que o pobre que não teve água tratada, que não teve comida correta, é obrigado a ficar sem dente? Então nós criamos o Brasil Sorridente.

E eu sonho que haverá um dia em que não haverá no país nenhuma pessoa que deixe de dar um sorriso de vergonha de abrir sua boca, porque um sorriso é a coisa mais bela, é o gesto mais belo que um ser humano pode fazer para o outro. É o sorriso. Então, quando a gente vem entregar esses equipamentos aqui… eu fui com o Padilha em uma cidade de Minas Gerais chamada Itabira.

A terra de Carlos Drummond de Andrade. É um lugar que tem muita mina de ferro. E nós fomos colocar uma máquina para fazer radioterapia. Eu estava vendo a máquina, eu fiz radioterapia, eu fiz 33 aplicações quando eu tive câncer na garganta. E o médico que estava explicando o que é a máquina falou assim para mim: “Ô presidente, essa máquina aqui é a mais moderna do mundo. Na sua máquina que você fez em 2012, a gente tinha que ficar preso, deitado em uma mesa, parafusado uma placa na cara da gente para a gente não se mexer e para poder atirar só onde estava o câncer”.

Mas não pegava só no tumor, pegava em outras partes também. Agora não. Agora essa máquina, ela só pega exatamente no tumor. Não pega em lugar nenhum. E eu fiquei muito orgulhoso e falei no meu discurso: se o presidente dos Estados Unidos, se o presidente da China, se o presidente da Rússia, se o presidente do Brasil forem fazer radioterapia, eles vão fazer em uma máquina igual o povo pobre da Bahia vai fazer daqui para frente. Essa é a diferença.

Essa é a diferença. É dar às pessoas mais humildes o direito de ser cidadãos de primeira categoria. É por isso, companheiros, que nós temos a menor inflação acumulada em quatro anos da história do Brasil. É por isso que nós estamos gerando muito emprego. É por isso que o salário mínimo está crescendo um pouco. Porque a gente está pensando naqueles que nunca tiveram oportunidade.

E vocês sabem, na cidade de vocês, antes de a gente criar o Bolsa Família, em 2002 ou 2003, a prefeitura, os prefeitos levantavam de manhã com fila de gente na casa deles para pedir dinheiro para remédio, para pedir dinheiro para comprar comida, para pedir dinheiro de passagem para vir não sei para onde. O Bolsa Família foi um alívio na vida dos prefeitos das cidades pobres deste país. Foi um alívio.

Da mesma forma que a saúde agora tem que ser um alívio. Da mesma forma que todas as políticas que nós fizemos tem que ser para garantir que o pobre tenha direito. Todos vocês, prefeitos, sabem quanto que o SUS foi atacado desde que a gente criou o SUS, em 1988, na Constituinte, o SUS era atacado.

As pessoas que não usavam o SUS criticavam o SUS. Pessoas que nunca foram ao SUS fazer uma consulta diziam que o SUS não prestava. E a imprensa dava conta. A imprensa só mostrava gente dormindo no corredor. Veio a Covid. E se não fosse o SUS, este país estava acabado. Foi o SUS e os funcionários do SUS que não permitiram que por irresponsabilidade de um presidente da República, que dizia que se tomasse a vacina virava gay, que se tomasse a vida virava jacaré, que se tomasse a vida virava não sei o quê, sabe? Que fez com que morressem mais de 700 mil pessoas, a gente poderia ter evitado pelo menos a morte de mais da metade disso. Um presidente que fazia gozação com as pessoas sendo asfixiadas, que deixou faltar oxigênio em Manaus.

Então, companheiros e companheiras, este ano não é um ano de eleição. Este ano é o ano da verdade. Este ano é o ano em que a gente vai ter que provar que a verdade e o bem podem vencer o mal e a mentira.

E cabe a vocês prefeitos, a vereadores, a dirigentes sindicais, a mulheres e homens deste país, não permitir que haja uma prevalência da mentira. Não é possível conviver com a quantidade de mentiras que essa gente coloca todo o santo dia. Tem uma verdadeira indústria de contar mentiras.

Estes dias eu vi um palhaço, Rui. Não um palhaço, porque era palhaço. Um palhaço porque era ridículo. Dizendo assim: “O Lula falou que acabou com a fome, mas eu sinto fome de manhã, eu sinto fome no almoço, sinto fome na janta, como é que acabou com a fome?”. Sinceramente, não tem adjetivo para falar o que é uma pessoa dessa. Então, vocês têm que ajudar, porque o meu papel é dar informação. Este ano, a gente vai fazer comparação. Em cada área. 

A gente vai fazer o que aconteceu neste país depois do impeachment da Dilma. A gente vai pegar sete, três anos de Temer [Michel, ex-presidente da República] e quatro anos da coisa que governou este país. Vamos pegar sete anos e vamos comparar com os meus três anos. Vamos comparar na educação, na saúde, na economia, no salário, na reforma agrária, na igualdade racial, no direito da mulher, na questão dos povos, na Petrobras. Vamos comparar item por item. E vamos dar números para que a gente não permita que a mentira vença outra vez neste país. Não é possível que a gente não tenha responsabilidade com os nossos filhos.

Esse país chegou a um tempo em que era mais bonito vender armas do que vender livros. Se fazia apologia da arma, como se cada um de nós tendo uma arma, fosse a salvação. E as armas iam cair na mão de um bandido ou do crime organizado.

Nós sabemos que a segurança pública é um problema no país. Eu estou com a PEC no Congresso Nacional para definir qual é o papel da União na segurança pública. Porque pela Constituição, a segurança pública é responsabilidade dos estados.

A União cuida da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. E se a PEC for aprovada, eu vou criar o Ministério da Segurança Pública. Mas vai ter que ter dinheiro para a gente resolver esse negócio. Por isso, meus companheiros deputados, meu querido Brito [Antônio, deputado federal], vocês têm a responsabilidade de aprovar. Você, meu caro pastor, levanta essa Bíblia lá na Câmara do Deputados para você injuriar aqueles que não querem. Aqueles que falam em nome de Deus e querem matar.

Aqueles que falam em nome de Deus e querem mentir. Aqueles que usam o nome de Deus em vão. Nós vamos desmascarar essa gente. É um compromisso que eu tenho com vocês. Não ficará pedra sobre pedra. Cada mentira contada vai ser desmentida no tempo real. E a gente vai comparar a verdade contra a mentira.

E vocês têm responsabilidade, porque vocês são prefeitos, são veradores. E vocês não podem permitir que na cidade de vocês predomine a violência dos jovens pela internet. Predomine a mentira. Porque tem uma verdadeira indústria multinacional de contar mentiras neste país. Eu, sinceramente, tem cada uma que é tão absurda. Vocês estão lembrados que há dez anos atrás, tudo começou dizendo que o mundo não era redondo.

E muita gente acreditou. Muita gente acreditou. Vocês que são religiosos, vocês que são cristãos, não importa que religião, mas que acreditem em Deus, vocês sabem quantos anos e quantos anos nós fomos contra o jogo do bicho?

Nós fomos contra o cassino, porque era jogo do azar. Pois bem, nós não acabamos com o jogo do bicho. Ele continua existindo, mas continua sendo proibido. Mas está cheio de pessoas que vão comprar pão de manhã e levam lá um número para fazer sua fezinha para ver se dá borboleta, para ver se dá jacaré, ou qualquer outra coisa.

E o tal do cassino, a gente não fez cassino em nome de proteger o pobre. Onde é que está o cassino hoje? Dentro da casa de vocês, com as bets. Criança com 10 anos fazendo apostas. Criança com 15 anos fazendo apostas. Tem gente gastando mais do que ganha, pensando que vai ficar rico.

Está dentro da casa da gente. E se a gente não pensar nisso, se a gente não regular, meus companheiros, a gente está perdido, porque a gente não sabe que mundo a gente vai ter. Eu fui um homem educado por uma mulher analfabeta.

A minha mãe é minha heroína, porque a minha mãe saiu de Pernambuco para ir para São Paulo, para não deixar os filhos morrerem de fome, porque o meu pai já estava em São Paulo há cinco anos. Quando a minha mãe chegou lá, pensando que ia encontrar um marido que deixou ela para ir ganhar dinheiro para ajudar ela, ele já estava casado com outra. E ela chegou em São Paulo com oito filhos agarrados no rabo da saia.

A minha mãe é heroína porque a minha mãe não tinha o que comer. Quando a minha mãe se separou do meu pai, fomos morar num barraco. Nunca mais ela sequer olhou para a cara do meu pai e ela criou oito filhos sozinha. E um deles virou presidente da República deste país. Gente, eu conto essa minha história porque, sobretudo, é importante a meninada ouvir. 

Eu nunca tinha comido uma maçã na vida, nunca. Eu saía da escola, tinha uma feira, e naquele tempo a gente falava maçã argentina. Era uma maçã embrulhada num papelzinho azul. Eu tinha uma vontade de pegar uma maçã e sair correndo. Tinha uma vontade. O cara não ia correr atrás de mim, porque naquele tempo não corria atrás. Hoje mata. Se uma criança roubar uma pêra ou uma banana, é capaz do feirante matar ele. E sabe por que eu não pegava a maçã? Com medo de envergonhar a minha mãe.

Eu morava no fundo de um bar, um quarto e cozinha. A gente morava em treze pessoas num quarto e cozinha. A gente dormia naquelas caminhas de armar. O banheiro que utilizava naquela casa era o banheiro do bar. O cara bebia a sua cachaça e ia no banheiro, era aquele banheiro que a minha mãe usava, que as minhas irmãs usavam e que eu usava. A gente tinha um fogão de querosene, que pegava fogo todo dia o desgraçado do querosene. E a gente sobreviveu. A gente sobreviveu sem nenhuma lamentação. Eu não guardo nenhum rancor desse tempo.

Mas eu fui educado por uma mulher que dizia para mim: “Meu filho, você nunca levante a mão para brigar com a sua mulher. Se você tiver que brigar, é melhor você sair de casa, mas não bata na sua mulher”. Uma mulher analfabeta dizia isso para mim.

Então, companheiros e companheiras, depois de passar tudo isso, eu morava, eu trabalhava, eu era pequeno, eu ajudava um tio meu que tinha um bar. Na frente da casa onde a gente morava, nossa casa era no fundo.

E eu tinha uma vontade de chupar um chiclete americano. Naquele tempo era chiclete ping pong. E eu ficava doente, eu tinha 14 anos de idade, eu via a molecada chupar chiclete, faziam aquela bola estourar na cara dele. Chupava, estourava. E eu olhando o dia inteiro meus amigos chuparem. E na casa, no bar do meu tio tinha chiclete. Ele ia ao banheiro e eu ficava tomando conta. Eu nunca tive coragem de pegar um chiclete para não envergonhar a minha mãe.

E tinha um amigo chamado Boquita, filho de um sergipano. Ele mascava o chiclete dele o dia inteiro, quando era de tarde ele me dava o chiclete dele. Eu levava para casa, lavava aquele chiclete, colocava açúcar e colocava na boca aquele chiclete. Era assim a minha vida. E eu não guardo um rancor de todo esse tempo.

Tudo eu acho que Deus quis que fosse assim. Porque isso me deu respeitabilidade. Quando eu fui preso, queriam que eu fizesse um acordo para ir para casa. Ficar de tornozeleira. Eu disse: “Eu não vou fazer acordo. Eu não troco a minha dignidade pela minha liberdade. Eu não coloco tornozeleira porque eu não sou pombo-correio. E a minha casa não é prisão”. É com essa mesma postura que quando o presidente Trump [Donald, presidente dos Estados Unidos] taxou este país, que muita gente ficou com medo. “Agora o mundo vai acabar.”

Eu dizia: “Vamos ter calma”. Primeiro porque um brasileiro não tem que ter medo de alguém que fala grosso. Não tem que ter medo. Sobretudo aqui na Bahia, que vocês são responsáveis pela independência do Brasil. Porque lá gritou, mas daqui quem lutou foram vocês. Então veja, um povo que tem isso não tem que ter medo. E eu agora sou amigo do Trump. Agora toda hora ele fala que nós temos uma química, uma química que foi amor à primeira vista. Sabe por quê, gente? Porque ninguém respeita quem não se respeita. Vocês são prefeitos e prefeitas e vocês sabem. Se vocês não se respeitarem, o povo não respeita vocês.

Então é preciso vocês se respeitarem. E eu não aprendi isso na universidade. Eu aprendi isso com uma mulher analfabeta, que teve a coragem de criar oito filhos sozinha. E eu fui o primeiro filho da dona Lindu a tirar o diploma primário. Eu fui o primeiro a ganhar mais que um salário mínimo. Eu fui o primeiro a ter uma geladeira. Eu fui o primeiro a ter um televisor. Eu fui o primeiro a ter um carro. Eu fui o primeiro a ter uma casa. Porque eu fiz um curso técnico. É isso. 

Quando você pensa que eu falo com orgulho, eu sou o presidente da República que fez mais universidade na história de 500 anos do Brasil. Eu sou o presidente da República que mais fez escolas técnicas na história do Brasil. Que mais vamos fazer escola de tempo integral. Que mais vamos fazer creche. E tudo isso é porque eu não tive. E como eu não tive, eu quero que o filho do povo pobre tenha aquilo que eu não tive. Porque o diploma de doutor não é para rico, é para quem estuda, e é para quem precisa, e o povo brasileiro precisa.

Portanto, esse ano, se preparem, que esse ano é o ano da disputa entre a verdade e a mentira. Quem fez e quem não fez. Quem fala a verdade e quem mente. E vamos fazer comparação. Eu quero fazer comparação. Qual foi o presidente da República que mais teve relação com os prefeitos em toda a história do Brasil. Nunca. Nunca pedi para um prefeito que partido ele é. Nunca perguntei para o prefeito: “que partido você é?” Isso não me interessa. O que me interessa é se a cidade dele está precisando.

O que me interessa é se a cidade dele tem um projeto bom. Se tiver, pode ser gordo, pode ser magro, pode ser preto, pode ser branco, pode ser qualquer coisa, pode pertencer a qualquer partido. Pode torcer até para o Bahia, porque aqui eu sou Vitória, mas eu sei que o Bahia é a maioria. Não tem nenhum problema. Não tem nenhum problema.

Porque a minha relação é uma relação humanista. Eu gosto de vocês e respeito vocês porque vocês, como eu, disputaram uma eleição e tiveram voto. E se vocês ganharam, merecem o meu respeito como presidente da República e eu vou tratar vocês com a decência que vocês merecem. Isso vale para as mulheres e para os homens. Vale para os meus e para os que não são meus. O que é importante é que o povo se sinta condecorado e homenageado por vocês.

Por isso hoje é um dia muito feliz. Saber que essas ambulâncias vão chegar, saber que essas vans odontológicas vão chegar, saber que vai chegar 10 mil, mas aqui na Bahia quantos mil equipamentos? 10 mil equipamentos para modernizar, para a pessoa ter acesso a coisas que nunca pensaram ter, cara. Vocês vão ver que maravilha uma pessoa tratar um dente, uma van vai onde ele está, vai tratar dele, vai escanear a boca dele, vai fazer um molde, e vai levar e vai entregar uma dentadura de qualidade.

Porque aqui nesse país, há 30 anos atrás, entregavam-se cestas de dentadura para o povo escolher qual é que servia na boca dele. E eu quero entregar dignidade e respeito. E aqui na Bahia vocês merecem muito mais do que isso. Porque não é à toa que vocês tiveram Wagner [Jacques, senador] como governador. O Wagner, quando foi candidato, eu era contra. Era meu ministro do Trabalho. “Pô, você vai perder, cara. Lá o Carlinhos é muito forte, você vai perder, pô, você vai perder. Ele tinha 3%, outro tinha 60 [%] e não sei quantos. Não saia do governo, fique comigo, cara, pelo amor de Deus, fique comigo”.

E ele: “eu vou sair, eu vou ganhar as eleições”. Falei, coitado, vai tomar uma fubecada, que ele nem sabe o que vai. Pois o filho da mãe veio para cá e ganhou no primeiro turno. Se reelegeu no primeiro turno. Aí inventou de lançar o Rui. Falei: “porra, Wagner, você já viu que o Rui nem dá risada, dá, cara?” Ô baianinho mal-humorado, o Rui, não dá risada, é duro. O Rui é um cabra duro. O Wagner falou: “Mas ele é competente. Ele foi meu chefe da Casa Civil, eu sei da competência dele.” Pois, eu falei: “Wagner, acho que você vai perder as eleições”. Ganhou no primeiro turno. Se reelegeu no primeiro turno.

Aí, quem é que vai ser candidato? Inventaram um tal de Jerônimo [Rodrigues, governador da Bahia]. O único Jerônimo que eu conhecia era de uma novela que tinha o herói do sertão, Jerônimo. “Wagner, vocês vão perder, Wagner, vocês vão perder”. – “Nós vamos ganhar, presidente, nós vamos ganhar, pode deixar”. Ganharam.

Então, eu quando venho para a Bahia, eu venho para aprender. Eu não venho para ensinar. Eu venho para aprender como é que os baianos, eu não conhecia o Otto, eu não conhecia o Otto. Eu encontrava esse velhinho de cabelo branco, eu falava: “Porra, esse cara é mais velho do que eu”. Hoje ele é mais novo do que eu, cara. Meia hora de conversa com o Otto nasceu uma amizade que vai perdurar o resto da vida. Porque eu o respeito e ele me respeita. Então, eu vou terminar dizendo para vocês uma coisa.

Nós temos mais coisas para entregar para Bahia. Pode ficar certo que eu vou vir aqui para a gente inaugurar Campo Grande, o metrô, vou vir aqui para andar no VLT, e vou vir aqui para fazer, quem sabe, a ordem de serviço, porque o canteiro da ponte está sendo montado.

Eu quero dizer para vocês o seguinte: eu tenho 80 anos de idade. Fiz 80 anos no dia 27 de outubro do ano passado. Eu, hoje, estou melhor fisicamente do que quando eu fui eleito presidente em 2003. Naquele tempo eu andava na esteira a 4 quilômetros por hora, cansando e bufando. Hoje, com 80 anos, eu ando a 6 quilômetros por hora, com 5 de inclinação, faço musculação, porque eu me determinei viver até 120 anos de idade.

E se eu quero viver, se eu quero viver, estou tentando fazer um acordo com Deus, estou dizendo: “eu quero, vai levando outro, me deixa aqui neste martírio, nesse inferno da Terra. Eu gosto tanto dele, que eu não quero ir para o céu. Eu quero ficar aqui.” Pastor, me ajuda a ficar aqui, cara. Faça as tuas preces, faça para mim ficar aqui. Eu falo pra Deus: “leve quem você quiser, meu Deus, mas me deixa aqui”.

Porque eu ainda tenho muito compromisso com o povo pobre deste país. E eu quero ajudar a resolver esse problema. 

Um abraço, um beijo no coração de vocês e até o próximo encontro, se Deus quiser.

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