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Você está aqui: Página Inicial Acompanhe o Planalto Discursos e pronunciamentos 2025 07 Pronunciamento do Presidente Lula sobre o Programa Agora Tem Especialistas e Novo PAC Saúde, na Bahia
Info

Pronunciamento do Presidente Lula sobre o Programa Agora Tem Especialistas e Novo PAC Saúde, na Bahia

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, fez pronunciamento durante ato de entregas do Programa Agora Tem Especialistas, em Juazeiro, na Bahia, em 18 de julho
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Publicado em 29/07/2025 16h44

Minhas queridas companheiras, meus queridos companheiros da Bahia, de Juazeiro, de Pernambuco e de Petrolina, meus queridos companheiros prefeitos e prefeitas aqui presentes, meu caro Jotafer [José Antônio de Freitas], nosso famoso poeta ex-prefeito de Juazeiro, um prazer te ver aqui.

E dizer pra vocês que vir à Bahia é sempre um motivo de orgulho para mim e satisfação. Eu sempre disse que em alguma encarnação eu fui baiano, porque desde que eu comecei a minha vida sindical e a minha vida política, eu sempre fui tratado com muita dignidade, com muito respeito e com muito carinho aqui na Bahia.

Por isso, eu quero cumprimentar o meu querido companheiro Jerônimo Rodrigues, governador do Estado da Bahia, nosso grande companheiro Jerônimo. Quero cumprimentar o meu querido companheiro ex-governador da Bahia, ministro-chefe da Casa Civil, companheiro Rui Costa, que tem me ajudado de forma extraordinária. Quero agradecer meu companheiro Alexandre Padilha, que está comigo desde o primeiro mandato, foi deputado, foi candidato a governador de São Paulo, foi ministro da Saúde da companheira Dilma Rousseff [ex-presidenta da República], voltou a ser deputado, foi secretário da Saúde de São Paulo e agora está ministro da Saúde outra vez do Brasil.

Meu querido companheiro Camilo Santana [ministro da Educação], eu tenho uma sorte muito grande porque o Camilo Santana foi, inegavelmente, o melhor governador do Estado do Ceará, um dos melhores governadores que o Brasil já teve, foi eleito senador da República, o mais votado da história do Ceará e, ao invés de assumir o Senado, ele aceitou ser ministro da Educação, que está fazendo um trabalho extraordinário no Brasil.

Além do Rui Costa, nós temos aqui um companheiro que teve que ir embora mais cedo, que é o companheiro Jaques Wagner [senador da República], que ele foi para Ilhéus porque tem uma feira lá, não sei o que lá, ele teve que ir e eu dou graças a Deus de ter na frente do meu governo o Jaques Wagner na liderança minha no Senado e o Rui Costa na Casa Civil. Esses dois me ajudam de forma extraordinária a fazer com que as coisas aconteçam nesse país.

Quero cumprimentar a nossa deputada estadual Ivana Bastos, presidente da Assembleia Legislativa do Estado da Bahia; a nossa querida companheira, sempre companheira há muitos e muitos anos, ex-prefeita de Salvador, a nossa querida companheira Lídice da Mata [deputada federal]; quero cumprimentar o nosso companheiro Josias Gomes [deputado federal], o nosso quase prefeito de Feira de Santana por quatro vezes, do companheiro Zé Neto [deputado federal], um dia ele vai chegar lá, um dia ele vai chegar lá.

Quero cumprimentar o nosso querido companheiro, muito ligado à Saúde, o nosso deputado federal Jorge Solla, quero cumprimentar o nosso companheiro deputado Ricardo Maia [federal], quero cumprimentar o Daniel Almeida [deputado federal], a Iza Arruda [deputada federal] e o nosso companheiro pernambucano Carlos Vera, deputado federal por Pernambuco. Quero cumprimentar o querido prefeito Andrei Gonçalves [prefeito de Juazeiro] e a sua querida esposa Maria Luciana Almeida Gonçalves. Quero cumprimentar a Roberta Santana, secretária da Saúde do Estado da Bahia; o Adolpho Loyola, secretário das Relações Institucionais; e os deputados estaduais aqui presentes, Fabiola Mansur, Pancadinha, Zó (Crisóstomo Antônio Lima), Osni Cardoso e Roberto Carlos. E quero fazer o meu pronunciamento aqui em homenagem à nossa companheira Tânia [Silva Neri, usuária dos serviços de saúde da policlínica da região de Juazeiro], que estava emocionada aqui, chorando de emoção.

Companheiros e companheiras, hoje, essa assinatura que eu fiz aqui, trazendo um pouco mais de saúde para o Brasil, cuidando da questão da violência contra a mama da mulher, seja o câncer, seja uma violência feita por agressões, dando a ela o direito de fazer cirurgias plásticas, é um reconhecimento ao papel da mulher na história política desse país, na luta pela conquista da nossa independência e, porque sem a mulher, nós não existiríamos.

Então, é também um presente à cidade de Juazeiro, que faz essa semana 147 anos de vida. Eu sempre tive um desejo de fazer com que as pessoas mais humildes da sociedade – os trabalhadores, a classe média baixa, as pessoas que trabalham de manhã, de tarde, de noite, as pessoas que fazem esse país crescer – eu sempre trabalhei para que elas tivessem o mesmo direito que as pessoas mais afortunadas têm.

E somente quem pode garantir isso é o Estado. Ninguém garante isso se não for o Estado. E eu lembro, quando eu perdi esse dedo aqui, eu tinha 17 anos, eu trabalhava à noite, era proibido trabalhar à noite, eu era menor, mas eu tinha que trabalhar porque era necessário. E eu cortei esse dedo de madrugada, eu fui pro pronto-socorro, certamente, se eu não tivesse com o macacão fedendo a óleo, quem sabe o médico não tivesse arrancado o meu dedo inteiro, tinha deixado um cotozinho aqui, pelo menos para limpar o ouvido. Mas ele tirou tudo.

E depois eu cresci, depois eu virei deputado, virei presidente, eu aprendi a ter uma assistência médica que eu nunca pensei que a gente pudesse ter. Porque o que acontece com as pessoas mais humildes? As pessoas iam ao médico, chegava lá o médico e fazia uma consulta e dizia pra pessoa: "Olha, você precisa procurar um especialista".

Um tal de um especialista, um cardiologista, um ginecologista, qualquer coisa. Aí a pessoa saia do consultório do médico, ia no balcão com a secretária, marcar o tal do especialista.

Aí a moça falava: "Olha, o doutor oftalmologista, o doutor cardiologista, só daqui a 10 meses". Aí a pessoa voltava pra casa com a receita, na expectativa de sobreviver os 10 meses para ir ao especialista. Aí conseguia chegar no especialista. Chegava no especialista e falava: "Olha, a senhora tem que fazer uma tomografia, uma ressonância magnética". Aí a pessoa voltava no balcão com a moça: "Olha, o doutor pediu para eu fazer uma ressonância magnética". A moça olhava no calendário: "Olha, só daqui a 11 meses".

E assim, muitas vezes, as pessoas mais humildes morriam com a receita embaixo do travesseiro, sem poder comprar o remédio, sem poder fazer a ressonância e sem conhecer o especialista.

Então, eu fiquei com uma obsessão.

Como é que a gente faz para que o povo tenha direito ao especialista? Se vai ao médico, o médico faz o diagnóstico, constata que tem uma outra doença e precisa de um especialista, esse especialista não pode demorar muito. Chegou no especialista, esse especialista diz que tem que fazer um [exame de] imagem, também não pode demorar muito. E também as pessoas não podem ficar sem comprar remédio.

É por isso que nós melhoramos o [programa] Farmácia Popular e colocamos 41 remédios de graça para que ninguém morra por falta de remédio. E quando a companheira Nísia [Trindade, ex-ministra da Saúde] assumiu o ministério, eu disse para a companheira Nísia: "Nísia...", aliás, não era para a Nísia. Em 2012, a Dilma era a presidenta da República. Eu estava vindo de Campinas, em São Paulo, no comício, parei para almoçar num restaurante.

Padilha, Aloizio Mercadante [atual presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES], Dilma e eu. E a discussão era trazer mais médicos, era fazer com que tivesse mais médicos. E eu falei para o Padilha: "Olha, eu não sei se é mais médicos que as pessoas precisam ou as pessoas precisam da segunda consulta e da terceira consulta". Já naquele tempo eu pensava que é preciso ter um especialista, porque senão a pessoa morre sem fazer o tratamento.

O Padilha depois foi ministro da Dilma e o Padilha trouxe o Mais Médicos, colocando nesse país mais de 20 mil médicos espalhados pelo interior desse país. Quando eu assumi, em 2023 agora, só tinha 13 mil médicos, 13 mil médicos, porque o coisa que governou esse país, acho que ele achou que o povo não precisa de médicos. Pois bem, nós voltamos em 2023 e agora já tem mais de 26 mil médicos, outra vez, espalhados por esse país.

E aí eu falei para o Padilha: "Padilha, eu quero mais especialistas, cara". É importante, eu acho que o povo tem que ter o direito de ter uma ressonância magnética, tem direito de ter uma fotografia do coração, do peito, da barriga, ou seja, não é possível que o pobre só presta para morrer, sabe?” Então, o Padilha falou: "Pode deixar que eu vou fazer". E eu estou aqui agora.

Eu visitei uma policlínica, eu visitei uma em Salvador outro dia, mas ainda não tinha o especialista. Mas é um modelo, esse Rui Costa, com essa policlínica, ele dá uma lição de como é possível consertar a saúde nesse país. E agora, a policlínica, com os especialistas, é tudo que Deus quer que o pobre tenha, gente. Ou seja, uma mulher, ela vem fazer o exame de mama, se ela tiver um problema, no mesmo lugar, ela já faz a biópsia. No mesmo lugar, ela começa a fazer o tratamento, ela não tem que ficar percorrendo de ônibus para lá e para cá, às vezes, sem dinheiro para passagem.

Será que as pessoas não se tocam e não compreendem?

Então, agora, a gente vai tentar fazer com que as coisas aconteçam. Não é uma coisa simples de acontecer, porque nós temos que fazer convênio com os hospitais privados, temos que fazer convênio com as Santas Casas, temos que convencer as pessoas a trabalharem de sábado, trabalhar de domingo e trabalhar até de noite, porque tem uma dívida histórica com o povo pobre desse país, na questão da saúde.

Vocês não têm noção do que é uma operação de catarata. Quem é jovem não sabe o que é isso, mas uma pessoa de mais idade que começa a ter problema de catarata, ele não vê mais a cara da pessoa perfeitamente. Ele não consegue enxergar as coisas bem, mas quando você faz uma operação da catarata, que você sai, eu vou dizer para a Tânia o seguinte: “Ô Tânia, eu fiz uma operação da catarata, Tânia, eu fiz, eu não vou nem falar da Janja, eu fiz uma operação da catarata. Quando eu saí do hospital, cheguei em casa, tomei um banho e eu descobri que eu era mais bonito do que eu pensava”.

Eu fiquei pensando como é que Dona Lindu [mãe do presidente] teve coragem de parir um cabra bonito como eu, mas eu não me enxergava antes de fazer a catarata, você não enxergava. Agora você está vendo que eu sou mais bonito do que você pensava. Fala aqui.

TÂNIA – O senhor é muito lindo.

PRESIDENTE LULA – Morra de inveja.

TÂNIA – Minha menina disse: "mãe, deixa eu ir que eu quero conhecer o Lula de perto, amanhã vou conhecer o Lula". Minha menina, ela é especial.

Presidente Lula: Gente, então, o que nós queremos nesse país? Veja, é difícil governar um país, é difícil. Essa desgraçada dessa Ponte Picolé [duplicação da Ponte Presidente Dutra], essa desgraçada dessa ponte era para ter sido inaugurada antes de eu deixar a Presidência em 2010.

Mas teve um problema, prefeito, que você tem que contar para as pessoas. Essa ponte estava sendo feita, ela tinha um projeto, houve um problema entre o prefeito e a sociedade, resolveram mudar o projeto, depois mudaram o projeto, depois que mudaram o projeto, não queriam mais aquele projeto, queriam voltar ao anterior, eu deixei a Presidência e a Ponte Picolé ficou aí derretendo.

Hoje eu falei para o Rui, está previsto acabar em 2027: "Rui, pelo amor de Deus, vamos acabar em 2026 que eu quero inaugurar essa ponte aqui". Não é possível. Não é possível, gente. Eu queria fazer uma ponte, eu fiz um picolé.

Olha, gente, vocês sabem que quando nós chegamos de volta à Presidência desse país… eu vou dar um número, eu vou dar um número para ver se vocês compreendem o que aconteceu nesse país depois que fizeram o impeachment da Dilma.

Eu vou dar um número, guardem esse número. Quando eu deixei a Presidência da República em 2010, esse país produzia 3 milhões e 600 mil carros por ano. Eu vou repetir para vocês guardarem. Quando eu deixei a Presidência dia 31 de dezembro de 2010, esse país produzia 3 milhões e 600 mil carros por ano. Eu voltei 15 anos depois. Esse país estava produzindo só 1 milhão e 600 mil carros por mês, menos da metade do que produzia há 15 anos atrás.

Há 7 anos, não aumentava o salário mínimo. Há 7, anos não aumentava o dinheiro da refeição escolar. Há 7, anos não dava a bolsa da FINEP [Financiadora de Estudos e Projetos] no Ministério da Cultura. Há não sei quantos anos, não aumentava o salário de professores.

E nós tivemos que recompor esse governo, nós tivemos que reconstruir esse governo passo a passo, passo a passo. E as coisas estão acontecendo.
Vocês estão lembrados que diziam que a nossa economia não ia crescer em 2023? Que ia crescer 0,8%. Ela cresceu 3,2%.

Em 2024, diziam que ela ia crescer só 1,5%. Ela cresceu 3,4%. Esse ano vai crescer outra vez e o ano que vem vai crescer outra vez. O salário mínimo vai aumentar todo ano porque quando o PIB cresce o dinheiro tem que ser dividido entre o povo trabalhador. Quem faz o PIB crescer não é o empresário não, é o peão de fábrica, é a dona de casa. São os cuidadores e os enfermeiros que fazem o PIB crescer.

Então, o que eu estou fazendo é tentar distribuir de forma mais justa esse dinheiro. E o Brasil está melhorando. Sabe quantos mercados eu abri em dois anos e meio, Jotafer? 379 novos mercados para os produtos brasileiros no mundo inteiro.

E as coisas vão acontecendo. A economia está crescendo. A indústria está crescendo. A saúde está crescendo. Esses dias, Padilha, eu não sei se eu lhe contei. Esses dias eu li um artigo. Um jornalista americano que mora há 6 anos no Brasil, no Rio de Janeiro, foi passar uns dia de descanso na Ilha Bela em São Paulo. Eu sinceramente não sei como é que alguém que está no Rio de Janeiro vai tirar férias na praia em São Paulo. Mas ele foi. Ele foi.

O dado concreto é que ele foi com a família para Ilha Bela, e chegou na Ilha Bela, o filho dele teve um problema. Ele foi no carro pegar alguma coisa para o filho. Quando ele abriu o porta-malas do carro, a tampa caiu na cabeça dele e sangrou. Sangrou. Ele ficou sentado no chão sangrando, molhou toda a roupa. De repente, chegou uma ambulância do SAMU.

Aí pega ele e a criança dele para levar no pronto-socorro. E na hora que ele ia andando para o hospital, ele ficou pensando: "Puxa vida, como é que eu vou pagar isso aqui? Como é que eu vou pagar isso aqui?", pensando no custo daquilo.

Pois ele foi ao hospital, trataram do filho dele, trataram da cabeça dele. Deram sete pontos. Quando ele perguntou: "Quanto custa?" “Não custa nada. Aqui é o SUS. Aqui é o Sistema Único de Saúde do Brasil”.

O Brasil é o único país do mundo com mais de 100 milhões de habitantes que tem um programa como o SUS, que garante a todo mundo ter o direito a uma assistência médica e os mais pobres tomarem aquele remédio de uso continuado de graça.

É assim que a gente cuida desse povo, porque o papel da gente não é governar. O papel do povo é cuidar do povo. É cuidar das mulheres, cuidar dos homens, cuidar das crianças.

Vocês estão lembrados que nós criamos um programa Pé-de-Meia? Por que nós criamos um programa Pé-de-meia, prefeitos? Porque a gente descobriu que 480 mil meninos e meninas desistiam do ensino médio porque tinham que ajudar no orçamento familiar. Tinham que trabalhar para ajudar a família. E nós, a pedido do Camilo, começamos a pensar como é que a gente vai fazer para não deixar esses jovens desistirem da escola.

Nós criamos uma poupança chamada Pé-de-Meia. Cada menino recebe R$ 200 por mês depositados na conta dele e no final do ano, se ele passou de ano e teve 80% de assiduidade na aula, ele vai receber mil reais. No final dos três anos, ele vai ter nove mil reais para começar a vidinha dele.

Uma outra coisa que nós aprovamos foi uma bolsa licenciatura. Sabe o que é uma bolsa de licenciatura? É uma bolsa para incentivar os melhores alunos do Enem a optarem por serem professores.

Porque, como professor ganha pouco neste país, as pessoas não querem mais ser professor. Então as pessoas querem escolher qualquer outra profissão. Nós estamos dando uma bolsa mensal para que cada jovem que teve a melhor nota do Enem que escolha ser professor, ele vai ganhar uma ajuda mensal para ele poder ser professor e a gente melhorar a qualidade da educação neste país.

Nós também estamos criando, já tem mais de um milhão de crianças na Escola em Tempo Integral. Nós fizemos um pacto com os prefeitos e com os governadores. Até 2030, nós temos que alfabetizar 80% das crianças até o segundo ano escolar.

E sabe por que tudo isso? Tudo isso porque nós queremos que esse rapaz e essa menina cheguem na universidade mais preparados, que eles cheguem no Instituto Federal. Não sei se vocês sabem, em um século, em um século, a elite brasileira fez 140 institutos federais. Eu e a Dilma, em menos de 15 anos, vamos fazer 782 institutos federais neste país.

E por que nós estamos fazendo isso? Por que eu sou o único Presidente da República que não tem diploma universitário e sou o que mais fiz universidade neste país, o que mais fiz extensão universitária?

É porque nenhum país do planeta se desenvolveu sem antes investir na educação.

A educação é a base para que este país se desenvolva, para que melhore a qualidade de vida das pessoas. E sobretudo para as mulheres. É muito bom que o homem tenha uma profissão, porque ele vai ganhar mais, vai cuidar da sua família. Mas a mulher é muito mais nobre, porque uma mulher com uma profissão, ela tem uma coisa sagrada que é a independência.

Ela não vai viver com alguém a troco de um prato de comida. Ela não vai viver com alguém a troco do pagamento do aluguel. Uma mulher com independência, tendo profissão, quando a pessoa que mora com ela disser para ela alguma coisa, ela fala: "Olha, você vai procurar sua casa, que eu vou procurar a minha". E ela vai sozinha se virar, trabalhar e cuidar da vida.

É esse o mundo que nós vamos criar. Por isso eu quero dar parabéns aos 147 anos de aniversário da nossa querida Juazeiro. Não sei se vocês sabem, eu saio de Juazeiro da Bahia e vou amanhã de manhã para Juazeiro do Ceará.

Vou lá tomar benção para Padre Cícero e vou visitar a nossa grande Transnordestina [ferrovia que liga o Porto de Pecém, no Ceará, ao Porto de Suape, em Pernambuco], que era para ter acabado em 2012.

A Transnordestina foi um compromisso que eu tive com o doutor Arraes [Miguel Arraes, ex-governador de Pernambuco]. Ele já morreu, eu comecei a fazer a Transnordestina, era para acabar em 2012, ela não acabou, e não acabou, e não acabou. Eu precisei voltar para terminar a Transnordestina, ligando o estado do Ceará ao Porto de Pecém, ao porto de Suape, passando pelo Piauí.

Por último, queridos companheiros, eu vou dizer uma coisa para vocês. Nós estamos fazendo a maior obra hídrica já feita nesse país, com a chamada transposição do Rio São Francisco.

Dom Pedro tentou fazer a transposição em 1846. Dom Pedro era imperador, ele era poderoso. Ele tentou fazer e não conseguiu fazer. Quando eu tomei posse em 2013, eu falei, eu vou fazer. Aí, uma parte da Bahia não queria. "Não, porque o Rio São Francisco é nosso, não pode fazer". Uma parte do Sergipe também: "Não pode fazer". Alagoas: "Não pode fazer".

Eu falei: o rio não é nem da Bahia, não é de Minas Gerais, o rio é do povo brasileiro, e o povo não nega um copo d'água ao seu irmão do semiárido. E nós fizemos a transposição, levando água para quatro estados. Água de beber para o homem e para os animais, para 13 milhões de pessoas. Ligando os açudes, fazendo com que rios que não estavam mais perenes se transformassem em perenes.

Eu acho que junto com a Muralha da China, eu acho que é a única obra que se vê da Lua, por isso que eu tenho vontade de ir para a Lua. É por isso que o Trump [Donald, presidente dos Estados Unidos] não pode brigar comigo, porque ô Trump, eu quero ir para a Lua, pô, você fica brigando com o Brasil? Eu quero ir lá para ver a nossa obra.

E essa obra é a salvação do Nordeste. Quem é prefeito sabe o significado do Bolsa Família. Quem é prefeito sabe o significado do Pronaf [Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar].

Quem é prefeito sabe o efeito da Escola em Tempo Integral, sobretudo para quem é mãe, o efeito da Escola em Tempo Integral, porque ela sabe que o filho dela está sendo cuidado direitinho.

Então, companheiros e companheiras, eu vou dizer uma coisa para vocês. Depois de a gente estar fazendo tudo isso que a gente está fazendo, depois de eu viajar, eu já me reuni com 54 países da África, eu já me reuni com 37 países da Europa, eu já me reuni com 33 países da América Latina, eu já me reuni com a China, com o Japão, com o Vietnã, com a Indonésia, já me reuni com a Arábia Saudita, já me reuni com o Catar, já me reuni com o Irã, já me reuni com todos os países que você pode citar.

Porque nós, brasileiros, não queremos contencioso com ninguém. Nós não queremos brigar, nós queremos trabalhar, nós queremos crescer, nós queremos progredir e nós queremos que respeitem a gente.

Esses dias, o presidente Trump, a troco não sei do que, talvez a pedido do filho do coisa, porque o filho do coisa é deputado, pediu licença para ir lá, pedir para o Trump dar um golpe no Brasil.

E o Trump mandou uma carta para mim, desaforada, desaforada. "Se não soltar o Bolsonaro [Jair, ex-presidente da República], se não parar de perseguir ele, dia 1º de agosto, eu vou taxar o Brasil em 50%".

Veja que coisa absurda, veja que coisa absurda.

Primeiro, quem vai condenar o Bolsonaro não é o presidente da República, não é o governador da Bahia, é a Suprema Corte Brasileira. Porque o Bolsonaro tentou dar um golpe nesse país, ele tinha um plano para dar um golpe e tinha um plano para matar o Lula, para matar o Alckmin [Geraldo, vice-presidente da República e ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços] e para matar o Alexandre de Moraes [ministro do Supremo Tribunal Federal], presidente da Corte. Quem disse isso para nós foram os generais que estão presos, foi o ajudante de ordem dele.

Então, se o Bolsonaro vai ser julgado e se for condenado, o lugar dele é no xilindró, é no xilindró. Nesse país, a lei vale para todo mundo, ninguém é melhor do que ninguém.

Então, companheiros, nós vamos continuar trabalhando, nós vamos dar um tempo aí, nós estamos estudando, juntando empresários agrícolas, juntando empresários da indústria, juntando tudo que é tipo de empresário, estamos discutindo com os empresários americanos, porque quando chegar o 1º de agosto a gente vai dar uma resposta.

Porque dia 16 de maio nós mandamos uma carta para o governo americano e até agora não tivemos a resposta, a não ser essa carta desaforada. E sabe o que ele disse ontem? Que ele está incomodado com o Pix. E por que ele está incomodado com o Pix? Porque o Pix vai acabar com o cartão de crédito desse país. É por isso que ele está incomodado com o Pix. A gente vai criar o Pix parcelado.

E é uma coisa do Brasil, não tem porque ficar dando palpite nisso. Então, companheiros, é o seguinte, vocês sabem que eu sou um homem nascido na negociação. Eu nasci na vida política negociando. Eu fazia greve e negociava.

E, no governo, eu quero fazer a mesma coisa. Agora, é preciso que o presidente dos Estados Unidos saiba que ele não é imperador do mundo. Que ele foi eleito para cuidar do povo americano.

Para cuidar do Brasil aqui, quem cuida somos nós. O povo brasileiro sabe cuidar de si. Eu sou da turma da paz e amor. Mas o que vai acontecer de bom, companheiros, é o seguinte: nós vamos aprovar na Câmara dos Deputados a isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil nesse país.

Nós já aprovamos que as pessoas que consomem 80 kWh de energia não pagam mais energia nesse país. Nós já decidimos que quem ganha de meio salário mínimo a um de renda per capita até 120 kWh, ele só paga a diferença entre oitenta e cento e vinte. Nós já tomamos a decisão que vamos distribuir gás de graça para as pessoas mais pobres. São 17 milhões de famílias que nós não podemos permitir [ficarem sem gás de cozinha].

Porque não é possível a Petrobras distribuir um botijão de gás por R$ 37. Um botijão de treze quilos por trinta e sete reais e chega para vocês a /R$ 130, a R$ 140, a R$ 150. E quem ganha um salário mínimo não pode pagar isso de gás.

Nós vamos ter que resolver isso com vocês. E a outra coisa, companheiros, que nós queremos fazer é gerar emprego. Gerar emprego, gerar renda, gerar salário, gerar mais consumo, mais emprego, mais salário.

É este país que eu quero criar. Um país em que as pessoas não precisem viver do Bolsa Família porque as pessoas vão ganhar o suficiente para sobreviver às custas do seu trabalho, às custas do seu salário, às custas da sua educação.

Por isso, companheiros da Bahia, eu quero dizer para vocês, eu não seria nada se não fossem vocês. Tem gente que acha, tem gente que acha que o Lula tem gente que fala: "O Lula representa os trabalhadores". Eu não represento nada. Eu, na verdade, sou vocês na Presidenta da República.

Esse é dado o concreto, esta é a diferença. É que eu não sou estranho que quero defender vocês. Eu sou um de vocês que cheguei lá.

E cheguei lá porque vocês tiveram coragem. Porque eu serei eternamente agradecido ao povo brasileiro por um dia ter a coragem, a sabedoria de eleger o pernambucano que não morreu de fome, que não tem diploma universitário. É um torneiro mecânico que provou que tem mais capacidade de governar do que a elite brasileira que governou durante 500 anos este país.

Por isso, gente, eu quero dizer para vocês. Esse companheiro aqui é um companheiro muito especial. Eu queria lembrar para vocês. Eu vou contar uma pequena história para vocês.

Primeiro, quando o Rui Costa ia deixar o governo, tinha gente que falava: "Poxa, seria tão bom se o Rui Costa pudesse ficar mais um mandato". Ele não podia.

Aí o primeiro nome que vinha na frente era do Jaques Wagner[senador da República]. Jaques Wagner vai ser governador. E o galego não queria. Ele não queria porque Fátima também não queria. E aí, o Rui pede uma reunião na minha casa. Vai o Rui, o Wagner e o Otto [Alencar, ex-senador e ex-governador da Bahia].

E o Rui e o Wagner querendo que o Otto [Alencar, senador da República]fosse candidato. Eu olhando na cara do Otto. E o Otto triste. Triste, triste. Eu falei, acabou a reunião. Eles foram embora certos de que o Otto seria candidato a ser governador.

Aí eu liguei para o Otto. Falei: "Otto, eu senti que você estava triste, cara. Eu senti. Você não quer ser governador?". "Eu não quero, Lula. Eu não quero. Eu estou tão bem aqui no Senado".

Se você não quer, não seja. Nós vamos ter que arrumar outro. Aí me apresentam aqui o meu amigo Jerônimo. “Como é que o Jerônimo está? Tem 3% na pesquisa.” Falei: "Puta merda, 3%? Para disputar com o ACM Neto". Ele com 67% e esse aqui com 3%.

Eu chamei o Rui e o Wagner e perguntei: "Escuta aqui. É verdade que vocês vão lançar um cara que só tem 3% para concorrer com o cara que tem 67%?". O Rui e o Wagner falaram: "É. Esse que só tem 3% vai ser governador da Bahia". E eles conseguiram eleger essa obra-prima de ser humano, governador da Bahia. Que eu tenho certeza que terá um futuro brilhante na política brasileira.

Porque vocês sabem que eu não queria que o Wagner fosse candidato a governador. O Wagner era meu ministro do Trabalho. Quando ele inventou de ser candidato, o adversário tinha 70%. Ele tinha 3% ou 4%. Falei: "Wagner, não vai, cara. Você vai perder, você está tão bem no Ministério do Trabalho". "Eu vou e vou ganhar". Não é que o filho da mãe ganhou no primeiro turno?

Quando ele foi candidato à reeleição, ele se reelegeu no primeiro turno. Quando foi para eleger esse aqui… eu vou contar uma história. Eu, na verdade, não tinha muita relação com o Rui. Eu queria que quem fosse candidato a governador fosse José Sérgio Gabrielli, [ex] presidente da Petrobras.

E o Wagner ficou meio emburrado, mas era um pedido do Lula, vamos lá. Aí passou um dia, o Wagner me procura e fala: "Ô presidente, é o seguinte, é o seguinte, não dá para ser o Sérgio Gabrielli. Não dá. O meu candidato é o Rui Costa".

"Mas o Rui Costa não é conhecido, você vai tentar lançar um cara que não é conhecido, ele só é conhecido por você no gabinete não sei das quantas".

Ele falou: "Nós vamos ganhar no primeiro turno". E outra vez, ganharam no primeiro turno. E na eleição do Rui, outra vez no primeiro turno.

E esse aqui só não foi eleito no primeiro turno, porque ele fica dançando mal, fica dançando mal, não sabe dançar a dança da garrafinha que o Wagner dança. Então, não foi eleito no primeiro turno.

Mas gente, estejam certos de uma coisa, eu vou terminar dizendo para vocês o seguinte: nós não queremos brigar, mas nós não somos de fugir. O Brasil só tem um dono, o dono chama-se povo brasileiro. Mais ninguém.

E vou dizer mais para vocês, eu vou completar 80 anos dia 27 de outubro.
Pode começar a guardar um dinheirinho, ao invés de jogar na Bet, guarda para me dar um presente.

E vou dizer para vocês uma coisa, ainda está longe da eleição, mas eu quero dizer para vocês, se for necessário ser candidato para evitar que essa turma do coisa volte, pode ficar certo que eu serei candidato para ganhar estas eleições.

Porque nós vamos fortalecer e consolidar a democracia brasileira. No mais, companheiros e companheiras, um grande abraço, um beijo do coração de cada mulher e de cada homem e até outro dia se Deus quiser.

Gente, um grande beijo!

Tags: Presidente LulaAgora Tem EspecialistasSUSSaúde PúblicaBahia
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