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Iniciativa contribui para o diagnóstico de desigualdades de gênero e para a formulação de política institucional
Ibram lança consulta interna para ampliar o diálogo sobre gênero e desigualdades.
Imagem com fundo claro que traz o texto “Grupo de Trabalho Mulheres e Gênero” em destaque. Ao lado, ilustração de mulheres diversas, representando diferentes corpos, idades, tons de pele e condições, incluindo uma mulher cadeirante. A composição simboliza pluralidade, inclusão e a atuação coletiva das mulheres no âmbito institucional.
A ação faz parte do processo de construção da Política Nacional Museológica para Mulheres e Gênero, e se baseia na técnica da Árvore do Problema, um método que organiza causas e consequências de uma realidade social considerada indesejável e que requer enfrentamento coletivo.
As árvores construídas pelo GT revelam fatores que atravessam o cotidiano das mulheres no Ibram:
- internamente, lacunas de autoridade e a cultura androcêntrica,
- externamente, sub-representação e estigmatização nas articulações institucionais.
“Para traduzir essa realidade, focamos nas causas (raízes) porque é nelas que se encontram as soluções consistentes, e não apenas no alívio de sintomas temporários”, explica o GT Mulheres e Gênero.
Para apoiar a compreensão dos termos e conceitos usados nas análises, um glossário de apoio foi disponibilizado aos participantes.
A consulta é aberta a todas e todos servidores, terceirizados e estagiários do Ibram, por meio de formulário online que pode ser acessado no site institucional.
A participação interna é essencial para que as contribuições alimentem o processo de formulação de uma política mais inclusiva, equânime e representativa.