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Inscrições para duas edições do Caminhos Americanos entram na reta final
Foto: Freepik
As inscrições para as edições México e Angola do Caminhos Amefricanos: Programa de Intercâmbios Sul-Sul entraram nos últimos dias. Interessados têm até as 17h da próxima quinta-feira (19) para finalizar a inscrição pelo portal da CAPES.
As principais informações sobre requisitos, documentação e etapas da seleção podem ser consultadas no edital completo. Já as novas datas estão no cronograma atualizado. Os candidatos devem ler atentamente o edital e a retificação do cronograma antes de se inscreverem.
Cada uma das edições oferece 50 vagas destinadas a estudantes autodeclarados pretos, pardos e/ou quilombolas, regularmente matriculados a partir do 5º semestre em cursos de licenciatura de instituições públicas de ensino superior.
Os selecionados irão participar de um intercâmbio de curta duração, com ações formativas, atividades acadêmicas e visitas culturais conduzidas em parceria com a Universidade Agostinho Neto, em Luanda, para a edição Angola, e com a Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales (FLACSO-México), na Cidade do México.
Um dos objetivos do Programa é formar jovens multiplicadores para que se tornem professores comprometidos com a implementação da Lei 10.639/2003, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas. Os estudantes selecionados terão a oportunidade de aperfeiçoar suas trajetórias acadêmicas para se tornarem educadores capazes de transformar realidades por meio da educação e do enfrentamento ao racismo.
Caminhos Amefricanos – O Programa promove intercâmbios formativos internacionais voltados à educação das relações étnico-raciais. Há editais que preveem seleções também para docentes de educação básica negros ou quilombolas, além das de discentes de cursos de licenciatura de instituições públicas de ensino superior. A imersão permite aos intercambistas aprenderem na prática sobre a valorização da história e cultura africana, afro-brasileira e da Diáspora Africana, além de estimular a cooperação acadêmica e o desenvolvimento de políticas públicas antirracistas.