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Dia Internacional de Nelson Mandela celebra o legado de um dos maiores líderes da luta pela igualdade racial
Foto: Peter Mabugane
Celebrado no dia 18 de julho, o Dia Internacional de Nelson Mandela foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para reconhecer a trajetória de um dos maiores líderes da luta contra o racismo e em defesa dos direitos humanos.
Nascido em 1918, na África do Sul, Nelson Rolihlahla Mandela, conhecido como Madiba, também era advogado e integrante do Congresso Nacional Africano (ANC). O ativista se tornou uma das principais lideranças da luta contra o apartheid – regime de segregação racial vigente entre os anos de 1948 até 1994, que separava pessoas negras e brancas e negava à população negra direitos básicos, como votar, estudar, trabalhar, escolher onde morar e circular livremente.
A data homenageia sua contribuição para a paz, a justiça social e a igualdade, além de incentivar pessoas de todo o mundo a desenvolverem ações que façam a diferença em suas comunidades.
Por causa de sua atuação política, passou 27 anos preso, ainda assim, sua luta ganhou apoio em vários países e fortaleceu o movimento pelo fim da segregação racial na África do Sul.
Depois de deixar a prisão, em 1990, Mandela participou das negociações que colocaram fim ao apartheid. Quatro anos depois, foi eleito o primeiro presidente negro da África do Sul, nas primeiras eleições democráticas com participação de toda a população.
Durante seu governo, trabalhou para fortalecer a democracia, reduzir as divisões deixadas pelo apartheid e construir um país mais igualitário, baseado no respeito aos direitos humanos.
O Ministério da Igualdade Racial reforça a importância de lembrar a história, legado de Nelson Mandela, bem como, sua trajetória de enfrentamento ao racismo, defesa da democracia e promoção da igualdade racial.