De: crianças e adolescentes
Para: adultos em geral
Ensinar pelo exemplo é importante para ter coerência nas cobranças.
É importante que os adultos da família tenham bom senso e vejam a proteção da imagem de crianças e adolescentes como um ato de cuidado.
As gerações têm diferentes relações com as telas e é importante entender que a compreensão sobre como agir vem aos poucos.
É importante levar em consideração a opinião da criança e do adolescente na hora de postar conteúdos sobre eles.
Informar sobre o cyberbullying é muito importante, mas não basta dizer que ele existe. Tem que explicar o que se pode fazer quando acontece com você, com quem conversar e como pedir ajuda.
Nas mídias a imagem de crianças e adolescentes deve ser tratada com muita cautela, havendo proteção de seus perfis e de seus dados, em respeito à sua privacidade.
Pedir o consentimento dos responsáveis é algo muito relativo porque tem responsáveis que privam a criança ou adolescente de usar as telas. O que deveria ser feito é ensinar como usar de forma consciente.
Dizer para as empresas não coletarem dados de crianças e adolescentes enquanto usam as plataformas é importante pra caramba e necessário.
Adaptar as regras (Termos de Uso e Serviço) para facilitar a compreensão de crianças e adolescentes faria com que eles não acolhessem coisas erradas.
Os textos dos Termos de Usos e Serviços deveriam ser mais claros e com uma linguagem mais acessível. Como opinar sem entender? É preciso aplicar a LGPD.
Criança não deve trabalhar. Acho que criança não deve ser obrigada a fazer o que ela não quer ou ser usada como fonte de renda.
Sobre o uso de telas, é preciso buscar entender o porquê do uso.
É importante ser claro principalmente quando se trata de dados pessoais. É importante manter o educando e a família informados sobre cada passo e os motivos, mesmo sendo uma escola.
As escolas não deveriam controlar os dados dos alunos, deviam ensinar os alunos a proteger os seus dados.
Seria ideal rever a exposição de crianças e adolescentes pela escola, sendo importante ter a permissão ou o consentimento dessas pessoas para postar sobre elas.
Uma ideia é criar um espaço onde a discussão sobre telas seja adequada ao público para, por meio disso, promover atividades baseadas nas faixas etárias, para que crianças possam opinar de diversas formas sobre o assunto, como por meio da arte, da brincadeira e do movimento.
Seria interessante falar sobre os riscos das telas, como o cyberbullying, a partir de HQs (histórias em quadrinhos) físicas e com versão digital, ilustradas por pessoas jovens e com versões disponíveis em braille, Libras e audiobook.