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SEGURANÇA ALIMENTAR
Campo Grande tem redução de 0,40% no custo da cesta básica em fevereiro
A combinação entre a redução dos preços dos alimentos e a Política de Valorização do Salário Mínimo, que visa assegurar ganhos reais ao trabalhador, resultou em maior poder de compra para a população - Foto: Vitor Vasconcelos/Secom-PR
O custo da cesta básica em Campo Grande foi de R$ 780,29 em fevereiro de 2026, uma redução de 0,40% em relação a janeiro, de acordo com a Análise Mensal da Cesta Básica de Alimentos, realizada em parceria pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), e divulgada nesta segunda-feira, 9 de março.
NOVE DE 13 – Na capital sul-mato-grossense, nove dos 13 produtos que compõem a cesta básica tiveram diminuição nos preços médios entre janeiro e fevereiro: tomate (-9,23%), batata (-5,12%), óleo de soja (-3,65%), leite integral (-3,40%), banana (-3,10%), açúcar cristal (-1,74%), farinha de trigo (-1,35%), manteiga (-1,31%) e café em pó (-0,02%). Outros quatro produtos apresentaram elevação: feijão carioca (22,05%), arroz agulhinha (3,48%), pão francês (0,89%) e carne bovina de primeira (0,63%).

- Mais comida na mesa
ACUMULADO – Em Campo Grande, no acumulado dos últimos 12 meses, foram registradas quedas em oito dos 13 produtos que compõem a cesta básica, com destaque para o arroz agulhinha (-37,78%), açúcar cristal (-18,16%) e leite integral (-13,68%). Também tiveram redução de preço a batata (-12,19%), banana (-2,70%), manteiga (-2,69%), óleo de soja (-1,25%) e farinha de trigo (-0,45%). Os outros cinco itens registraram elevação: café em pó (23,13%), feijão carioca (16,96%), pão francês (6,30%), carne bovina de primeira (3,46%) e tomate (1,23%).
QUEDA EM OITO – Entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, foram registradas quedas no preço médio de oito dos 13 produtos que compõem a cesta básica: óleo de soja (-11,33%), leite integral (-11,13%), farinha de trigo (-5,40%), banana (-5,33%), açúcar cristal (-5,06%), batata (-4,66%), café em pó (-3,83%) e arroz agulhinha (-3,25%). Os outros cinco itens apresentaram elevação de preço: tomate (27,71%), feijão carioca (15,93%), carne bovina de primeira (0,41%), pão francês (0,11%) e manteiga (0,09%).
MAIS COM MENOS – Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, o comprometimento da renda com a compra da cesta básica caiu para 52,04% em fevereiro de 2026, frente a 52,25% em janeiro de 2026 e 55,12% em fevereiro de 2025. O resultado indica que o trabalhador campo-grandense passou a comprar mais alimentos básicos gastando uma parcela menor do salário.