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Nova política busca fortalecer sustentabilidade e impacto econômico dos museus brasileiros
O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) publicou a Portaria que institui a Política de Economia de Museus e Pontos de Memória, um marco para o fortalecimento institucional, cultural e econômico do setor museal no Brasil. A política estabelece diretrizes sustentáveis e propõe ações voltadas ao desenvolvimento social, cultural, econômico e ambiental dos museus e processos museológicos.
A iniciativa reconhece os museus como agentes econômicos e estratégicos da Economia Criativa, promovendo a geração de renda, valorização do patrimônio e inovação no setor. A proposta está alinhada ao Plano Nacional de Cultura e à Política Nacional de Economia Criativa, integrando ações com foco em sustentabilidade e ampliação das capacidades institucionais dos museus brasileiros.
A implementação será realizada por meio de quatro programas:
- Fomento aos Museus e à Memória Brasileira
- Difusão e Promoção dos Museus
- Sustentabilidade dos Museus
- Diversificação de Receitas e Parcerias
Como desdobramento estratégico da política, o Ibram desenvolveu o Boletim Econômico dos Museus, publicação periódica que trará análises e dados sobre o desempenho econômico do setor museal. A primeira edição do boletim já foi apresentada em um evento no Rio de Janeiro, e será oficialmente publicada nos canais do Ibram nos próximos dias.
A Política de Economia de Museus e Pontos de Memória reafirma o compromisso institucional com uma gestão museal contemporânea, conectada aos desafios do presente e às oportunidades de futuro.
Acesse a Portaria completa da Política de Economia de Museus: Disponível aqui.