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CONTAS PÚBLICAS
Relatório do Prisma Fiscal de agosto atualiza projeções para o Resultado Primário do Governo Central em 2026
A mediana das projeções do Prisma Fiscal para o déficit primário do Governo Central em 2026 passou de R$ 58,077 bilhões, em julho, para 59,145 bilhões, em agosto. Na projeção para 2027, o valor passou, no mesmo período, de R$ 53,878 bilhões para R$ 55 bilhões. Os dados, baseados em previsões do mercado, foram divulgados nesta sexta-feira (14/8) pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda (SPE/MF).
A estimativa para a arrecadação das receitas federais em 2026 subiu de R$ 3,175 trilhões para R$ 3,185 trilhões entre julho e agosto. Para 2027, a mediana variou, entre os dois meses, de R$ 3,374 trilhões para R$ 3,369 trilhões.
Em relação à receita líquida do Governo Central, o valor previsto para 2026 aumentou de R$ 2,566 trilhões, em julho, para R$ 2,574 trilhões, em agosto. A estimativa para 2027 se manteve em R$ 2,732 trilhões no período.
A despesa total do Governo Central prevista para 2026 passou de R$ 2,626 trilhões para R$ 2,624 trilhões no mesmo período. Para 2027, o valor cresceu de R$ 2,776 trilhões para R$ 2,786 trilhões.
Quanto à Dívida Bruta do Governo Geral, a mediana do Prisma Fiscal para 2026 permaneceu em 83% do Produto Interno Bruto (PIB) entre julho e agosto. Para o ano que vem, a estimativa passou, no mesmo período, de 86,50% para 86,77% do PIB.