Metodologia
O sucesso no combate à corrupção e no fortalecimento da integridade depende do amplo engajamento de órgãos públicos federais e da sociedade. Partindo desta premissa, a elaboração do Plano de Integridade e Combate à Corrupção 2025-2027, sob coordenação da CGU, adotou uma abordagem inovadora de trabalho colaborativo e participativo que envolveu:
53
órgãos da administração pública federal
30
representantes da sociedade civil, membros do CTICC
Cerca de 50
especialistas
da academia
Cerca de 100
entidades do
setor privado
Ao longo de 2024, os ministérios do governo federal e suas entidades vinculadas, incluindo autarquias e agências reguladoras, foram convidados a se engajar em um diálogo aberto com a CGU e um trabalho reflexivo sobre seus contextos, desafios e as ações concretas para enfrentá-los. A CGU mobilizou principalmente as Assessorias Especiais de Controle Interno e as unidades de funções equivalentes dos órgãos, inclusive por intermédio do Sistema de Integridade, Transparência e Acesso à Informação (SITAI).
Os integrantes do Conselho de Transparência, Integridade e Combate à Corrupção (CTICC), órgão consultivo vinculado à estrutura da Controladoria-Geral da União composto por diferentes ministérios e por trinta representantes da sociedade civil, também foram chamados a contribuir para a formulação do Plano, apresentando propostas de objetivos estratégicos e ações.
Também foram realizados diversos encontros de debate com entidades do setor privado e com especialistas de universidades e de instituições de pesquisa de todas as regiões do país, bem como do exterior dedicados ao estudo de políticas de integridade, controle, transparência, governo aberto e enfrentamento da corrupção no contexto brasileiro. Ao coletar visões e expertises diferenciados sobre o tema, este esforço subsidiou o refinamento dos Eixos Temáticos, dos Objetivos Estratégicos e a formulação de novas ações de enfrentamento da corrupção.
Para incorporação no Plano, as propostas de ação elaboradas pelos órgãos a partir de suas reflexões internas e de insumos coletados no processo participativo passaram por análise técnica da CGU.
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