Programas Acadêmicos

Atualizado em 10/04/2021 15h36

Pós-Graduação e Iniciação Científica e Tecnológica

O Observatório Nacional é uma instituição de pesquisa e ensino localizada na cidade do Rio de Janeiro, que está vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). Fundado em 1827, o Observatório Nacional é a mais antiga instituição brasileira de pesquisa nas áreas de Astronomia, Geofísica e Metrologia em Tempo e Frequência. Ao longo destes quase 200 anos de existência, o Observatório Nacional vem desenvolvendo um papel relevante na ciência brasileira.

Atualmente a Pós-Graduação do Observatório Nacional consiste de dois Programas credenciados pela CAPES.

  • O Programa de Pós-Graduação em Astronomia do Observatório Nacional possui conceito 6 da CAPES e tem como objetivo principal completar e aperfeiçoar a formação em astronomia dos alunos graduados nas áreas de Física, Astronomia, Matemática e ciências afins, visando formar pesquisadores altamente qualificados e profissionais bem preparados para o mercado de trabalho. O Programa possui duas áreas principais de concentração: Astronomia e Astrofísica. Desde a sua criação em 1973 até 2018, o Programa de Pós-Graduação em Astronomia titulou 99 doutores e 137 mestres em astronomia.
  • O Programa de Pós-Graduação em Geofísica do Observatório Nacional possui conceito 5 da CAPES e tem como objetivo a formação de recursos humanos altamente qualificados em geofísica que possam, no futuro, atuar tanto na área acadêmica (pesquisa e docência) quanto na área das industrias mineral e de petróleo. O programa possui duas áreas principais de concentração: Geofísica Aplicada e Geofísica de Terra Sólida. Desde a sua criação em 1999 até 2016, o Programa de Pós-Graduação em Geofísica titulou 49 doutores e 101 mestres em geofísica.

Além disso, com o objetivo de despertar a vocação científica e incentivar o surgimento de novos talentos potenciais entre os estudantes de graduação, o Observatório Nacional mantém um Programa Institucional de Iniciação Científica e Tecnológica, financiado com recursos próprios e dos programas PIBIC e PIBITI do CNPq, para estimular a participação dos estudantes em projetos de pesquisa, preparando-os para o ingresso na pós-graduação e contribuindo assim para a redução no tempo médio de titulação de mestres e doutores e contribuindo para a formação do cidadão pleno, com condições de participar de forma criativa e empreendedora na sua comunidade.