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(re)Conexões chega a Alagoas e fortalece participação social no setor museal
Na última sexta-feira (26), Maceió recebeu uma edição especial do Programa (re)Conexões, em parceria com o IV Encontro Estadual de Museus de Alagoas. O evento reuniu gestores, profissionais de museus, pesquisadores, estudantes e representantes da sociedade civil em um dia inteiro de atividades voltadas ao fortalecimento das políticas públicas de cultura e memória.
A abertura contou com a presença da secretária de Estado da Cultura e Economia Criativa, Mellina Freitas, da presidenta do Ibram, Fernanda Castro, da coordenadora do Sistema Brasileiro de Museus, Vera Mangas, e da diretora do Departamento de Processos Museais, Carolina Gelmini. A programação incluiu ainda a apresentação cultural do Grupo de Guerreiro Comigo Ninguém Pode e a palestra sobre o aplicativo TATU, ministrada por Helder Lima, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Grupos de Trabalho do (re)Conexões
Durante a tarde, o destaque foi a formação dos Grupos de Trabalho (GTs) do Programa (re)Conexões, que debateram três eixos estratégicos para o setor:
- GT1 – reestruturação do Sistema Brasileiro de Museus;
- GT2 – normatização do Fórum Nacional de Museus;
- GT3 – institucionalização do Sistema de Participação Social do Ibram.
As discussões resultaram em propostas coletivas que serão encaminhadas para o Encontro Nacional do (re)Conexões, garantindo que a experiência alagoana contribua diretamente para o futuro das políticas museais brasileiras.
Espaço de construção coletiva
Em suas falas, as lideranças presentes destacaram a importância do programa como espaço de escuta ativa, construção democrática e fortalecimento da participação social. Para a coordenadora do Sistema Brasileiro de Museus, Vera Mangas, o encontro em Alagoas demonstrou “a força do diálogo entre gestores e sociedade civil, fundamental para repensar e renovar os instrumentos de gestão do setor”.
A coordenadora do Sistema Alagoano de Museus, Mira Dantas, também celebrou o resultado da iniciativa, reforçando que as contribuições locais terão impacto nacional. “O (re)Conexões é um processo coletivo e inclusivo. Ver Alagoas inserida nesse debate é um avanço para todos os nossos museus”, afirmou.
Com momentos de troca, reflexão e celebração, o (re)Conexões Alagoas consolidou-se como um marco para o setor museal no estado, reafirmando o papel dos museus como espaços de memória, resistência e transformação social.