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Parque Memorial Quilombo dos Palmares, referência negra para o Brasil e América Latina em Alagoas

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Publicado em 28/05/2007 09h00 Atualizado em 28/05/2024 08h32
Parque Memorial Quilombo dos Palmares, referência negra para o Brasil e América Latina em Alagoas

União dos Palmares, AL, 28/5/07 – Em breve, o Brasil e a América Latina ganharão o primeiro parque temático inspirado na história afrodescendente. É o Parque Memorial Quilombo dos Palmares. Projeto apoiado pela Petrobras, Ministério do Turismo e Fundação Cultural Palmares/MinC, o empreendimento está instalado na Serra da Barriga, no município de União dos Palmares, distante pouco mais de 70 kms de Maceió. A realização de uma feijoada, para militantes do movimento negro, lideranças religiosas e autoridades locais e estaduais, no último dia 25 de maio, serviu para apresentar a infra-estrutura do novo parque, construída e pronta para ser inaugurada. Inspirado nas referências históricas conhecidas, o Parque Memorial Quilombo dos Palmares homenageia a epopéia palmarina, a partir de uma releitura que incorpora os consenso das interpretações e as expressões culturais afro-brasileira e indígena. A riqueza do patrimônio imaterial afro-brasileiro tem sido preservada através da oralidade e das práticas religiosas, culturais e artesanais, encontradas nas Casas Religiosas de Matriz Africana e nas Comunidades Remanescentes de Quilombo. Estas são as fontes de criação do conteúdo cultural do Parque Memorial Quilombo dos Palmares.

O cuidado em não apresentar o falso histórico permeia todos os elementos do Parque – principalmente as construções que, inspiradas na arquitetura de matriz africana e indígena, oferecem uma infra-estrutura ambientalmente correta, segura e confortável para os visitantes. O desenvolvimento do turismo sustentável baseia-se nas vertentes da valorização e preservação culturais e ambientais, aliadas à inserção da comunidade local, oferecendo qualidade no atendimento e geração de trabalho e renda. Assim, o Parque Memorial Quilombo dos Palmares deverá ser o equipamento âncora deste processo. A sua implantação será também um futuro catalisador de reflexões e debates, reinserindo a Serra da Barriga, em nível nacional, nas discussões ligadas à construção e o avivamento da identidade negra, através da sua cultura e sua História.

Para a idealizadora do parque e secretária-executiva do Instituto Magna Matter, Patrícia Mourão, recuperar a Serra da Barriga e ofertar aos alagoanos e brasileiros a oportunidade de conhecer o local que abrigou o Quilombo dos Palmares serve sim para resgatar a história e a cultura negra, principalmente valorizando suas manifestações culturais e religiosas. Conheça mais sobre o Parque Memorial Zumbi dos Palmares visitando o site www.quilombodospalmares.org.br

Um pouco de história sobre o Quilombo dos Palmares:

Na história das revoltas escravas brasileiras, a de Palmares ocupa lugar ímpar. Não foi apenas a primeira, mas, também, a de maior envergadura. No decurso de quase um século os escravos da então capitania de Pernambuco resistiram às investidas das expedições continuamente enviadas por uma das maiores potências coloniais do mundo. Projeta-se como o acontecimento dominante da história pernambucana na segunda metade do século XVII e como um dos mais sérios problemas que a administração colonial lusitana teve de enfrentar no Brasil. Pois inúmeras vezes a coroa admitiu francamente que a extinção de Palmares teve uma importância comparável à da expulsão dos holandeses. Comandadas por alguns dos melhores chefes militares da época, mais de trinta expedições – provavelmente o número passou de quarenta – marcharam contra Palmares, no mais prolongado e árduo esforço bélico da história colonial, à parte o da luta contra os holandeses. Na história das Américas, só perde em importância para a de Haiti. Um historiador como Oliveira Martins, que certamente não pecava por simpatia para com os escravos, viu em Palmares uma Ilíada e batizou Macaco, a capital palmarina, de Tróia Negra. Ainda hoje, à distância de quase três séculos, seu acento libertário e seu socialismo infuso suscitam emoção e entusiasmo. Extraído do livro “Palmares – A Guerra dos Escravos”, Décio Freitas, Edições Graal, 1982.

Os habitantes de Palmares:

Macaco, sobre a Serra da Barriga, era a mais importante. Possuía 1.500 casas e uma população de cerca de oito mil habitantes. Estrategicamente era quase inexpugnável e por isso veio a se converter na capital da república negra. Amaro possuía mil casas e uma população avaliada em 5 mil habitantes. Subupira, Osenga, Zumbi, Acotirene, Tabocas, Acotirene, Danbrabanga e Andalaquituche, são algumas das povoações palmarinas.

As estimativas sobre a população palmarina nessa época são contraditórias, oscilando entre um mínimo de dez e um máximo de trinta mil habitantes.

Nem só negros ou ex-escravos viviam nos Palmares. Ainda que em pequeno número, havia entre eles índios, mamelucos, mulatos e brancos. Este fato sublinha o conteúdo essencialmente social do movimento palmarino. Desde o início, Palmares se constitui em um asilo aberto a todos os perseguidos e deserdados da sociedade colonial.

Nas comunidades negras reinava uma fartura que oferecia um vivo contraste com a perene miséria alimentar das populações do litoral. A abundância de mão-de-obra, o trabalho cooperativo e a solidariedade social haviam aumentado extraordinariamente a produção. Depois de alimentada a população, atendidos os gastos coletivos e guardadas em celeiros as quantidades destinadas às épocas de más colheitas, guerra e festividades, ainda sobrava algo para trocar por produtos essenciais das povoações luso-brasileiras. O caráter nitidamente anti-econômico do sistema escravista é ilustrado por esse contraste entre o rendimento do trabalho do negro quando livre e quando escravo. Era por ser escravo, não por ser negro, que ele produzia pouco e mal nas plantações e nos engenhos. A laboriosidade dos palmarinos foi freqüentemente reconhecida pelas autoridades portuguesas. O governador Brito Freire referiu-se ao “trabalho e indústria dos negros”.

Em tempos de paz, os palmarinos desciam a Porto Calvo, Serinhaém, Ipojuca, Una e Alagoas com o milho, o fumo, a cana, o açúcar, as batatas, o azeite e artefatos manuais, para trocá-los por armas, munições e sal. Quando as hostilidades armadas obstavam ao intercâmbio pacífico, os palmarinos faziam uso da força para conseguir as coisas essenciais de que necessitavam.

Foi, contudo nas zonas de pastagens que se criou uma maranha ainda mais densa de interesses favoráveis à sobrevivência da república negra.

Essas pastagens se situavam em áreas controladas pelos palmarinos. Na sua maior parte eram ocupados por criadores baianos que em sua expansão para o norte haviam cruzado o rio São Francisco, ganhando assim a margem direita pernambucana. Uma vez que as criações de gado – em geral a cargo de indivíduos que viviam solitariamente em uma choça, ajudados às vezes por um ou dois índios, vestindo roupas de couro e alimentando-se apenas de carne e leite – não exigiam nem comportavam o emprego de trabalho escravo, não havia empecilhos insuperáveis à convivência. As vantagens que essa situação proporcionava aos palmarinos eram múltiplas e importantes. Faziam-se pagar em coisas essenciais como armas, munições, sal, ferramentas etc. Os criadores lhes davam couto nas suas escapadas e informações sobre os movimentos do inimigo.

O paulista Domingos Jorge Velho denunciou veemente estes tributários dos negros como responsáveis pela prolongada resistência:

“… sua ambição os fazia ser colonos dos negros e inimigos atuais dos povos, porque para que os tais negros os consentissem povoar as tais terras lhes pagavam tributo, em ferramentas, pólvora, chumbo, armas e tudo o mais que eles lhe pediam… estas contribuições não têm sido a causa mais ocasional do incremento, da potência e do desaforo dos negros, por conseguinte das hostilidades, roubos, mortes, destruições e gastos que têm sucedido neste caso em quase quarenta anos que duram e quiçá tornarão a durar…”

Os palmarinos levavam muito a sério o trato estabelecido com esses seus feudatários. Expulsavam-nos das pastagens quando faltavam ao pagamento ou à ajuda convencionados.

Os criadores tinham bem poucos motivos para desejar o êxito das expedições antipalmarinas. Se a república negra sucumbisse, aquelas pastagens entrariam na posse dos grandes proprietários pernambucanos que as haviam legalmente recebido da coroa ou dos governadores. Ademais, os criadores vendiam seus gados na Bahia, não em Pernambuco, realizando um comércio que suscitava freqüentes atritos entre as autoridades das duas capitanias, pois enquanto as primeiras tratavam de estimulá-lo, as segundas criavam toda sorte de restrições fiscais. Se os criadores baianos colaboravam com os palmarinos, era por pura conveniência. Não se opunham à escravidão, tanto mais que na Bahia eram grandes proprietários de escravos.

Nem bem havia desaparecido no horizonte as velas dos navios que conduziam os restos dos exércitos holandeses e já os dirigentes coloniais se voltavam para a tarefa de destruir o inimigo interno concentrado nas serranias meridionais da capitania.

Não era apenas o caso de extirpar um perigoso foco de rebeldia escrava. As campanhas antipalmarinas seriam igualmente um derivativo para as lutas de classe que o pós-guerra ameaçava desencadear em conseqüência de uma séria de explosivos problemas. Consistia um destes problemas na urgente necessidade de ocupar em algo uma multidão de esfarrapados, famintos e belicosos ex-combatentes que reclamavam as recompensas prometidas como paga nos duros sacrifícios suportados na guerra.

Os ex-combatentes negros não eram uma fonte menor de preocupações. Muitos amos se tinham recusado a ratificar as alforrias prometidas no curso da guerra. Diante do que, alguns desiludidos soldados negros havia escapado ou para Palmares, ou para a Bahia, onde depois integrariam o Terço dos Henriques criado naquela capitania. Extraído do livro “Palmares – A Guerra dos Escravos”, Décio Freitas, Edições Graal, 1982.

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