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Mônica de Menezes Campos
Mônica de Menezes Campos entrou para a história ao se tornar, em 1978, a primeira mulher negra admitida no Instituto Rio Branco. Aos 22 anos, rompeu uma barreira simbólica e institucional ao ingressar na formação de diplomatas do Brasil. Dois anos depois, assumiu o posto de Terceira-Secretária, sendo a primeira diplomata negra do país. Sua presença no Itamaraty trouxe novos contornos para o debate sobre representatividade e equidade racial na política externa brasileira. Morreu precocemente em 1985, mas permanece como referência para futuras gerações. Em sua homenagem, o Itamaraty organizou seminário sobre igualdade racial nas relações internacionais. Seu legado segue vivo na memória institucional e nos sonhos de jovens negras que vislumbram o serviço diplomático.