Composição
Ação 3 ficou sob coordenação da CGU e contou com a participação de outros 12 órgãos e entidades.
Publicado em
05/08/2016 08h23
Atualizado em
02/05/2019 14h42
A percepção de que a efetividade das políticas de combate à corrupção passa pelo aperfeiçoamento das estruturas governamentais de controle interno nas três esferas de governo, bem como a de que inexistia um documento que reunisse referências para o funcionamento dessas estruturas, embasaram a definição, durante a XIII Reunião Plenária da Enccla, realizada em 2016, da Ação 3.
Intitulada “Criar diretrizes para implantação e efetivo funcionamento dos sistemas estadual e municipal de controle interno”, a iniciativa ficou sob a coordenação da Controladoria-Geral da União (CGU) e teve como participantes os seguintes órgãos e entidades:
- Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe);
- Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do DF (Anape);
- Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon);
- Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP);
- Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG);
- Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci);
- Corregedoria-Geral da Administração do Estado de São Paulo (CGA/SP);
- Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC);
- Ministério da Defesa (MD);
- Ministério Público de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (MPC/RS);
- Ministério Público Federal (MPF); e
- Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP/RJ).