Rede de monitoramento ambiental no território indígena Yanomami e Alto Amazonas – Fase II
Pesquisador responsável: Zuleica Carmen Castilhos
E-mail de contato: zcastilhos@cetem.gov.br
Agente Financiador: IBAMA
Prazo: DEZ/2024/ DEZ/2027
Valor financiado: R$ 6.442.610,00
Instituições parceiras: MMA, IBAMA, FUNAI, SESAI/DSEIY, ICMBIO, MPI, MS
Informações sobre o projeto:
O projeto de pesquisa “Rede de Monitoramento Ambiental no Território Indígena Yanomami e Alto Amazonas- FASE II” visa incrementar o sistema de monitoramento da qualidade ambiental das águas de consumo, águas fluviais, sedimentos e peixes da Terra Indígena Yanomami (TIY) e das Unidades de Conservação Federais no Estado de Roraima, adjacentes à TIY. A existência de garimpos de ouro ilegais no território indígena é uma grande preocupação para a saúde ambiental e humana na área. O CETEM participa do planejamento amostral, coordena e executa o trabalho de campo de coletas, preservação e transporte de amostras de águas fluviais, subterrâneas e de abastecimento para consumo humano, de amostras de sedimento fluvial e de amostras de pescado. Parâmetros físico-químicos são analisados in loco e análises quantitativas de diversos analitos (metais, HPAs, BTEX, agrotóxicos, cianeto, metilmercúrio, entre outros, a depender da matriz ambiental) e o ensaio ecotoxicológico de sedimento são realizados em laboratórios especializados do CETEM, e de outras instituições públicas e privadas. Vinte e seis comunidades indígenas e quinze localidades nas UCs serão amostradas e os resultados das análises integrarão o banco de dados do sistema de monitoramento. Até o momento foram realizadas duas campanhas de campo abrangendo 15 comunidades indígenas e para cada uma foi preparado um Relatório de Campo contendo detalhes de todo trabalho realizado em cada área. Em andamento encontra-se o planejamento da Campanha 3-25 para as coletas nas UCs, que ocorrerá entre Setembro e Outubro de 2025 e da Campanha 4-25, para as coletas em comunidades da TIY, que ocorrerá entre Novembro e Dezembro de 2025. E desta forma, finalizando as coletas nas vinte e seis comunidades indígenas e quinze localidades nas UCs, em conformidade com o projeto. Todos os resultados analíticos serão integrados ao banco de dados para análises integradas.