Mulheres de C&T do Setor Aeroespacial: Trajetórias, Barreiras e Resistências
Primeira "Conferência Livre das Mulheres de Ciência e Tecnologia do Setor Aeroespacial".
Primeira "Conferência Livre das Mulheres de Ciência e Tecnologia do Setor Aeroespacial".
A Bolsa de Mestrado é para o tema “Mapeamento Participativo de Riscos” dentro do Programa de Pós-graduação em Desastres Naturais (ICT-Unesp/Cemaden). A duração é de 24 meses, com possibilidade de estágio de pesquisa no exterior. As inscrições vão até o próximo dia 31 de agosto.
O prêmio tem por objetivo apoiar cientistas brasileiras em estágio pós-doutoral nos Estados Unidos, nas áreas de Ciências da Vida, Ciências Médicas e Ciências Ambientais.
Durante os dias 13 a 19 de julho, na UFRPE, o Cemaden participa da 77ª do SBPC, com estande de exposição dos trabalhos de monitoramento, pesquisas, projetos e educação sobre riscos de desastres socioambientais. Também participa da programação científica na mesa-redonda do debate sobre Emergência Climática e Gestão Adaptativa para a Segurança Hídrica e Redução de Riscos de Desastres, com palestra do climatologista Jose Marengo, do Cemaden.
O climatologista José Marengo, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Cemaden, foi nomeado consultor para atuar no Painel Consultivo Científico da OMM. O cargo atua no aconselhamento estratégico prospectivo sobre desafios e oportunidades emergentes relacionados ao clima, água e ciências ambientais e sociais relacionadas, para fins de planejamento de longo prazo.
A pesquisa de campo e o workshop organizados pelo Cemaden/Projeto Cope, a Escola Monsenhor Ignácio Gióia e a Defesa Civil Municipal, em São Luiz do Paraitinga (SP), envolveu representantes de secretarias municipais e moradores (as) para discutir preparação para eventos extremos.
O projeto tem envolvido pós-graduandos da Unesp-Cemaden e INPE, professores e estudantes, instituições e sociedade em geral, com o objetivo de promover sistemas de alerta centrado nas pessoas, com foco na transparência de gestão e participação efetiva do público na preparação para eventos extremos de tempo e clima.
O debate reuniu especialistas de diversas instituições e universidades para discutir inovação, ciência e estratégias de enfrentamento dos eventos extremos.
O trabalho destaca como as cicatrizes dos deslizamentos, o encharcamento do solo e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios mantêm elevado o risco de novos desastres no RS, mesmo diante de chuvas de menor intensidade. O mapeamento de deslizamentos feito pelos especialistas do Cemaden foi destacado na publicação da Revista Pesquisa Fapesp, neste mês (junho 2025).
A cartilha sobre clima, educação e justiça climática é direcionada aos estudantes do Ensino Fundamental II, no apoio a construção de projetos escolares. A outra, que aborda emergências climáticas, orienta cidadãos e gestores públicos sobre o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
O projeto levanta as Capacidades de Preparação para Eventos Extremos (COPE) e está recebendo questionários on-line das defesas civis até o dia 01 de julho de 2025. Apoiado pela Fapesp, o Projeto COPE tem o objetivo de obter um diagnóstico sobre estrutura, capacidades, comunicação e governança dos municípios, relacionadas ao enfrentamento de eventos extremos do tempo e clima. Os resultados darão subsídios para políticas públicas de fortalecimento das capacidades organizacionais e municipais.
A palestra com o diretor-executivo da Agência Inova (IFSP), Eder Sacconi, abordou sobre a tramitação de procedimentos e iniciativas que visem à inovação e transferência tecnológica, bem como à proteção de propriedade industrial. O evento foi on-line, direcionada aos servidores do Cemaden, que puderam conversar e obter mais esclarecimentos na temática.
Na 18ª visita ao Cemaden dos participantes da Iniciativa Inter-religiosa pelas Florestas Tropicais no Brasil (IRI-Brasil), a comitiva de representantes de igrejas evangélicas de oito estados brasileiros conheceu os trabalhos do Cemaden, ampliando os conhecimentos sobre clima, além informações sobre a prevenção e mitigação de impactos dos desastres socioambientais.
O evento promovido pela Clarivate e a ABCD/USP, no último dia 4 de junho, reuniu especialistas e representantes de instituições acadêmicas e científicas para discutir o cenário atual da pesquisa no Brasil. Também homenageou os classificados como “Pesquisador Altamente Citado em 2024” no Brasil, ocasião em que o climatologista Jose Marengo, do Cemaden, recebeu a certificação na área de Geociências.
O evento extremo de fortes chuvas e a inundação que ocorreu na Bacia do rio Juruá, nos estados do Acre e do Amazonas, entre final de 2020 e março de 2021, afetaram direta e indiretamente quase 200 mil pessoas na região e causaram grandes perdas econômicas. Grande parte desse evento pode ser atribuída à influência antrópica, ou seja, está relacionada às ações humanas que contribuem para as mudanças climáticas.
Artigo de autoria de pesquisadores do Cemaden, Unesp, Fundação Getúlio Vargas e Universidade da Coreia do Sul foi publicado na revista International Journal of Disaster Risk Reduction (IJDRR – Elsevier)
Cemaden lidera o GT do BRICS que compartilhou os avanços de cada país no tema desastres geo-hidrometeorológicos.
“Compreendendo e Abordando o Risco de Desastres: Quem Fala? Quem Sofre?” é o título do ebook gratuito, que oferece conceitos e métodos importantes, tanto para a área de gestão de riscos, quanto para a ciência dos desastres socioambientais, além de permitir reflexões sobre os diversos enfrentamentos das causas socioeconômicas e ambientais dos desastres.
A Assembleia Geral da União Europeia de Geociências -EGU 2025, realizada na Áustria, teve a participação do Cemaden, apresentando pesquisas relacionadas ao sistema de alerta antecipado multiescalar de deslizamentos e também o estudo de desenvolvimento de ferramentas para previsão hidrológica e simulação de impactos.
O pesquisador e meteorologista do Cemaden, Giovanni Dolif - integrante da tripulação na expedição de veleiro polar, que saiu do Brasil com destino à Antártica - foi o responsável pela gestão da Meteorologia, durante os 70 dias do percurso marítimo.