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Brasil Ganha Negócios e Influência ao Oferecer Ajuda e Empréstimos na África

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Publicado em 01/01/2014 00h00 Atualizado em 05/07/2024 18h19

RIO DE JANEIRO — Em Moçambique, o governo do Brasil está abrindo uma unidade para produzir medicamentos antirretrovirais para combater a epidemia de AIDS. O Brasil está emprestando $150 milhões ao Quênia para construir estradas e amenizar o congestionamento na capital, Nairóbi. E em Angola, a potência petrolífera ascendente da África Ocidental, um novo acordo de segurança busca expandir o treinamento de pessoal militar angolano no Brasil.

O Brasil, que tem mais pessoas de ascendência africana do que qualquer outro país fora da própria África, está assertivamente reerguendo o seu perfil no continente, com base em elos históricos da época do império português.

O conjunto de empréstimos e projetos concedidos recentemente a países africanos indica tanto as ambições do Brasil de projetar maior influência no mundo em desenvolvimento quanto a expansão da sedução dos negócios na África, onde algumas economias estão crescendo rapidamente, mesmo que partes do continente ainda lutem contra guerras e fome. A ofensiva de encantamento está resultando em fluxos comerciais crescentes entre o Brasil e a África, aumentando para
$27,6 bilhões em comparação com $4,3 bilhões em 2002.

"Há uma sensação crescente de que a África é a fronteira do Brasil”, disse Jerry Dávila, um historiador da Universidade de Illinois que escreveu amplamente sobre os sucessos do Brasil através do Oceano Atlântico. "O Brasil está na posição privilegiada de finalmente atingir a capacidade institucional para fazer isso”.

As incursões do Brasil na África são similares às ambições de outras potências em ascensão, como a Turquia, que estabeleceu a sua influência no mundo árabo, e a promoção da Índia com relação à sua cultura em através da Ásia.

A proeminência dada à África também reflete a mudança do Brasil de beneficiário a provedor de ajuda. Grandes desafios ao desenvolvimento persistem no Brasil, inclusive as deploráveis escolas públicas e uma acentuada desaceleração econômica neste ano. Mas o Brasil é um grande exportador agrícola que superou recentemente a Grã-Bretanha como a sexta maior economia do mundo e agora ostenta mais embaixadas na África do que a Grã-Bretanha – uma mudança notável de quando o Brasil contava com ajuda internacional nos anos sessenta, largamente dos Estados Unidos, para aliviar a fome no empobrecido nordeste do país.

A África hoje representa cerca de 55 por cento dos desembolsos da Agência Brasileira de Cooperação, que supervisiona os projetos de ajuda ao exterior, de acordo com Marco Farani, diretor da agência. No total, incluindo intercâmbios educacionais e uma carteira de empréstimos em expansão, a ajuda internacional brasileira excede $1 bilhão, ele disse. Grandes porções de ajuda brasileira também vão para países da América Latina e há um foco menor em Timor-Leste, a
ex-colônia portuguesa no Sudeste Asiático. 

"Ainda temos um perfil de ajuda internacional mais discreto do que alguns outrospaíses, mas estamos aprendendo a como conduzir a cooperação”, disse o Sr. Farani.

O Brasil ainda está atrás de outras nações, notadamente a China e os Estados Unidos, que têm programas de ajuda e comércio muito mais amplos na África. Alhures na América Latina, a Venezuela e Cuba proporcionaram outras maneiras de aprimorar os elos africanos. A Venezuela organizou uma reunião de cúpula em 2009 com líderes africanos e sul-americanos, na qual o Presidente Hugo Chávez reforçou uma aliança com o então líder da Líbia, Cel. Muammar el-Qaddafi.

Durante a guerra fria, tropas cubanas apoiaram governos comunistas na África. Em Angola, essa missão incluiu a tarefa aparentemente paradoxal de proteger um complexo petrolífero da Chevron na ocasião em que os Estados Unidos estavam
apoiando uma insurreição contra os líderes de Angola. Mais recentemente, Cuba enviou milhares de médicos à África.

Mas embora os esforços cubanos e venezuelanos tenham priorizado largamente a solidariedade no mundo em desenvolvimento com algumas nações africanas, a presença crescente do Brasil na África é mais complexa, envolvendo ambições de transformar o Brasil em uma fonte de influência diplomática e econômica.

Após uma onda de aberturas de missões diplomáticas na década passada, o Brasil hoje tem 36 embaixadas através da África e espera abrir a sua 37ª no Malauí este ano. O Brasil já está usando essa presença para apoiar as suas ações no cenário mundial, enviando aviações para levar as delegações de Serra Leoa e Cabo Verde para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que foi realizada aqui em junho.

Outros projetos visam atrair africanos para estudar no Brasil. Uma nova universidade começou a oferecer classes no ano passado para alunos de países de língua portuguesa, incluindo Angola, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Uma vez que o Brasil não precisar importar grandes quantidades de petróleo ou alimentos, os seus planos na África diferem um pouco daqueles de outros países buscando maior influência lá. Os projetos de expansão dedicam-se largamente a esforços para aumentar as oportunidades para empresas brasileiras, que algumas vezes trabalham com o governo do Brasil no oferecimento de ajuda.

Alguns dos maiores êxitos do Brasil, previsivelmente, estão em países de língua portuguesa, como Angola, onde a construtora brasileira Odebrecht está entre os maiores empregadores, e Moçambique, onde a gigante da mineração Vale iniciou um projeto de expansão de carvão de $6 bilhões.

Mas empresas brasileiras também estão esquadrinhando outras partes da África em busca oportunidades, colocando suas apostas na Guiné e na Nigéria. Um grande banco de investimentos brasileiro, o BTG Pactual, iniciou um fundo de $1 bilhão em maio enfocando investimentos na África. Novos elos também estão emergindo, incluindo empreendimentos agrícolas brasileiras no Sudão; um voo de Addis Abeba, capital da Etiópia, a São Paulo; e um cabo de fibra ótica ligando o nordeste do Brasil à África Ocidental.

Algumas das incursões do Brasil na África sofreram complicações, inclusive críticas de ligações amigáveis com líderes vinculados a violações de direitos humanos, como o presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema Mbasogo. Uma lei de liberdade de informações possibilitou que jornalistas investigassem vendas de armas por empresas brasileiras, incluindo a venda de bombas de fragmentação para o Zimbabwe.

Alunos africanos estudando on Brasil fizeram numerosas queixas descrevendo insultos e agressões, complicando o mito de "democracia racial” que um dia prevaleceu aqui, no qual os estudiosos afirmavam que o Brasil havia largamente escapado da discriminação comum em outras sociedades.

Em um episódio aqui no Rio, Eleutério Nhantumbo, um policial moçambicano com bolsa de estudos para estudar segurança pública em uma universidade brasileira, disse que foi parado por policiais em uma ocasião. Eles ordenaram que ele levantasse a camisa ao sair de uma loja, sob a suspeita de que ele havia furtado algo.

Quando ele questionou por que eles o haviam escolhido, ele disse que os policiais responderam com um insulto racial e o alertaram por dirigir-se a eles sem respeito; ouvindo o seu português com sotaque, eles indagaram sobre suas origens. "A polícia perguntou: ‘Onde fica Moçambique?’”, disse o Sr. Nhantumbo, 33. "Eles não sabiam que existia um país com esse nome”.

Pensa-se que o Brasil, intimamente ligado à África durante séculos através de rotas de navegação e do tráfico de escravos, importou dez vezes o número de escravos que os Estados Unidos importaram antes que a escravidão fosse abolida aqui, em 1888. Durante um período do século XIX o Brasil foi a sede do império português, tornando a então capital, o Rio de Janeiro, um centro nervoso do comércio com a África.

Tais elos definharam até que líderes civis tentaram estabelecer relações com governos recentemente independentes na África no início dos anos sessenta. Tal processo esfriou após os governantes militares do Brasil tomarem o poder em
1964 em um golpe apoiado pelos Estados Unidos. 

Então, a necessidade econômica e a busca de autonomia com relação aos Estados Unidos construíram os alicerces nos anos setenta para a escala diplomática de hoje na África. Buscando compensar os gastos com importações de petróleo, incluindo cargas da Nigéria, os governantes militares começaram a abrir novos mercados na África para empresas brasileiras. Eles tiveram algum sucesso, notadamente na recentemente independente Angola. O ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, capitalizou com base em tais êxitos em viagens à África de 2003 a 2010, referindo-se à "dívida histórica” que o Brasil teve com a África na sua formação como nação.

Fonte: The New York Times
Data: 7 de agosto de 2012 - Por Simon Romero
Link: http://www.nytimes.com/2012/08/08/world/americas/brazil-gains-in-reaching-out-to-africa.html?_r=2#h[]

Autor: The New York Times

Fonte: Acordos e Atos Internacionais

Comunicações e Transparência Pública
Tags: Medicamentos Antirretrovirais para Combater a Epidemia de AIDS Moçambique
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