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Publicado em 24/11/2013 09h00 Atualizado em 09/12/2025 17h19

Erivaldo Oliveira se reúne com embaixador da Guiné

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Publicado em 14/11/2017 14h30 Atualizado em 17/10/2023 16h16

O presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), Erivaldo Oliveira, se encontrou nesta terça-feira, 14 de novembro, com o embaixador da República Federativa da Guiné, El Hadj Abou Lylla, na embaixada do país africano, em Brasília.

Na pauta da reunião, Erivaldo e o diplomata discutiram a possibilidade de parcerias e de intercâmbio da FCP com o governo da Guiné, em áreas como a cultura, com destaque para música, cinema e gastronomia. Erivaldo Oliveira apresentou o trabalho realizado pela sua instituição no combate ao preconceito e na valorização das tradições afro-brasileiras. Além de El Hadj, participaram da conversa o adido da Embaixada, Mamadou Bah, e a primeira secretária para Assuntos Econômicos, Koumba Diop.

O presidente da Fundação Palmares também convidou o embaixador para as comemorações do Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, em União dos Palmares, no estado de Alagoas. Bastante receptivo, El Hadj disse que as portas da Embaixada da Guiné estão abertas à Fundação Palmares.

Ator Érico Brás faz palestra sobre mídia e racismo

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Publicado em 14/11/2017 15h15 Atualizado em 17/10/2023 16h17

Um dos destaques do projeto Vamos Subir a Serra, no Espaço Cultural Zumbi dos Palmares, em Maceió (AL), na próxima quinta-feira, 16 de outubro, às 19h, é a palestra Mídia e Racismo, com o ator Érico Brás. A programação faz parte das comemorações do Dia da Consciência Negra e é realizada por entidades da sociedade civil em parceria com instituições como a Fundação Cultural Palmares (FCP) e o Ministério da Cultura (MinC).

Baiano de Salvador, Érico Brás é um dos mais importantes atores da sua geração. Faz parte do elenco do programa Zorra, da Rede Globo. No cinema, trabalhou nos filmes Ó Pai, Ó, Quincas Berro D’água, O Concurso e Vestido pra Casar.

O ator, que já foi vítima de racismo, costuma a discutir o tema publicamente com a intenção de combater o problema e conscientizar a sociedade sobre o tema. O artista também criou um canal no YouTube recriando peças publicitárias veiculadas na televisão com um olhar crítico sobre a presença do negro na mídia brasileira.

Livros do Prêmio Oliveira Silveira têm lançamento em Pelotas

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Publicado em 13/11/2017 09h00 Atualizado em 17/10/2023 16h18

Nesta segunda-feira, 13 de novembro, tem lançamento dos livros do Prêmio Oliveira Silveira em Pelotas, no Rio Grande do Sul. O evento acontece às 19h, na Biblioteca Pública Pelotense. A iniciativa é da Fundação Cultural Palmares (FCP). As publicações serão distribuídas gratuitamente.

Resultado de um edital da FCP, o Prêmio selecionou títulos de cinco autores inspiradas em temáticas afro. As obras são Água de Barrela, de Eliana Alves dos Santos Cruz; Haussá 1815 – Comarca das Alagoas, de Júlio César Farias de Andrade; Sobre as Vitórias que a História não Conta, de André Luís Soares; Sina Traçada, de Custódia Wolney; e Sessenta e Seis Elos, de Luiz Eduardo de Carvalho. Os autores estarão presentes para uma sessão de autógrafos.

Em cerimônia de certificação como patrimônio do Mercosul, ministro destaca potencial turístico da Serra da Barriga

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Publicado em 13/11/2017 15h00 Atualizado em 17/10/2023 16h20
Na cerimônia de certificação da Serra da Barriga, em Alagoas, como Patrimônio Cultural do Mercosul, realizada neste sábado (11), o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, afirmou que esse reconhecimento internacional vai incrementar um importante vetor de desenvolvimento da região – o turismo.
“Este é um lugar que tem todo um potencial para atrair turistas do mundo inteiro, pela sua relevância tanto no campo simbólico, como no campo histórico. Isso pode trazer desenvolvimento para a região e, sobretudo, desenvolvimento sustentável”, afirmou o ministro.
Para Sá Leitão, a partir de agora, Serra da Barriga, além de turistas, vai atrair também investimentos, com impacto positivo na geração de empregos e renda para a comunidade. Dados oficiais indicam que 1% de aumento no fluxo de turistas gera R$ 30 milhões na economia brasileira por ano.
Responsável pela gestão de Serra da Barriga, a Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), articula com as universidades Federal de Alagoas (Ufal) e Estadual de Alagoas (Uneal) um projeto para desenvolvimento do turismo no local. No próximo ano, deverá ser lançado o calendário de visitas guiadas no Parque Memorial Quilombo dos Palmares, espaço na Serra da Barriga que reproduz as edificações do período de resistência na região.
A cerimônia de certificação, neste sábado, começou com uma visita guiada ao Parque, conduzida pelo historiador Helcias Pereira, presidente do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Conepir). Autoridades e convidados também assistiram a apresentações de capoeira e afoxé e a um ritual de orixás, na Lagoa Encantada dos Negros.
Liberdade
Além do ministro da Cultura, receberam o certificado de reconhecimento da Serra da Barriga o governador de Alagoas, Renan Filho, o prefeito de União dos Palmares, Kil Freitas, e três representantes da comunidade negra: Mirian Araújo Souza Melo (religiões de matriz africana), Cláudio de Figueiredo (capoeira) e Amaro Félix Filho (quilombolas).
“O reconhecimento é um impulso para que vocês sigam trabalhando para manter vivas suas culturas e suas raízes”, destacou Gabriela Gallardo Martin, da Comissão de Patrimônio Cultural do Mercosul.
A Serra da Barriga foi reconhecida, em maio deste ano, como Patrimônio Cultural do Mercosul dentro da temática Cumbres, Quilombos y Palenques. A serra ocupa uma área de 28 quilômetros quadrados, em União dos Palmares (AL), e abrigou o movimento de resistência de escravos no Brasil. De 1597 a 1695, a República Livre dos Palmares abrigou cerca de 20 mil pessoas, não só negros, mas também indígenas e brancos.
O ministro da Cultura ressaltou que a Serra da Barriga representa a liberdade, que é “o maior valor que a humanidade tem”. “Vivemos hoje em um país democrático, onde há uma Constituição, livremente escrita e promulgada, que consagra a democracia, o estado de Direito e a liberdade como um valor fundamental dos brasileiros e das brasileiras”, afirmou.
Sá Leitão condenou a intolerância e a perseguição a líderes de religiões de matriz africana. “Ainda hoje, apesar de a Constituição consagrar todas as liberdades, a de expressão, a de manifestação, a religiosa, os representantes das religiões de matriz africana são perseguidos, são vítimas de intolerância”.
Preservação do patrimônio do Mercosul

Ministro Sérgio Sá Leitão (no alto, à esquerda) recebeu a certificação da Serra da Barriga como Patrimônio Cultural do Mercosul. Durante a cerimônia, houve apresentação de capoeira e um ritual de orixás (Fotos: Janine Moraes/Ascom MinC)

O reconhecimento pelo Mercosul implica compromisso dos governos federal e estadual, assim como da sociedade civil, na proteção, conservação, promoção e gestão do bem. Até o momento, sete bens nacionais ou regionais foram declarados Patrimônio Cultural do Bloco. Além da Serra da Barriga, a lista inclui o Edifício sede do Mercosul, em Montevidéu, inaugurado em 30 de dezembro de 1909; a Ponte Internacional de Barão de Mauá, que liga as cidades de Jaguarão, no Rio Grande do Sul, e Rio Branco, no Uruguai; a pajada, que é uma arte que mistura música e poesia e que adquiriu grande desenvolvimento no Cone Sul; o Itinerário Cultural das Missões Jesuítas Guaranis, Moxos e Chiquitos; o chamamé, estilo musical tradicional da Argentina, e o cimarronaje cultural equatoriano, imaginário de resistência visível em práticas rituais, festivas, gastronômicas e musicais dos povos afrodescendentes do país.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura

Movimento Negro prestigia entrega de título à Serra da Barriga

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Publicado em 11/11/2017 09h00 Atualizado em 17/10/2023 16h22

Autoridades, representantes do meio acadêmico e do Movimento Negro participaram da entrega do título de Patrimônio Cultural do Mercosul à Serra da Barriga. A cerimônia aconteceu neste sábado, 11 de outubro, no Parque Memorial Quilombo dos Palmares, no município alagoano de União dos Palmares. O encontro foi marcado por música, dança e uma encenação dos orixás na Lagoa dos Negros.

Entre os presentes estavam o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, o presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), Erivaldo Oliveira, a presidente do Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan), Kátia Bogea, o governador de Alagoas, Renan Filho, e o prefeito de União dos Palmares, Kil Freitas.

Antes da solenidade, houve visita guiada ao Parque Memorial, com direito a informações sobre a história do lugar e da trajetória do guerreiro Zumbi dos Palmares. O guia foi Elcias Pereira, membro do Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajo, de Maceió.

Elcias ainda apresentou o local a professores de Ensino Fundamental de União dos Palmares que são multiplicadores do projeto Conhecendo Nossa História: da África ao Brasil, desenvolvido pela Fundação Palmares e pelo Ministério da Educação (MEC) para levar o ensino da cultura afro às escolas públicas do país. “É muito importante estar aqui neste grande monumento a um povo que derramou seu sangue por dignidade e liberdade. A conquista do título pela Serra certamente trará recursos e melhorias para cá”, afirmou Elcias.

Assessora da Secretaria de Cultura do Estado, Claudia Puentes ressaltou que o Conhecendo Nossa História tem como um dos eixos levar os educadores para ver de perto patrimônios afro-brasileiros como o Parque Memorial Quilombo dos Palmares “Essa iniciativa tem o mérito de discutir o preconceito e de falar da cultura negra”, destacou Claudia.

Antes dos discursos, foram entregues certificados do Patrimônio Cultural dado à Serra da Barriga ao ministro Sérgio Sá Leitão, ao governador Renan Filho e ao prefeito Kil Freitas. Em seguida, Erivaldo Oliveira e Kátia Bogea deram os certificados a três representantes do Movimento Negro: Mirian Araújo, pelos povos de terreiro; Amaro Félix Filho, pelos quilombolas; e Claudio de Figueiredo, pelos capoeiristas.

O ministro da Cultura assinalou a relevância do título recebido pela Serra da Barriga e disse que esse reconhecimento contribui para preservação do patrimônio e ajuda a trazer investimentos. Sérgio Sá Leitão ponderou que a luta de Zumbi dos Palmares precisa ser lembrada em um momento em que há grande intolerância contra as religiões de matriz africana. “Em pleno século XXI, os terreiros continuam sendo vítimas de agressões. Isso nos envergonha. Precisamos virar esta página”, criticou.

Erivaldo Oliveira comentou o papel da parceria entre a Fundação Palmares e o Iphan na conquista da certificação de Patrimônio Cultural do Mercosul para a Serra da Barriga. A FCP atua como gestora da Serra. Erivaldo destacou o valor do afro-brasileiro na construção do Brasil. “Estivemos presentes em momentos como o ciclo da cana-de-açúcar e da mineração. Os negros chegaram aqui escravizados e, mesmo assim, mantiveram sua religião e influenciaram profundamente a identidade nacional”, observou.

O presidente da Palmares adiantou que está sendo definido um plano entre sua instituição e a Universidade Estadual de Alagoas (Uneal) para promover o turismo sustentável na localidade. “É necessário que Alagoas abrace a Serra da Barriga para fazermos daqui um dos pontos turísticos mais visitados deste país, com guias e atividades constantes”, declarou Erivaldo.

A presidente do Iphan, Kátia Bogea, lembrou que há 34 anos o Instituto iniciou o processo de tombamento da Serra da Barriga como Patrimônio Nacional, consolidado em 1986. “Todo esse trabalho de candidatura é difícil e profundo e fundamental para a salvaguarda da cultura negra”, falou Kátia.

O prefeito Kil Freitas considerou que o título do Mercosul reforça a ponte entre a sociedade e o legado do sonho de liberdade de Zumbi. O governador Renan Filho ressaltou que o certificado recebido pela Serra da Barriga pode funcionar como um indutor para o desenvolvimento social do povo alagoano.

No 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, a Serra da Barriga recebe uma grande festa. Na ocasião, será divulgado o dossiê que embasou a candidatura da região ao título de Patrimônio Cultural do Mercosul e instalado o Comitê Gestor da Serra da Barriga.

Erivaldo Oliveira encontra Pai Célio de Iemanjá

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Publicado em 10/11/2017 15h00 Atualizado em 17/10/2023 16h24

Na tarde desta sexta-feira, 10 de novembro, o presidente da Fundação Cultural Palmares, Erivaldo Oliveira, visitou o Núcleo de Cultura Afro-Brasileira Iya Ogunte, em Maceió. Ele foi recebido pelo líder espiritual, Pai Célio de Iemanjá.

Pai Célio contou a história do Núcleo, uma organização não governamental criada em 1982 e que se tornou o primeiro terreiro a virar Ponto de Cultura, programa do Ministério da Cultura, em 2005.

Pai Célio frisou que o Núcleo funciona como espaço religioso, social e cultural. O grupo se envolve com atividades de música, dança, gastronomia e audiovisual.  Chama a atenção uma biblioteca que reúne livros e teses de graduação, mestrado, pós-graduação e doutorado que usaram o Núcleo como fonte de pesquisas e entrevistas. “Pedimos a esses estudiosos que nos tragam o resultado de seus trabalhos, que pode servir de referência para a cultura afro-brasileira”, disse Pai Célio.  Entre as publicações, uma cartilha escrita pela jornalista Regina Barbosa para orientar a produção de projetos culturais.

Erivaldo também visitou a Praia da Sereia, onde será criado o futuro Axé Pratagy, no qual se concentrarão as atividades religiosas do grupo.

Erivaldo Oliveira fala à TV Gazeta

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Publicado em 10/11/2017 11h00 Atualizado em 17/10/2023 16h25

O presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), Erivaldo Oliveira, deu entrevista em Maceió, nesta sexta-feira, 10 de novembro, à TV Gazeta, afiliada alagoana da Rede Globo. Ele falou ao programa AL TV, exibido ao meio-dia.

Erivaldo Oliveira contou sobre a programação da entrega do título de Patrimônio Cultural do Mercosul â Serra da Barriga, no município de União dos Palmares, que no passado abrigou o célebre Quilombo dos Palmares, palco de resistência contra a escravidão.

A reportagem pode ser assistida neste link: http://g1.globo.com/al/alagoas/altv-1edicao/videos/t/edicoes/v/titulo-do-patrimonio-cultural-do-mercosul-e-lancado-na-serra-da-barriga/6280435/

Erivaldo Oliveira ainda deu entrevista ao site Gazetaweb (www.gazetaweb.com), também do Grupo Gazeta. O presidente da Fundação Palmares conversou sobre o título recebido pela Serra da Barriga de Patrimônio Cultural do Mercosul, sobre sua trajetória profissional e dos desafios da Palmares na luta pela igualdade racial e contra o preconceito.

Erivaldo Oliveira visita Mãe Mirian

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Publicado em 10/11/2017 09h00 Atualizado em 17/10/2023 16h41

O presidente da Fundação Cultural Palmares, Erivaldo Oliveira, visitou nesta sexta-feira, 10 de novembro, o centro Ilê N’Ife Omi Omo Posú Betá, em Maceió. Ele foi recebido por Mãe Mirian de Nanã.

A líder espiritual contou um pouco de sua trajetória de quase 70 anos de religião, marcada por lutas pelos direitos dos afro-brasileiros e contra o preconceito. Mãe Mirian aproveitou para desejar prosperidade à Serra da Barriga, que neste sábado (11) recebe o título de Patrimônio Cultural do Mercosul.

Erivaldo Oliveira contou que em 2018 a Fundação Palmares apresentará a candidatura da Serra da Barriga ao título de Patrimônio Cultural da Humanidade. Erivaldo também falou da importância de se enfrentar o preconceito no cotidiano.  “Temos que comemorar o Dia da Consciência Negra, o 20 de novembro, mas combater o racismo e a intolerância o ano inteiro”, destacou o presidente.

Maceió recebe mostra Carrancas, de Paulo Nazareth

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Publicado em 09/11/2017 09h00 Atualizado em 17/10/2023 16h43

Um dos destaques da programação do Mês da Consciência Negra em Maceió fica por conta da exposição Carrancas, do artista plástico mineiro Paulo Nazareth. A abertura aconteceu na última terça-feira, 7 de novembro. A mostra pode ser visitada até 29 de dezembro, das 9h às 17h, sempre de terça-feira a domingo, na Superintendência do Iphan em Alagoas (Rua Sá e Albuquerque). Trata-se de uma realização da Fundação Cultural Palmares (FCP), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Mercosul.

Paulo Sérgio da Silva, cujo nome artístico é Paulo Nazareth, nasceu na cidade mineira de Governador Valadares. Trabalhou como caseiro, faxineiro, vendedor ambulante, padeiro e capinador de rua até se dedicar aos estudos na arte. Especializado em carrancas, já expôs em países como Índia, Indonésia, França e Estados Unidos.

Celebração da Serra da Barriga marca evento em Maceió

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Publicado em 09/11/2017 15h00 Atualizado em 17/10/2023 16h47

Em clima de festa, foi aberta a XV Reunião da Comissão de Patrimônio Cultural do Mercosul, por conta do reconhecimento da Serra da Barriga, em Alagoas, como Patrimônio Cultural deste bloco. A cerimônia aconteceu na noite de quarta-feira, 8 de Novembro, no Teatro Marechal Deodoro, no centro de Maceió.

A solenidade contou com a participação de representantes da Fundação Cultural Palmares (FCP), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), do Mercosul, do governo de Alagoas, das prefeituras de Maceió e União dos Palmares, além de acadêmicos, povos de terreiro, quilombolas, membros do Movimento Negro e da sociedade civil.

A diretora de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da Fundação Palmares, Carolina Nascimento, celebrou o título como um marco para a luta dos afro-brasileiros pela igualdade. “A Palmares trabalhou ativamente com o Iphan por este título, concedido a um lugar que é referência na luta dos nossos ancestrais pela liberdade. No Quilombo dos Palmares, eles eram livres e podiam exercer sua religiosidade. Damos agora um passo para, quem sabe, conquistar o reconhecimento como Patrimônio Cultural da Humanidade”, afirmou Carolina.

O prefeito de União dos Palmares, município onde se localiza a Serra da Barriga, Areski de Freitas, também destacou a importância do título. “Nossa expectativa era enorme em relação a esse reconhecimento do Mercosul. Que aumente o pertencimento dos brasileiros pela Serra, espaço em que tantos deram a vida pelo sonho da liberdade”, assinalou o prefeito.

Representantes dos povos de terreiro e do Movimento Negro também consideraram que o título de Patrimônio Cultural do Mercosul dará mais visibilidade à Serra da Barriga. “Estou engajada nesta luta há anos e vejo com muita alegria a conquista deste título por um local que é um verdadeiro museu a céu aberto”, disse a professora Ângela Maria Bahia.

“Este reconhecimento permitirá que venham mais políticas públicas para as pessoas que vivem na região”, ressaltou Pai Célio de Iemanjá. “Faltam palavras para definir a importância desta valorização do nosso maior patrimônio. É uma glória”, comemorou Mãe Neide de Oya D’Oxum. “Isso significa uma felicidade para os povos afro porque mostra que Zumbi dos Palmares continua vivo, influenciando nossa luta”, destacou Mãe Mirian de Nanã.

Marcelo Araújo

Cadastro de informações quilombolas

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Publicado em 08/11/2017 14h00 Atualizado em 17/10/2023 16h49

A Fundação Cultural Palmares, em respeito ao §4º do art. 3º do Decreto nº 4.887/2003, vem lhes apresentar o Cadastro Geral de Informações Quilombolas.

Este Cadastro, que foi submetido à consulta junto à Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ), no último dia 04 de dezembro, têm o objetivo de reunir informações e dados gerais (número de famílias, contatos, localização, acesso a serviços públicos, número de empreendimentos que impactam essas comunidades, conflitos fundiários, atividades produtivas, celebrações, festejos, manifestações culturais, religiosidade, etc.) sobre as comunidades quilombolas brasileiras, estejam elas certificadas ou não por esta mesma Fundação Palmares.

Com essas informações teremos um retrato mais fiel da realidade das comunidades, adequando, assim, as políticas públicas do Estado brasileiro aos quilombolas, seus territórios e modos de vida.

O Cadastro será composto a partir do preenchimento do formulário pelas próprias comunidades quilombolas, o que pode ser feito por meio de um computador ou até mesmo de um smartphone. Em ambos os casos, é necessário ter acesso à internet.

Recomendamos que o informante seja uma pessoa que tenha conhecimento sobre a realidade da comunidade ou consulte e receba a ajuda de quem o possua. Portanto, preferencialmente, o informante deve ser uma liderança comunitária, que pode também ser ajudada, se necessário, por outras pessoas, inclusive que tenham mais facilidade com o uso de computador ou smartphone.

Atenção! Antes de enviar o formulário, revise-o, pois cada comunidade quilombola deverá respondê-lo uma única vez.

Caso o endereço do informante, liderança ou da sede da associação não seja preciso, utilize o endereço da agência de Correios mais próxima.

Garantimos que as informações inseridas nesse formulário não serão divulgadas até que, em consulta junto às representações nacionais quilombolas, seja definida sua política de sigilo.

Esse Cadastro também desempenhará papel estratégico na elaboração do Censo Demográfico 2020, do IBGE, que utilizará, pela primeira vez, quesitos específicos para identificar os quilombolas. Ao reunir informações sobre a localização das comunidades (endereço e ou informações georreferenciadas), o Cadastro Quilombola ajudará a compor e aprimorar as bases territoriais do IBGE no que se refere aos quilombos. Ademais, o Cadastro permitirá ao IBGE, de antemão, conhecer a composição/organização sociopolítica, cultura e econômica das comunidades.

O Cadastro e o Censo 2020 são instrumentos complementares, pois enquanto o primeiro reúne dados por comunidade, o segundo reunirá dados por domicílio.

Assim, convidamos a todas as lideranças quilombolas do país a preencherem o formulário do Cadastro Geral de Informações Quilombolas e também a nos ajudar a divulgá-lo.

Para responder o formulário, acesse aqui!

Caso necessário, assista aqui um tutorial informando como coletar e registrar um par de coordenadas da localização de comunidade com celular smartphone, clique aqui!

Em caso de dúvida, entre em contato pelos telefones (61) 3424-0306; 0110; 0145 ou pelo e-mail:

cristian.martins@palmares.gov.br; ademilton.ferreira@palmares.gov.br

Documentário conta história da Serra da Barriga

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Publicado em 06/11/2017 09h00 Atualizado em 17/10/2023 16h51

Nesta segunda-feira, 6 de novembro, o presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), Erivaldo Oliveira, apresentou aos profissionais da instituição um trailer do documentário sobre a Serra da Barriga produzido pelo programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil. O especial vai ao ar no dia 23 de novembro, quinta-feira, às 22h.

Além de belas imagens da Serra, que recebeu em 2017 o título de Patrimônio Cultural do Mercosul, o programa entrevistou moradores da região, especialistas e autoridades sobre a importância histórica do lugar que no passado abrigou o Quilombo dos Palmares. Liderados por Zumbi dos Palmares, negros que escaparam da escravidão enfrentaram o poder do colonizador branco sonhando com a liberdade.

Erivaldo Oliveira, um dos entrevistados do Caminhos da Reportagem, destacou na apresentação o papel da FCP na defesa dos direitos do povo negro. “Todos nós temos que ter em mente que estamos aqui para trabalhar para melhorar a vida e promover a cultura e a mobilidade social dos afro-brasileiros”, afirmou.

Alagoas celebra Mês da Consciência Negra

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Publicado em 06/11/2017 09h00 Atualizado em 17/10/2023 16h53

Parcerias entre instituições da sociedade e órgãos públicos como a Prefeitura de Maceió e a Fundação Cultural Palmares (FCP) marcam as comemorações do Mês da Consciência Negra em Alagoas. No próximo sábado, 11 de novembro, a Serra da Barriga, no município de União dos Palmares, recebe o título de Patrimônio Cultural do Mercosul. No 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, a região vira o palco de um grande evento, no qual será instalado o Comitê Gestor da Serra da Barriga e divulgado o dossiê que fundamentou a candidatura local ao título do Mercosul.

Nos dias 12, 20 e 27 deste mês, acontece em Maceió (Pajuçara, Farol e Mirante do Jacintinho, respectivamente) o Projeto Em Cantos Africanos. Um espetáculo irá mostrar ao público infanto-juvenil a riqueza de narrativas da África.

De 15 a 19 de novembro, é a vez do projeto Vamos Subir a Serra. A Praça Multieventos, na capital alagoana, será palco, das 8h às 22h, de palestras, rodas de conversa, mostras de cinema, exposição fotográfica, oficinas e feiras de produtos artesanais.

Em 17 de novembro, grupos culturais de Maceió fazem a Celebração de Saudação à Serra da Barriga. Haverá um cortejo e apresentações culturais na Praça Multieventos.

De 18 a 20 de novembro, ocorre o Encontro de Maracatus do Baque Virado 2017. A programação terá oficinas, apresentações artísticas e mesas redondas. O Maracatu Nação ou Maracatu de Baque Virado é considerado o ritmo afro-brasileiro mais antigo, no qual um conjunto percussivo acompanha um cortejo real.

Romaria da Terra e das Águas comemora 30 anos na Serra da Barriga

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Publicado em 06/11/2017 14h35 Atualizado em 17/10/2023 16h57

O Parque Memorial Quilombo dos Palmares, na Serra da Barriga, no município de União dos Palmares (AL), recebeu no último sábado (4) e domingo (5) a Romaria da Terra e das Águas, que completa 30 anos. O evento é promovido pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), ligada à Igreja Católica.

A Romaria começou justamente na Serra da Barriga, em 1988. “Este ano, celebramos 30 anos de Romaria sob o farol da Terra dos Palmares, que, sob a condução do seu líder Zumbi, nos fez herdar um significativo testemunho de persistência e de uma utopia de uma terra sem males em plena época de escravidão”, ressaltou o arcebispo metropolitano de Maceió, Dom Antònio Muniz Fernandes.

No próximo sábado, 11 de novembro, haverá uma cerimônia na Serra da Barriga para entrega do título de Patrimônio Cultural do Mercosul. Participam Erivaldo Oliveira, presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), instituição que participou ativamente da campanha pelo título, autoridades e representantes da sociedade civil.

Eventos em Alagoas comemoram Dia da Consciência Negra

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Publicado em 03/11/2017 10h00 Atualizado em 17/10/2023 17h00

Uma série de eventos em Maceió e União dos Palmares, em Alagoas, marcam as comemorações do Mês da Consciência Negra e da entrega do título de Patrimônio Cultural do Mercosul à Serra da Barriga, onde no passado existiu o célebre Quilombo dos Palmares. As atividades começam na próxima quarta-feira, 8 de novembro, e seguem até 20 de novembro, Dia da Consciência Negra.

A programação é fruto de parcerias da Fundação Cultural Palmares (FCP) com instituições como Ministério da Cultura (MinC), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Governo de Alagoas e Prefeitura de União dos Palmares. Na quarta-feira, às 19h, acontece a abertura oficial da XV Reunião da Comissão de  Patrimônio Cultural (CPC) do Mercosul, no Teatro Marechal Deodoro, na capital alagoana.

A Conferência continua na quinta-feira (9) e sexta-feira (10), na Associação Comercial de Alagoas, no bairro histórico do Jaraguá, em Maceió. Na sexta, às 11h, haverá apresentação do Plano de Gestão da Serra da Barriga como Patrimônio Cultural do Mercosul.

No sábado (11), às 11h, acontece a Cerimônia de Certificação da Serra da Barriga como Patrimônio Cultural do Mercosul, com a participação do presidente da Fundação Palmares, Erivaldo Oliveira, de autoridades federais, municipais e estaduais e representantes dos quilombolas, do Movimento Negro e de outros setores da sociedade civil.

A Fundação Cultural Palmares é responsável pela gestão do Parque Memorial Quilombo dos Palmares, espaço que reconstitui um pouco da história dos afro-brasileiros que se rebelaram contra a escravidão. A FCP teve participação ativa na campanha que culminou na concessão do título de Patrimônio Cultural do Mercosul à Serra da Barriga. No dia 20 de novembro, durante as comemorações da Consciência Negra, será instalado o Comitê Gestor e apresentado o dossiê que embasou a candidatura da Serra da Barriga.

Ilê Aiyê comemora 43 anos

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Publicado em 01/11/2017 09h00 Atualizado em 17/10/2023 17h03

O Ilê Aiyê é o primeiro bloco afro da Brasil. Nasceu no Curuzu, bairro de maior população negra do país, em Salvador (BA). Fundado em 1º de novembro de 1974, nesta quarta-feira, comemora seus 43 anos de resistência negra dentro da cultura brasileira carnavalesca.

Com objetivo de preservar, valorizar e expandir as raízes afro-brasileiras, o bloco mostrou desde o início um trabalho político-educacional consciente. Por meio de seleção temática de dança, da gestualidade e de códigos de linguagem, transmite o que há de mais belo e encantador na cultura negra. O bloco também oferece oficinas, palestras, rodas de leitura e concursos com a missão de elevar a auto-estima e emponderar mulheres negras, além, de exaltar personagens importantes afro-brasileiros.

Na década de 70, o grupo foi responsável pela revolução no carnaval baiano, com um movimento que transformou a musicalidade da festa, influenciado por ritmos originários da tradição africana. Com 3 mil associados, o Ilê hoje é patrimônio da Bahia, marcando o processo de reafricanização do Carnaval do estado.

Mapeamento trará mais segurança a terreiros

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Publicado em 01/11/2017 14h00 Atualizado em 17/10/2023 17h04

As comunidades de religião de matriz africana receberam com expectativa o Mapeamento dos Terreiros do Distrito Federal, que está sendo realizado pela Fundação Cultural Palmares (FCP), vinculada ao Ministério da Cultura (MinC),  em parceria com a Universidade de Brasília (UnB). O estudo vai ajudar na definição de políticas públicas para promover o acesso a serviços sociais e o combate à intolerância.

Dados preliminares da pesquisa mostram a existência de aproximadamente 350 terreiros no DF. Duzentos e cinqüenta desses já receberam a visita da equipe do Mapeamento. A primeira fase do trabalho começou no dia 5 de junho e seguiu até terça-feira, 31 de julho. As atividades recomeçaram em 16 de outubro e vão até 31 deste mês.

Os representantes dos terreiros responderam 19 perguntas sobre assuntos como nome da nação à qual o terreiro pertence, quem é a liderança e projetos culturais e sociais promovidos. A cartografia do Mapeamento trará localização geográfica precisa dos terreiros, formando um banco de dados com referências espaciais, registro da fachada e outras informações.

Na opinião do presidente da Fundação Cultural Palmares, Erivaldo Oliveira, é necessário que as religiões afro-brasileiras tenham espaços e direitos garantidos, como as outras crenças. “Mapear é necessário para sabermos quanto somos. As pessoas não entendem o que acontece em um terreiro. Para enfrentar esse preconceito, estamos disseminando o ensino da cultura afro nas escolas públicas com o projeto Conhecendo a Nossa História: da África ao Brasil, que inclui capacitação de professores para abordar temas como racismo e intolerância religiosa junto aos alunos”, conta Erivaldo. Para o presidente da FCP, o Mapeamento deve ajudar a tirar os terreiros do gueto. O projeto, que acontece em caráter piloto no DF, será levado a outras unidades da Federação em 2018.

A chefe da Divisão de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da FCP, Adna Santos, conhecida como Mãe Baiana, já sofreu com a intolerância. Há dois anos, o seu terreiro, o Ylê Axé Oyá Bagan, localizado em uma região próxima do Lago Norte, foi destruído devido a um incêndio criminoso. O episódio motivou o Governo do Distrito Federal (GDF) a criar a Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin).

Mãe Baiana acredita que o Mapeamento permitirá que políticas públicas como saneamento básico passem a beneficiar os terreiros.  “A eletricidade só chegou aqui em 2012 e até hoje não temos água encanada. Precisamos comprar de caminhões-pipa”, revela. “O Mapeamento vem para afirmar que queremos nossos direitos. Precisamos do agente de saúde nos visitando para ver se tem foco de mosquito da dengue, entre outras ações”, assinala Mãe Baiana.

Responsável técnico pelo Mapeamento, o chefe de Cartografia do Departamento de Geografia da UnB, Rafael Sanzio, explica que o trabalho utiliza tecnologia para obter informações precisas sobre os terreiros. “A Academia participa desse projeto com objetivo de contribuir para melhorar a vida dessas pessoas. Os dados vão apoiar as autoridades na definição de políticas públicas que proporcionem mais segurança às comunidades”, afirma Sanzio.

Vítimas da intolerância

O religioso Pai Kajamungongo conta que sofreu bastante com a intolerância e o preconceito. “Jogavam pedra em nosso telhado e até bombinhas. No dia de Cosme e Damião, pessoas, por ignorância, não deixavam as crianças comerem os doces que distribuíamos, dizendo que eram coisa do diabo”, relata. Na opinião do Pai Kajamungongo, o Mapeamento pode ser uma ferramenta para desfazer estereótipos, já que os povos de terreiro muitas vezes são descritos de maneira pejorativa.

Pai Nino D’Osumaré, do terreiro Ylé Asce Sitomei, relata situações desagradáveis pelas quais passou devido à intolerância. “A gente desenvolvia um trabalho social em nosso centro, mas quando a vizinhança descobriu que se tratava de um terreiro, começaram a nos ver de forma diferente, não muito positiva”, lembra. “O mapeamento é importante porque permitirá que os irmãos se unam em uma única força, com um objetivo comum, enfrentando todo esse preconceito”, afirma Pai Nino.

Para Mãe Oya Delamase, o Mapeamento tende a romper com estigmas. “É preciso aparecermos, para nos incluirmos na sociedade. Somente com uma política pública vamos garantir a proteção e a integridade dos nossos lares”, observa.

Já o Pai Mejitór Geovane Bessén, do terreiro Kwe Dan Faleimeji, diz que a intolerância provoca o medo, o que enfraquece os povos de terreiro. “Terminamos privados da liberdade, mas não podemos nos calar e nos esconder. O mapeamento se torna essencial, pois permite o resgate da nossa cultura e história, para que saibam que nós existimos e somos seres humanos como todos os outros”, afirma Geovane. “Preconceito não traz conhecimento e sim informações passadas de forma incoerente. Procurem saber do que se trata antes de nos atacarem. Antes de tudo, nos respeitem”, pede o religioso.

Fundação Palmares realiza Audiência Pública sobre seu acervo bibliográfico

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Publicado em 18/10/2023 16h36 Atualizado em 18/10/2023 16h49

A Fundação Cultural Palmares (FCP), vinculada ao Ministério da Cultura (Minc), realizou na manhã desta quarta-feira, 18 de outubro de 2023, uma audiência pública que tratou sobre a Ação Popular que proíbe a instituição de realizar doação do seu acervo bibliográfico.

 Na ocasião, foram apresentados dois instrumentos metodológicos imprescindíveis para a formação e o desenvolvimento das coleções:  a Política de Formação, Desenvolvimento e Gestão do Acervo Bibliográfico da FCP e a minuta da portaria que institui a Comissão de Formação, Desenvolvimento e Gestão do Acervo, instrumentos ou ferramentas que não existiam na época que a ação Popular foi promulgada.

O objetivo da audiência foi sensibilizar a sociedade civil, toda cadeia produtiva do livro e da leitura, os profissionais ligados a informação, as instituições de memória do Brasil, os órgãos ligados à justiça do país, professores, estudantes, especialistas, integrantes das comunidades negras e toda a sociedade brasileira.

“A Fundação Cultural Palmares está se organizando para que a sociedade brasileira tenha acesso aos conteúdos da biblioteca Oliveira Silveira e também da produção de materiais sobre os afro-brasileiros. No passado foi feita uma ação popular, no sentindo de proteger o acervo da entidade e assim impedir sua destruição, nesse sentido essa ação foi benéfica, entretanto, por meio dela, hoje somos impedidos de fazer doações para as escolas e entidades”, disse o presidente João Jorge.

Na ocasião, foram discutidos vários pontos, dentre eles, a situação atual e os efeitos de tal Ação Popular, que impacta a movimentação do acervo promocional da FCP (oriundos dos projetos de fomento à produção editorial da instituição), bem como propor políticas e estratégias para a gestão do acervo bibliográfico da instituição, garantindo a continuidade das ações de promoção da cultura afro-brasileira, do apoio pedagógico aos projetos nas escolas, universidades, bibliotecas públicas e comunidades quilombolas de todo o Brasil.

Henrique Bezerra de Araújo, bibliotecário do Centro Nacional de Informação e Referência da Cultura Negra (CNIRC), informa que o acervo da Biblioteca da FCP é composto por livros, periódicos, audiovisuais, mapas, CD’s e DVD’s ligados à Cultura Negra nas áreas de Literatura Brasileira, Literatura Internacional, História em Quadrinhos (HQ), Literatura Infantil, Cultura, Tradição, Folclore, Biografia, Política, Festas, Sociologia, Filosofia, Antropologia Cultural, Estudos Culturais, Urbanismo, Arquitetura, Artes, Educação, Cinema, Música, Teatro, Dança, Comunicação, Arqueologia, Religião, Teologia, Economia, Engenharia, Turismo, Gastronomia, Arqueologia, História, Geografia, Fotografia, Psicanálise, Obras de Referência e Psicologia, que representam um importante referencial na disseminação de informações qualificadas sobre a temática negra.

“A FCP tem como missão fortalecer os preceitos constitucionais de cidadania, identidade, ação e memória dos segmentos étnicos que compõem a sociedade brasileira, bem como fomentar o acesso à cultura e a preservação das manifestações afro-brasileiras. Essa ação significa muito para seguirmos adiante. A sociedade precisa desfrutar de toda essa riqueza que temos”, disse Araújo.

Cadastro mapeará informações sobre quilombolas

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Publicado em 31/10/2017 09h00 Atualizado em 19/10/2023 08h08

Para promover a mobilidade social das comunidades remanescentes de quilombos, a Fundaçao Cultural Palmares (FCP) lança o Cadastro Geral de Informações Quilombolas. O objetivo é mapear informações culturais, socioeconômicas, religiosas e produtivas, entre outras.

O questionário poderá ser respondido até junho de 2018 por meio de um computador ou até mesmo de um smartphone. As informações colhidas, preenchidas pelos próprios quilombolas ou associação comunitária representante, auxiliarão a Fundação Cultural Palmares a elaborar projetos estruturantes para estas populações.

É importante que apenas uma liderança/membro da comunidade responda o questionário 

Para responder o questionário, acesse o link https://goo.gl/forms/32WrwfST8rdpzhM83

Comemorações marcam título de Patrimônio Cultural do Mercosul à Serra da Barriga

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Publicado em 31/10/2017 15h00 Atualizado em 19/10/2023 08h21

Um local de resistência e de importância histórica será palco de eventos que comemoram o Dia da Consciência Negra (20 de novembro). A Serra da Barriga, que no passado abrigou o  Quilombo dos Palmares (AL), receberá sua certificação como Patrimônio Cultural do Mercosul no próximo dia 11. No período, estão programadas diversas atividades relacionadas à data, frutos de parcerias entre a Fundação Cultural Palmares (FCP), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan),  o Ministério da Cultura (MinC), Governo de Alagoas e outras instituições públicas e da sociedade.

Ainda no dia 11, autoridades estarão presentes e farão uma visita guiada ao Parque Memorial Quilombo dos Palmares e uma encenação feita com artistas locais, que também farão um show aberto à comunidade. Implantado em 2007, em um platô no alto da Serra da Barriga, o parque recria o ambiente da República dos Palmares, maior e mais organizado refúgio de negros das Américas durante o período escravocrata. O quilombo também abrigou índios e brancos. O local reconstitui algumas das mais significativas edificações do Quilombo dos Palmares. Com paredes de pau-a-pique, cobertura vegetal e inscrições nos idiomas banto e iorubá, avista-se o Onjó de farinha (Casa de farinha), o Onjó Cruzambê (Casa do Campo Santo), o Oxile das ervas (Terreiro das ervas), as ocas indígenas e a Muxima de Palmares (Coração de Palmares).

O Iphan tem a atribuição de representar o governo brasileiro na Comissão de Patrimônio Cultural do Mercosul, sendo responsável pela ampliação da representatividade dos bens brasileiros reconhecidos como de importância para a integração cultural latino-americana. Atualmente, o Brasil possui três bens declarados Patrimônio Cultural do Mercosul: Ponte Internacional Barão de Mauá, localizada em Jaguarão no Rio Grande do Sul e Rio Branco, no Uruguai; As Missões Jesuíticas Guarani, como bem transfronteiriço envolvendo Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia; e o recente reconhecimento da Serra da Barriga, localizada no município de União dos Palmares, no Estado de Alagoas.

A Serra da Barriga, bem nacional acautelado pelo Iphan desde 1986, foi declarada Patrimônio Cultural do Mercosul dentro da temática de identificação cultural dos Cumbes, Quilombos y Palenques, juntamente com a Cimarronaje Cultural: el Patrimonio Cultural Inmaterial del Pueblo Afrodescendiente en el Ecuador”, como proposta de integração da contribuição dos povos de origem africana na construção cultural da América do Sul. A Fundação Cultural Palmares desempenhou um papel ativo na campanha pelo reconhecimento da Serra da Barriga como Patrimônio Cultural do Mercosul. Um dos frutos desse trabalho é um dossiê que destaca a importância histórica e cultural da candidatura. O documento será apresentado à sociedade durante as comemorações do Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, na Serra da Barriga.

O bem foi aprovado após a XIV Reunião da Comissão de  Patrimônio Cultural (CPC) do Mercosul, na presidência pro tempore Argentina, após candidatura apresentada pelo Iphan. O título, além de contribuir para o reconhecimento dos indivíduos e suas comunidades de matrizes africanas no continente americano, e nos países da região, representa também uma reparação às perseguições e à intolerância praticadas e reveladas através dos quilombos. Estes refúgios de negros perseguidos por séculos  são reconhecidos como testemunhos da resistência e dos processos de ressignificação das referências culturais dos afrodescendentes na construção das identidades da América, em especial aos países do Mercosul.

Tal reconhecimento posiciona a Serra, em União dos Palmares, assim como o estado de Alagoas, como local de referência à memória e à integração cultural dos países que compõem o bloco sul-americano. Por essa razão Maceió, capital alagoana, foi a cidade escolhida para sediar os eventos relacionados ao Mercosul Cultural – XV Reunião da Comissão de Patrimônio Cultural, V Reunião do Comitê de Patrimônio e Turismo (Compat) e I Reunião Técnica Especializada em Turismo conjuntamente com a Compat.

O reconhecimento internacional da Serra da Barriga representa um compromisso do país envolvendo especialmente a União, o Governo do Estado, assim como a sociedade civil, na proteção, conservação, promoção e gestão do bem.

Abertura da XV Reunião da Comissão de Patrimônio Cultural do Mercosul

Antes, no dia 8, o Teatro Marechal Deodoro (Centro de Alagoas) receberá convidados e autoridades, bem como os representantes do países que compõe o Mercosul Cultural em evento de boas-vindas com apresentações artísticas sobre o patrimônio cultural imaterial de matriz africana de Alagoas. A noite contará também com a exibição de um vídeo do programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil. A atração será exibida no dia 23 em novembro, às 22h. Trata-se de uma matéria sobre a Serra da Barriga, em homenagem ao Dia da Consciência Negra e o reconhecimento como Patrimônio Cultural do Mercosul. O especial destaca imagens da região, depoimentos de moradores e entrevistas.

Entre os dias 9 e 10, acontecerá a XV Reunião da Comissão de Patrimônio Cultural (CPC) do Mercosul, na Associação Comercial de Alagoas (Rua Sá e Albuquerque). Delegados dos países participantes discutirão as políticas de integração cultural dos países envolvidos, assim como o reconhecimento, a promoção e valorização dos bens culturais comuns. A CPC é a instância técnica que antecede a reunião de Ministros da Cultura dos países do bloco, na qual os assuntos tratados nessa comissão são deliberados. Apresentação do Plano de Gestão da Serra da Barriga como Patrimônio Cultural do Mercosul e caracterização do bem Sistema Cultural da Erva-Mate e critérios para aprovação da CPC na sua postulação são alguns dos temas que serão abordados no encontro, bem como a proposta de certificação de destinos patrimoniais.

Por fim, no dia 20, será lançada a publicação do dossiê de candidatura da Serra da Barriga ao título de Patrimônio Cultural do Mercosul. Na ocasião, haverá instalação do Comitê Gestor da Serra da Barriga e a apresentação do dossiê sobre sua candidatura ao Patrimônio Cultural do Mercosul.

Exposição

Ainda dentro da programação do Mês da Consciência Negra e das atividades de reconhecimento da Serra da Barriga como Patrimônio Cultural do Mercosul, no dia 6 será inaugurada a exposição Malongo, do artista plástico mineiro Paulo Nazareth na Superintendência do Iphan-AL (Rua Sá e Albuquerque). A programação inclui também visita à exposição de arte popular Invenção da Terra, do acervo de Tânia de Maia Pedrosa, em cartaz no mesmo local.

Mais sobre o bem

O Quilombo dos Palmares representa um marco na luta dos escravos no Brasil. Tal processo diz respeito aos ancestrais africanos que se manifestam nas formas imateriais de suas religiões, seus deuses, mitos; objetos sagrados de seus cultos, artefatos de uso cotidiano, alimentos, expressões culturais e alguns espaços geográficos mantidos por seus descendentes como espaço sagrado ou de preservação da história das pessoas negras trazidas do além mar. Espaços que fazem parte da memória e da cultura das pessoas negras, o que significa a afirmação de uma visão multiétnica constituída e caracterizada pelo pluralismo sociocultural com seus multissegmentos nas sociedades contemporâneas da região do Mercosul.

A Serra da Barriga localiza-se no município de União dos Palmares, Zona da Mata do Estado de Alagoas, Brasil. Ocupa uma área de aproximadamente 27,92km². A unidade geomorfológica na qual encontra-se inserida compreende terrenos cristalinos submetidos à ação de clima quente e úmido, característica do Planalto Meridional da Borborema. Esse sistema equivale ao setor mais oriental do planalto Atlântico e um dos dois mais setentrionais, sendo divisor de águas entre a bacia do rio São Francisco e as bacias propriamente borborêmicas nos setores norte e leste.

A União é a proprietária do bem desde 1988, sendo a Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, sua instituição gestora, conforme determinado pelo Decreto Federal nº 96.038, de 12 de maio de 1988. A parte mais alcantilada foi acautelada no ano de 1986 pela legislação Federal de tombamento – Decreto-Lei 25 de 1937. Pertencente ao Governo Federal, após processo de desapropriação, com posse repassada pela Secretaria de Patrimônio da União, em 07/04/1998 para a Fundação Cultural Palmares, por meio de Certidão nº 047/98, com o objetivo de gerir ações para a sua manutenção e preservação.

Assessoria de Comunicação da Fundação Cultural Palmares

Telefone: 061 3424-0107

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