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Projeto Meninas fazem Ciência no INMA
Estudantes do ensino médio participam do projeto “Meninas fazem Ciência no INMA”
Cinco estudantes começaram a participar nesta semana do projeto ”Meninas fazem Ciência no INMA”. Na manhã desta terça-feira (06/01), elas participaram de uma roda de conversa com a equipe do projeto e puderam conhecer um pouco da história do Museu de Biologia Professor Mello Leitão (MBML) e do Instituto Nacional da Mata Atlântica.
“Receber as estudantes reforça o compromisso do INMA com a ciência, a educação e a equidade de gênero. Acreditamos que proporcionar às alunas da rede pública o contato direto com a pesquisa científica e com a biodiversidade da Mata Atlântica é uma forma de despertar vocações, ampliar horizontes e mostrar que a ciência também é um espaço pra elas. Durante a imersão científica, as participantes terão a oportunidade de vivenciar a pesquisa por meio de atividades desenvolvidas em acervos históricos e coleções científicas do Instituto, além de participar de oficinas práticas com a fauna silvestre e experiências a campo em área protegida da Mata Atlântica. A proposta inclui a elaboração de uma apresentação final elaborada pelas próprias alunas, estimulando a expressão científica e a autonomia criativa. Para o INMA, é uma grande satisfação aproximar meninas do universo da ciência, estimulando o protagonismo feminino e a construção do futuro da ciência e da conservação no Brasil”, explica a médica-veterinária e tecnologista Mariana Furtado, coordenadora do projeto no INMA.
“Eu estou muito ansiosa, estou com muitas expectativas para poder aprender mais sobre os seres vivos, sobre os animais, sobre botânica, zoologia. Pesquisei também sobre o INMA, sobre o Museu e eu estou muito curiosa”, disse Kissila Joanes da Silva.
“A minha expectativa é aprender um pouco mais sobre o INMA, a Mata Atlântica em si, porque, mesmo que eu tenha nascido aqui, eu sei um pouco, bem pouquinho mesmo, sobre a diversidade, a biodiversidade. Eu quero aprender muito mais sobre a biologia também”, comentou Laura Regina Ferreira Regattieri.
“Eu estou muito curiosa e eu acho que vai ser muito bom porque eu quero aprender muito, eu sempre gostei muito dessa área e, principalmente, eu gosto muito de cobras. E eu tenho muita curiosidade de aprender sobre e eu sinto que a gente vai aprender muito aqui. A gente vai se dedicar bastante e vai ter muito conhecimento sobre isso”, disse Nicolly Biasutti Calvi.
“As expectativas estão bem altas porque o saber é algo muito importante, o conhecimento é algo que ninguém nunca nos tira, então vir para cá é um meio de adquirir um saber, um conhecimento muito maior. A gente sempre passa aqui em frente, a gente visita às vezes, mas não temos conhecimento da dimensão do que tem aqui, o que habita, o que é produzido”, explicou Ana Julya Lulio.
“A minha expectativa, ela tá muito alta. Quando anunciaram esse projeto, eu fiquei muito feliz e sabia que eu tinha conseguido a vaga também. Eu não sou de Santa Teresa, mas eu moro aqui há muitos anos, e eu sempre fiquei interessada em conhecer mais o Museu. Eu creio que também vai me ajudar muito, se é realmente isso que eu vou querer pra prestar meu vestibular, se é realmente essa carreira que eu vou querer seguir”, disse Agatha Ferreira Costa Clementino.
O projeto “Meninas fazem Ciência no INMA” está alinhado ao “Programa Futuras Cientistas” do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Programa está na sua 12º edição e começou a ser desenvolvido em 2012 no Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (CETENE), Unidade de Pesquisa do MCTI em Pernambuco. O objetivo é captar e estimular a permanência de alunas e professoras de escolas públicas nos espaços científicos nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Desde 2023, ele é desenvolvido em todo o território brasileiro.