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Revista Pan-Amazônica de Saúde é classificada como Qualis B1
A Revista Pan-Amazônica de Saúde (RPAS), publicação da Seção de Ensino e Informação Científica (SEEIC) do Instituto Evandro Chagas (IEC), foi classificada como Qualis B1 na mais recente avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O resultado posiciona a revista em um novo patamar no cenário editorial brasileiro e amplia sua relevância junto à comunidade científica.
Para a chefe da SEEIC, Fernanda Sagica, o reconhecimento representa um momento importante na história da revista. “A classificação Qualis B1 simboliza a consolidação da RPAS como um periódico de alto impacto e prestígio acadêmico, coroando uma trajetória de 15 anos. Esse selo reafirma a excelência da revista como um espaço vital para o debate e a difusão de conhecimento nas áreas de Biomedicina, Meio Ambiente, Saúde Pública e Antropologia Médica”, destaca.
A avaliação considera critérios como qualidade editorial, rigor metodológico, consistência do processo de revisão por pares e aderência às áreas de avaliação da CAPES. Ao atingir o B1, a RPAS passa a integrar um grupo de periódicos com maior reconhecimento acadêmico, o que tende a ampliar o interesse de pesquisadores em submeter seus estudos. “Os pesquisadores e docentes passam a enxergar a revista como um veículo prioritário para divulgar seus trabalhos. Dessa forma, o reconhecimento atrai artigos de maior densidade, melhora os índices de citação e amplia a circulação das pesquisas em redes científicas globais”, explica Sagica.
Segundo a pesquisadora, a nova classificação também traz impactos diretos para autores, avaliadores e leitores. Para os pesquisadores, publicar na RPAS passa a representar maior pontuação em Programas de Pós-Graduação, processos seletivos e relatórios de bolsas, ao mesmo tempo em que eleva o rigor metodológico exigido. Para os pareceristas, cresce a responsabilidade e o reconhecimento acadêmico. Já para os leitores, o B1 assegura acesso a estudos de maior impacto, com dados consistentes e análises robustas sobre o cenário brasileiro e amazônico.
Com o avanço na classificação, a RPAS mira agora novos desafios, especialmente no campo da indexação e da internacionalização. A meta é avançar em bases estratégicas, como SciELO, DOAJ e LILACS, além de investir na profissionalização dos serviços de revisão e tradução. “A ausência de uma versão bilíngue ainda é um gargalo que limita o alcance internacional e as citações por pesquisadores estrangeiros. Superar esse obstáculo é fundamental para que a RPAS continue sua trajetória ascendente rumo aos níveis A1-A4”, afirma Fernanda Sagica.