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Brasil amplia presença em festival de artes da Costa do Marfim, com participação da Funarte e Fundação Palmares
Diretor do Centro de Dança da Funarte, Rui Moreira, Presidente da Fundação Cultural Palmares, João Jorge Rodrigues e a Diretora do Centro de Teatro da Funarte, Aline Vila Real
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) e a Fundação Cultural Palmares (FCP) integraram a delegação brasileira no MASA 2026 – Marché des Arts du Spectacle d’Abidjan, realizado entre os dias 11 e 18 de abril, na Costa do Marfim. A participação ocorreu no âmbito da missão oficial do Ministério da Cultura (MinC) voltada à ampliação das relações culturais com países africanos e à consolidação de uma agenda internacional baseada na cooperação, na circulação artística e no fortalecimento do eixo Sul–Sul.
Reconhecido como uma das principais plataformas internacionais das artes do espetáculo no continente africano, o MASA reúne artistas, programadores, produtores e gestores culturais de diferentes países, constituindo um espaço estratégico para articulação institucional, intercâmbio e desenvolvimento de parcerias. O evento contou com uma comitiva de programadores e artistas brasileiros.
Representando o MinC, Funarte e Fundação Cultural Palmares participaram das agendas de abertura do evento, encontros institucionais e atividades artísticas e culturais, ampliando o diálogo com agentes e delegações. A atuação conjunta das instituições organizou uma presença que articulou política, memória e conexão internacional. A Funarte esteve representada pela diretora do Centro de Teatro, Aline Vila Real, e pelo diretor do Centro de Dança, Rui Moreira.
A programação inclui o painel “Brasil no MASA”, reunindo representantes da Funarte, da Fundação Cultural Palmares, do Sesc São Paulo e de importantes festivais brasileiros, em um espaço dedicado à apresentação de políticas públicas, programas de internacionalização e possibilidades de cooperação cultural. Os diretores da Funarte apresentaram a Política Nacional das Artes (PNA) e o Programa Funarte Brasil Conexões Internacionais, estimulando as trocas e a cooperação com os países africanos.
Nesse contexto, as artes se afirmam como campo estratégico, atravessando territórios, conectando experiências e criando condições para o diálogo, para fortalecer políticas públicas, ampliar oportunidades para artistas e público e consolidar redes internacionais.