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MINHA CASA MINHA VIDA RURAL
Márcio Macêdo assina 308 contratos do Minha Casa Minha Vida Rural em Sergipe
- Foto: GRACCHO\ASCOM\SGPR
Com 308 famílias beneficiadas, o ministro Márcio Macêdo, da Secretaria-Geral da Presidência da República, assinou, hoje, em Aracaju (SE), novos contratos do programa “Minha Casa, Minha Vida”, na modalidade Rural. Nesta etapa, o investimento é de R$ 23 milhões, sendo R$ 75 mil para cada beneficiário poder construir a sua casa própria. Os recursos são 100% federais, liberados pela Caixa Econômica Federal.
A construção é feita por meio de entidades não governamentais sem fins lucrativos ou mesmo por uma prefeitura. As famílias devem procurar as entidades que vão organizar os grupos de famílias para reunir documentação, elaborar o projeto de engenharia e apresentar tudo à Caixa. O banco analisa a inscrição e, estando de acordo com as exigências da legislação, o contrato é assinado e o recurso liberado.
“Esse é um programa que eu considero um dos programas mais importantes do Brasil. É dar casa própria a quem não tem. Então, aqui hoje nós estamos assinando 308 casas populares para as famílias a partir das entidades. É o chamado Minha Casa, Minha Vida, através das entidades”, afirmou o ministro Márcio Macêdo, que frisou ainda que novas etapas do programa serão liberadas para Sergipe.
“Já aconteceu uma primeira leva, inclusive maior que essa, e a previsão é que em breve aconteçam outras. Não é a primeira, nem será a última”, destacou Macêdo. Só este ano, já foram investidos R$ 60 milhões em cerca de 800 casas do programa no Estado.
De acordo com estudos técnicos, o valor de R$ 75 mil é o suficiente para construir uma casa com até 45 metros quadrados, com garantia de acessibilidade para pessoas com dificuldade de locomoção.
A superintendente nacional de Habitação e Interesse Social da Caixa, Noemi Lemos, destacou o impacto que, além de realizar o sonho da casa própria, o Minha Casa Minha Vida Rural impacta em diversas outras áreas, sobretudo na geração de empregos. “A construção civil gera muito emprego, então cada casa precisa de pedreiro, carpinteiro, eletricista, precisa de encanador, precisa de engenheiro para construir o projeto, assistência social, precisa de material de construção, então é uma cadeia produtiva perfeita”, afirmou Noemi.
Beneficiária do programa, a quilombola da comunidade Brejão dos Negros, Marisa Altina Silva Santos, lembrou que o programa já contemplou três das cinco comunidades da sua região com o projeto. “Estamos executando um projeto de construção e hoje estamos assinando mais um, que é de reforma. Para nós é muito importante esse projeto. A gente vem batalhando pela comunidade que também faz parte do território, que é a Carapitanga, e hoje Carapitanga vai ser contemplada, já está sendo executado o projeto, de 46 casas para pessoas que precisam realmente”, comemorou Marisa.