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Teatro Glauce Rocha, Funarte
Em abril, Funarte apresenta três espetáculos no Teatro Glauce Rocha
No Teatro Glauce Rocha, espaço da Funarte no Centro da Cidade, as temporadas de Temperos de Frida e de Menina Mojubá, no palco principal, e de Só vendo como dói ser mulher de Tolstói, no Auditório Murilo Miranda, foram prorrogadas em abril. As peças foram contempladas no Programa Funarte Aberta. O espaço cultural da Funarte fica na Avenida Rio Branco, 179 – Centro – em frente ao Metrô Carioca.
‘Temperos de Frida’ – A peça, que celebra a vida e obra de Frida Kahlo, aborda episódios da trajetória da pintora, no contexto histórico em que ela cresceu, em meio à Revolução Mexicana de 1910 e à efervescência cultural que inspirou a artista. O enredo gira em torno do Dia dos Mortos. Em cena, a dona do bar Viva la Vida recebe seus amigos e todo mundo que deseje chegar. Acontecem encontros entre a pintora e sua madrinha, Catrina, a "Dona Morte". A protagonista é vivida por Rosana Reátegui, nascida no Peru. A montagem conta com a apresentação ao vivo de canções como La Llorona, La Bruja e Cucurrucucu Paloma, interpretadas pela uruguaia Natalia Sarante, acompanhada pelo violão de Luciano Camara. A realização é da QINTI – companhia peruana, residente no Brasil há 25 anos, cuja proposta é "promover encontros cênicos com temáticas latino-americanas".
Temporada: até 26 de abril, quintas e sextas-feiras às 19h. Classificação indicativa: 16 anos. Ingressos: 40 e Meia-entrada: R$ 20 – na bilheteria do teatro e na plataforma Sympla.
Ficha Técnica: Concepção, Atuação e Dramaturgia: Rosana Reátegui | Direção: Tatiana Motta Lima | Canto: Natalia Sarante | Violonista: Luciano Camara | Figurinista e Adereços: Francisco Leite | Cenografia: Daniele Geammal / Renato Marques / Francisco Leite | Colaboração Dramatúrgica: Cadu Cinelli | Iluminação: Thiago Monte | Operação de luz e montagem: Renato Marques | Confecção de Máscara (Catrina): Paul Colinó Vargas (Peru) | Preparação de Máscara: Marise Nogueira | Assessoria de Imprensa: Edison Corrêa/Eu, Rio! | Designers: Rodrigo Menezes / Pedro Pessanha | Fotografia: Renato Mangolin | Direção de Produção: Paty Lopes | Direção Executiva: Edison Corrêa (Eu, Rio!) | Apoio: CBTIJ e Elabore.kom | Realização: QINTI Companhia e Eu, Rio!.
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Só Vendo Como Dói ser Mulher de Tolstói – Em cartaz no Auditório Murilo Miranda no 8° andar do teatro, o monólogo revela a relação tóxica entre Leon Tolstói e sua esposa, Sofia, exposta em diários, escritos durante quase 50 anos, revelando os bastidores do convívio do casal, seus desentendimentos e atitudes machistas do escritor russo – um dos mais importantes da literatura ocidental. Com texto de Ivan Jaf e direção de Johayne Hildefonso, o espetáculo, estrelado por Rose Abdallah, mostra o drama e os questionamentos de uma mulher que viveu na Rússia do começo do século XX, sob o peso de uma rígida doutrina cristã. O figurino de época de Giovanni Targa – indicado ao Prêmio Shell e vencedor do Prêmio Fita – remete ao rigoroso inverno russo.
Temporada: até dia 13 de abril, às sextas e sábados, às 19h30. Classificação indicativa: 14 anos. Ingressos: R$ 40 e meia-entrada R$ 20, na bilheteria. Duração: 1h.
Ficha Técnica: Texto: Ivan Jaf | Direção: Johayne Hildefonso | Idealização e atuação: Rose Abdallah | Desenho de luz: Evely Silva | Visagismo e adereços: Ancelmo Salomão Saffi | Direção de arte: Giovanni Targa | Música original: André Abujamra | Cenários e figurinos: Giovanni Targa, Alessandra Miranda, Miguel Sasse e Ricardo Ferreira | Costureira: Edeneire Santos | Marcenaria: Alexandre Ramos | Fotografia: Vitor Kruter | Designer gráfico: Maurício Tavares / Inova Brand | Artes gráficas e redes sociais: Silvana Costa | Assessoria de imprensa: Rachel Almeida | Direção de produção: Rose Abdallah e Sandro Rabello | Produção executiva: Márcio Netto / Ganga Projetos Culturais | Realização: Abdallah Produções e Diga Sim Produções
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Menina Mojubá – traz a história de uma criança brasileira que cresceu nas ruas e, após falecer tragicamente, torna-se uma Pombagira – entidade espiritual, evocada na umbanda e em outros cultos praticados no Brasil. A personagem passa por muitas dificuldades, encontra a miséria e vai morar em um cortiço onde conhece a "maldade humana". Porém, carrega em si uma “força ancestral”, a qual a faz renascer na dimensão espiritual, como rainha. A menina luta por garantir não apenas sua sobrevivência, mas a de todos que são merecedores do seu amor. "O espetáculo mostra elementos relevantes na ritualística de terreiro: os sons do tambor, o aroma das ervas e os pontos cantados. Assim são apresentadas as entidades e suas características de vestimentas e trejeitos, com dança e música ao vivo [...] oferecendo ao público uma experiência única de teatro", comenta o diretor, Gabriel Gama - que também é ator nas cenas. A montagem conquistou mais de 17 premiações – uma delas a de melhor esquete do Festu – A festa do Teatro – , além de de 24 indicações a outros prêmios.
Temporada: até 28 de abril, sábados, às 19h e domingos às 18h. Ingressos: R$ 30. Meia-entrada: R$ 15, na bilheteria e na plataforma Sympla.
Ficha Técnica: Elenco: Marcela Treze e Gabriel Gama | Direção: Gabriel Gama | Dramaturgia: Marcela Treze | Direção Musical: César Lira | Figurino: Wanderley Gomes | Preparação Corporal: Cátia Costa | Iluminação: Isabella Castro | Assistente de Iluminação e operador de luz: Junio Nascimento | Operador de som: Pedro Treze | Produção: Veronica Treze
Saiba mais sobre o espetáculo aqui.
Projetos contemplados no Programa Funarte Aberta – Espaços Culturais da Funarte no Rio de Janeiro.
Teatro Glauce Rocha
Avenida Rio Branco, 179 – Centro – em frente ao Metrô Carioca
Equipamento da Fundação Nacional de Artes – Funarte