Família Real regressa a Portugal e leva de volta os Manuscritos da Coroa.
1821 - 1840
- 1821 Parte do acervo volta a Portugal
- 1821 a 1822 Novo dirigente na Biblioteca
O bibliotecário Luís Joaquim dos Santos Marrocos assume o cargo de prefeito da Real Biblioteca, no qual permanece até 1825
- 1822 a 1837 Novo dirigente nomeado
Frei Antônio de Arrábida é nomeado autoridade máxima da Biblioteca, cargo que passa a ter o nome de Bibliotecário.
- 1822 Início do que hoje é a Lei do Depósito Legal
Por determinação do governo imperial, a Biblioteca passa a receber um exemplar de todas as obras, folhas periódicas e volantes impressos na Tipografia Nacional, fato precursor do que hoje é a Lei do Depósito legal.
- 1822 Códices retornam a Portugal
O padre Joaquim Dâmaso, primeiro prefeito da Real Biblioteca, volta a Portugal por não concordar com a independência, e leva consigo mais de cinco mil códices dos cerca de seis mil que vieram com a Família Real.
- 1822 Biblioteca ganha novo nome
A Real Biblioteca passa a ser denominada Biblioteca Imperial e Pública.
- 1824 Enriquecimento do acervo
A coleção de Francisco de Melo Franco passa a integrar o acervo, com 1.590 volumes sobre teologia, direito, ciências, artes, belas artes, história e clássicos.
- 1825 Aquisição pelo Brasil
A Biblioteca é adquirida pelo Brasil, por 800 contos de réis, quantia, então, considerada exorbitante. A compra foi regulamentada pela Convenção Adicional ao Tratado de Paz e Amizade, celebrado entre o Brasil e Portugal, em 29 de agosto.
- 1832 Nova coleção de documentos
A coleção do marquês de Santo Amaro é incorporada ao acervo, contendo 115 pastas de material relativo ao Gabinete do próprio marquês e à administração do príncipe regente.
- 1837 a 1839 Novo dirigente responsável
Cônego Francisco Vieira inicia seu exercício como Bibliotecário.
- 1838 Doação de mais cinco mil volumes
Os herdeiros de José Bonifácio de Andrade e Silva doam cerca de cinco mil volumes, na maior parte obras alemãs, sobre diferentes ramos das ciências naturais, literatura, manuscritos e cartas autografadas por personagens de diversos países, que mantiveram correspondência com o chamado “patriarca” da Independência.
- 1839 a 1846 Novo dirigente em exercício
Cônego Januário da Cunha Barbosa assume o cargo de Bibliotecário.