Denominações Históricas da Imprensa Nacional
Ao longo do tempo, a Impressão Régia passou por diversas mudanças de nome: foi chamada de Régia Tipografia, Tipografia Nacional, Imprensa Nacional, Tipografia Imperial e Nacional e, finalmente, consolidou-se como Imprensa Nacional. A adoção do termo “nacional” nas instituições estatais luso-brasileiras foi exigência da Constituinte portuguesa de 1821-22 com o objetivo de estabelecer uma separação clara entre os patrimônios da família real e o da nação. Até a Independência, a então Tipografia Nacional imprimiu 1.148 obras de diversos gêneros, como folhinhas de calendário, biografias de santos, elogios a autoridades, romances e livretos favoráveis ou contrários à separação entre Brasil e Portugal. Desde 1808, saiu de seus prelos o primeiro jornal impresso no país: a Gazeta do Rio de Janeiro, periódico organizado por ministros do rei e dirigido por funcionários públicos eruditos. Começava ali a longa caminhada do Diário Oficial.
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